Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes (PSX)

Fabricante: Capcom / Virgin Interactive
Lançamento: 1999
Jogadores: 1-2 players
Eu já falei aqui no blog de como as antigas casas de fliperama fazem parte da infância/adolescência de muitos de nós. Quem aqui nunca deixou de comer na cantina da escola ou mentiu o preço da padaria pra mãe só pra poder queimar algumas fichas numa dessas casas? Máquinas como Street Fighter II, Metal Slug, Mortal Kombat, Super Sidekicks e Cadillacs and Dinossaurs devoravam toneladas de fichas enquanto nós tentávamos derrotar tanto o chefe final quanto aquele maldito apelão que ganhava de todo mundo e vinha jogar contra quando você estava na última ficha!
Recentemente, vi que o jogo ganhou também versões para consoles domésticos, mais precisamente Dreamcast e Playstation, e é essa última que, infelizmente, estou resenhando aqui. Digo infelizmente porque, ao contrário de Street Fighter II, que foi enviado ao SNES quase que do mesmo jeito que era nos arcades, aqui a conversão para o console da Sony matou o jogo!
A história continua a mesma: No Universo Marvel, o professor Charles Xavier, líder dos X-Men, sucumbe a seu lado maligno e, ao unir-se ao vilão Magneto, gera a entidade cósmica Massacre, um ser
Mas então, esse game é bom? É sim, mas no arcade! Como eu já disse, a conversão para o PSX ficou a anos-luz do original por um motivo: o sistema de lutas no arcade era inovador, com você selecionando uma dupla de lutadores que lutava no "X1" em round único, e com a possibilidade de trocar de lutador no meio da luta (o life do lutador que fica "no banco" sobe aos poucos). Mas o problema é que, se por um lado os CDs garantiam gráficos e sons fenomenais ao PSX, por outro ele tinha pouca memória RAM e não podia contar com expansões de memória (os concorrentes, Saturn e N64, tinham cartuchos de expansão). Com isso, o jogo teve de ser simplificado, e o sistema de lutas voltou ao "estilo SF2", com um só lutador para cada lado numa melhor de 3 rounds.
Plataforma:
Playstation