Dangerous Dave (PC)

sábado, 23 de julho de 2016 Postado por P.A.

Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: SoftDisk


Lançamento: 1990


Jogadores: 1 player




Dangerous Dave foi um jogo lançado originalmente em 1988 para Apple II, por John Romero (que seria conhecido futuramente por clássicos como Wolf 3D e Doom) para 'acompanhar' um artigo de uma revista da época, conhecida como UpTime. Algum tempo depois, Romero foi contratado pela SoftDisk que pediu a Romero e sua equipe que lançassem dois jogos para acompanhar a edição da revista daquele mês... Com prazo apertado, Romero resolveu portar seu jogo Dangerous Dave para os computadores (o outro jogo foi Catacumb, de John Carmack, também portado do Apple II).
Foi trabalhando na Softdisk que John Carmack, Adrian Carmack, John Romero e Tom Hall se conheceram e algum tempo depois se juntariam para fundarem a id Software e lançarem clássicos que conhecemos o cultuamos hoje.

Não tente pegar todos os itens, pois é impossível!

A história do jogo é digna de um filme... De um filme com Nicolas Cage e Kristen Stewart.
Clyde Cooper, é filho de um cientista da NASA (e essa informação não serve pra nada), que ganhou inúmeros troféus de skate. Você - Dave Perigoso - tem inveja das conquistas do garoto e faz uma aposta com ele pra pegar os troféus pra você. Você acaba ganhando a aposta e consequentemente os troféus, mas Clyde não gostou nada disso (óbvio!!!!) e resolveu esconder os troféus em um esconderijo de um pirata! MAS COMO CARALHOS UM SKATISTA FILHO DE UM CIENTISTA DA NASA CONHECE UM ESCONDERIJO DE UM PIRATA?
Agora cabe à você, enfrentar monstros, lava, água assassina e tudo mais que possa te matar, só pra pegar os troféus que nem eram seus, seu invejoso de merda! 

Dangerous Dave teve fortes influências do maior ícone da Nintendo: Super Mario. O design dos cenários, as warp zones, os inimigos e principalmente e o herói que pula serviram de inspiração.
O jogo contém dez fases e mais quatro áreas secretas (as ditas warp zones), sendo que a primeira fase serve como um tutorial e a dificuldade vai aumentando bastante nas fases finais.
 Os efeitos sonoros são bem simples - típicos da época - que são emitidos apenas pelo speaker do computador.

Ao longo das fases você encontrará dois itens fundamentais para sua jornada de ladrão de troféus alheios: a arma (que eu não preciso explicar pra que serve, pois todos já devem imaginar) e o JetPack (que eu também não vou explicar, pois assim como a arma, acredito que todos saibam sua função... Mas eu poderia ter explicado no tempo em que passei digitando isso aqui). Os tiros da arma são infinitos, mas só podem ser dados um de cada vez, acredito eu, pelo fato do jogo não conseguir processar dois tiros ou mais na tela de uma só vez. Já o combustível do JetPack é limitado e deve ser usado com moderação, pois muitas vezes você precisa dele para alcançar o troféu.

O objetivo do jogo, como já dito, é pegar os troféus espalhados pelas fases. Ao pegá-lo, surge a mensagem "GO THRU THE DOOR!" na parte de baixo da tela, indicando que você pode entrar na porta e ir pro próximo level.

TERRA À VISTA, CABRAL!!!!!!!

Os comandos são bem simples: com a seta pra cima você pula e com esquerda/direita move o personagem. O Ctrl atira e o Alt serve pra ativar/desativar o JetPack.
A movimentação do personagem é um pouco travada, creio que propositalmente, para dificultar um pouco o jogo. Por isso, calcule bem seus pulos pra não se arrepender.
É complicado acertar inimigos também, pois eles se movimentam (óbvio!!!!) e é preciso calcular bem o timing pro tiro acertá-los.
Tome cuidado com qualquer coisa do cenário: água, ervas daninha, fogo... Dave é muito sensível e morre pra quase tudo!

Não há um fator replay em Dangerous Dave, até porque as fases finais são muito desafiadoras e provavelmente depois de terminar o jogo, você não vai querer passar por tudo de novo tão cedo.


NOTA FINAL: 7,0
DANGEROUS DAVE É UM CLÁSSICO JOGUINHO DE PLATAFORMA DA VELHA GUARDA. DIVERTIDO ATÉ HOJE, MESMO SENDO BASTANTE DESAFIADOR NAS FASES FINAIS!


Battle City (NES)

sábado, 2 de abril de 2016 Postado por P.A.

Gênero: Ação


Fabricante: Namco


Lançamento: 1985


Jogadores: 1-2 coop




Tem uma coisa no nosso subconsciente que nos faz ter boas lembranças do passado, mas ao reviver isso no presente ficamos um pouco decepcionados, pois o resultado às vezes não é o que a gente imaginava. Isso acontece muito com jogos; pois muitas vezes guardamos com carinho a lembrança de ter jogado diversos jogos incríveis na nossa infância, mas ao jogá-los novamente ficamos pensando se aquele jogo era tudo isso que a gente guardava na memória mesmo! Nostalgia é uma vadia...
Claro que temos que levar em conta também que envelhecemos e ficamos mais exigentes e que quando crianças aceitamos e até preferimos as coisas simples...

Ninguém encosta na minha águia, seus putos!

Pra quem acompanha o blog, viu que eu coloquei esse jogo no meu Top dos Melhores Jogos do NES... Isso foi um exagero? Óbvio que sim, mas o grande charme (ou a grande merda) dos Tops é justamente o fato de serem listas muito pessoais e que nos fazem tomar escolhas voltadas pela emoção e não pela razão. Conheci Battle City quando ainda tinha meu Turbo Game e um cartucho com inúmeros jogos e o adorava. Resolvi então jogá-lo novamente e é claro que a impressão não foi a mesma de anos atrás... O que coloca em cheque aquela frase batida que diz que 'a primeira impressão é a que fica'.

Battle City foi um jogo lançado apenas no Japão, extremamente simples - como inúmeros jogos da época - onde controlamos um tanque de guerra e temos que defender uma estátua de águia que fica no centro inferior da tela. Não há uma história ou pelo menos uma explicação do porquê defender a estátua ou porquê estão atacando a estátua; apenas temos que derrotar os inúmeros tanques que surgem em cada nível tentando destrui-la. E se eles destruírem é GAME OVER na hora...

Os comandos são muito simples: com o d-pad você movimenta o tanque e com o botão B atira. A visão do jogo é de cima e você sempre vai nascer ao lado da estátua (no centro inferior da tela), enquanto os tanques inimigos surgem no topo da tela. Existem quatro tipos de inimigos: tanques normais, tanques mais rápidos, tanques que conseguem dar dois tiros em sequência e tanques mais fortes que precisam de quatro tiros para explodirem. Esporadicamente aparecem tanques coloridos que liberam itens pela tela quando são destruídos, entre os itens estão uma granada que faz com que todos os tanques inimigos explodam, uma pá que fortifica o muro ao redor da estátua, um relógio que paralisa os inimigos por alguns segundos, um capacete que lhe dá blindagem por alguns segundos, um tanque que lhe concede mais uma vida e a estrela que serve pra melhorar seu tanque. Existem quatro níveis do seu tanque que aumentam conforme você pega a estrela: no primeiro nível seu tanque é normal, no segundo aumenta a frequência de tiro e velocidade de movimento, no terceiro aumenta ainda mais a frequência de tiro e consegue destruir paredes de tijolos muito mais rápido e no quarto e último você consegue destruir até mesmo as paredes de aço. Estranho notar que mesmo no quarto nível e destruindo paredes de aço, você ainda precisa dar quatro tiros nos tanques mais poderosos!
No canto direito da tela aparecem informações sobre o nível, como a quantidade de tanques que ainda irá surgir, suas vidas e o nível em que você está. Em todos os níveis você tem que destruir 20 tanques inimigos para seguir para o próximo.
O cenário também apresenta diversos tipos de terreno, com paredes de tijolos e aço, vegetação que serve pra te camuflar e rios que não podem ser atravessados!  

Graficamente Battle City é simples, afinal é um jogo lançado em 1985. O cenário é sempre um fundo preto com os tanques e terreno por cima. Os tanques são bacanas e o sprite do seu tanque vai se modificando à cada upgrade que você coleta.
O jogo não apresenta música nenhuma, apenas uma pequena vinheta cada vez que se inicia uma fase. Os efeitos sonoros são bem fraquinhos e até um pouco irritantes depois de certo tempo, principalmente o barulho que seu tem faz.


Um dos pontos mais bacanas do jogo é o construtor de mapas. Você pode construir o mapa que quiser e ficar brincando depois... Claro que isso tem um prazo de validade, mas é interessante. Diferentemente dos dias atuais, onde podemos compartilhar mapas criados com jogadores online no mundo todo. Mesmo assim é legal ver como essa ideia surgiu à anos atrás e já funcionava bem!
Outro ponto positivo é o modo cooperativo, o que torna o jogo muito mais divertido e mais fácil também. Jogar com alguém é sempre mais bacana!

No início do jogo é possível escolher a fase a qual quer começar, num total de 35 níveis. Depois de passar por todos (ou se começar pelo último direto), o jogo recomeça do primeiro nível, porém com dificuldade aumentada.



NOTA FINAL: 6,5
BATTLE CITY É UM DAQUELES JOGUINHOS DIVERTIDOS, MAS QUE ENJOAM FÁCIL. FEZ MINHA ALEGRIA NA INFÂNCIA POR MUITO TEMPO, MAS HOJE JÁ NÃO ME ENGANA MAIS...

Plataforma:


Estamos de volta!!!!!

quinta-feira, 17 de março de 2016 Postado por P.A.

Salve navegantes dessa nave mãe chamada Brasil!

Depois de longos meses parado e com layout todo bugado (obrigado Imageshack), o MUSEUM DOS GAMES FINALMENTE ESTÁ DE VOLTA! E agora pra ficar (pelo menos até acontecer outra merda)...

Em meio a tanto caos e notícias ruins ultimamente, eis que surge uma boa notícia... O Gigante acordou cambada! Não precisam mais ir às ruas protestar nem fazer panelaço, porque o blog está de volta.
Agora só esperar nosso retorno refletir na economia e o dólar cair mais rápido que gordo pulando de paraquedas. Podem printar! 

Muitos pensaram que eu tinha abandonado o blog e que nunca mais daria as caras por aqui, mas não foi bem isso que aconteceu... Acontece que eu fui citado na delação premiada e estava sendo investigado por blogs ilícitos que tenho na Deep Web... Graças a Deus consegui provar minha inocência e agora voltarei com as atividades normalmente no blog.

Finalmente o layout foi arrumado, temos um botão pra redirecionar pra nossa página de Facebook aqui ao lado direito (aproveitem pra curtir a gente por lá) e mudamos também o sistema de comentários... Agora todos tem que estar logados pelo Facebook pra comentar, e com isso dá pra curtir e responder cada comentários individualmente. Uma incrível tecnologia já utilizada por outros blogs desde 2010, que chegou só agora no Museum dos Games. Paciência, afinal somos um museu...

Aguardem, em breve novas postagens...
Plataforma:


Piores capas de jogos! [35]

sábado, 26 de setembro de 2015 Postado por P.A.

Nossa vida ultimamente não esta fácil não é mesmo?
São muitas coisas ruins acontecendo... O dólar já bate na casa das 4 dilmas; impostos aumentando como se não houvesse amanhã; o país afundando em crise e nós todos na merda; o fim da banda Callypso...
É muita desgraça junta meu bom Deus!
...
O que fazer para esquecer dos problemas - nem que seja momentaneamente - e dar algumas risadas?
A resposta é: beba muito! O que whisky não cura, é porque não tem cura...
Além de beber, podemos nos divertir vendo capas ridículas de jogos. Mas se fizer as duas coisas juntos, acho que vai ficar bem melhor.
Meu estoque de capas ridículas estava acabando, mas nessas duas últimas semanas encontrei muitas outras e posso dizer que tenho muito material ainda pra essa série ser mais eterna do que a fantasia que não tem final de Final Fantasy!


Sorcerer Lord - Commodore 64
O Commodore deve ser a plataforma com a maior quantidade de capas bizarras do universo.
Na capa desse jogo temos um sujeito com um bigode ridículo e que também descoloriu os cabelos. Eu sei que ele descoloriu os cabelos porque o bigode está da cor diferente do cabelo; e fico me perguntando o quão gay é o fato de eu me atentar a este detalhe...
Além disso o sujeito usa um capacete exótico com um chifre de um lado e um lagarto (?) do outro ao mesmo tempo em que a imagem de uma mulher aparece e causa a desaprovação do lagarto.
E deixa à dúvida no ar: do que caralhos se trata esse jogo?


Checkers - Intellivision
Nada como um bom jogo de tabuleiro para unir pai e filho não é mesmo?
Exceto se seu filho for um moleque chato que esta comendo todas suas peças numa única jogada...
O pai, que faz cosplay do Bill Gates, pode até estar rindo na capa, mas aposto que no fundo ele está pensando: "Ahhh moleque filho de uma puta... Vai foder meu jogo na frente de todo mundo mesmo? Tá se achando o bonzão né? Vai apanhar pra CARALHO hoje quando sua mãe sair!"
Parece que alguém vai dormir de lombo quente!


Mega Man 3- NES
Mega Man deve ser o personagem mais foda do mundo dos jogos. O cara só tinha capa lixo na época do NES e mesmo assim conseguiu conquistar uma legião de fãs e se tornar popular... O que mostra que muita gente nessa época não dava a mínima pras capas dos jogos.
Eu já postei a capa japonesa do Mega Man 3 por aqui. E agora encontrei a capa americana e europeia e são tão toscas quanto.
Na capa americana Mega Man cheirou uma carreira junto com Maradona, ficou ligadão e resolveu sair atirando nas bolas do robô inimigo.
Sério, olha essa cara de maníaco do parque enquanto atira nas genitálias robóticas do inimigo! Ele está sentindo prazer com isso...
E essa é a capa europeia. Não sei qual a obsessão dos europeus com um Mega Man de alumínio, mas não é a primeira vez que fazem o robozinho azul com partes cinzas. E assim como na capa japonesa postada anteriormente, aqui Mega Man também esta encoxando o cachorro! Luiza Mel não curtiu isso...


 Barbie Super Model - SNES
Ok, é o jogo da Barbie e não poderíamos esperar muito da sua capa. Mas por outro lado não tinha muito o que errar, era meio básico fazer uma capa de um jogo assim, só tinham que seguir os quatro passos abaixo:
1) Fundo rosa? Confere.
2) Foto da Barbie? Confere.
3) Título do jogo? Confere.
4) Recortar as bordas brancas? Não confere.
...
Porra galera, mas que vacilo hein? Dava pra fazer isso no Paint...


Duck Dynasty - Xbox One
Bom, vocês já sabem o que eu penso sobre colocar pessoas reais em capas de jogos não é mesmo?
Nunca fica bom, são décadas que provam que essa tentativa não funciona bem...
Sobre a capa de Duck Dynasty, vemos quatro senhores barbudos, onde o do canto superior esquerdo se parece com o Azaghal do Jovem Nerd... Mas o destaque mesmo fica pro cara do canto inferior direito que esta fazendo cara de mal enquanto morde/chupa uma salsicha!
NINGUÉM PODE FAZER CARA DE MAL E CHUPAR SALSICHA! 
Ou é uma coisa ou outra....


E essa foi mais uma parte das piores capas de jogos! As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16
Parte 17
Parte 18
Parte 19
Parte 20
Parte 21
Parte 22
Parte 23
Parte 24
Parte 25
Parte 26
Parte 27
Parte 28
Parte 29
Parte 30
Parte 31
Parte 32
Parte 33
Parte 34


Crash Bandicoot 3: Warped (PSX)

sábado, 5 de setembro de 2015 Postado por P.A.


Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Naughty Dog


Lançamento: 1998


Jogadores: 1 player





Em 1996 quando o primeiro jogo da série foi lançado, Crash Bandicoot ainda era uma aposta e talvez poucos apostassem em um sucesso tão grande do carismático personagem. Dois anos mais tarde, chegava ao mercado o terceiro título da série, e agora Crash já não era mais uma aposta, e sim uma realidade. O terceiro título viria pra fechar com chave de ouro a trilogia incrível lançada pela Naughty Dog, pro console da Sony...

Crash Bandicoot 3: Warped continua de onde o segundo jogo parou... Depois de derrotar Cortex (de novo), a plataforma espacial do cientista caí na Terra, coincidentemente na prisão onde estava Uka Uka, a máscara-irmã maligna do Aku Aku. Com a explosão, a máscara do mal fica livre... Uka Uka se irrita muito com Cortex, por seus frequentes fracassos em reunir os cristais e derrotar Crash e introduz um novo aliado para ajudá-los nessa tarefa: o Dr N. Trophy, que criou uma máquina do tempo para que eles possam viajar pelo tempo em diferentes lugares e assim recuperar os cristais antes do Crash. Crash e seus amigos ficam sabendo desse plano maligno e viajam no tempo também para impedir que eles reúnam todos os cristais!

A primeira coisa a ser notada ao começar a jogar é a presença da sala com warp rooms que leva pras diversas fases e mundos do jogo (warp room que foi inserido no segundo jogo da série). No segundo jogo, os mundos ficavam em andares diferentes, e conforme se concluía um deles, uma plataforma te levava pra cima para o próximo mundo. Aqui todos os mundos e fases estão no mesmo nível (exceto um extra), mas somente o primeiro esta aberto; os demais mundos vão sendo liberados conforme se conclui o anterior, é claro. As fases são portais que te levam para diferentes épocas e lugares no tempo e assim como em Crash Bandicoot 2, você pode escolher a ordem que quiser pra jogá-las antes de enfrentar o chefe daquele mundo. No total são 25 fases normais e mais 5 fases extras.   

Graficamente o terceiro jogo não mudou muito comparado ao anterior; o que não é um ponto negativo, já que o segundo jogo era muito bonito e bem colorido. Como o jogo trata de viagem no tempo, existem cenários dos mais diversos tipos por onde nosso personagem viaja; como reinos da idade média, pré-história, a muralha da China, o antigo Egito até fases futuristas. Assim como os cenários, os inimigos também são diversos para se encaixarem no tipo de fase em questão. Todos muito bem feitos, com uma boa taxa de animação. Crash também é muito animado e tem uma boa taxa de animação... Destaque pra dancinha de comemoração do Crash, muito bem animada e engraçada.
A maior parte do jogo se passa com cenários em 3D com a câmera por trás do nosso personagem, porém em alguns momentos o jogo fica em 2D com movimentação lateral (fases bônus, por exemplo).

Escolha a fase e pule no portal!

A trilha sonora acompanha o ritmo do jogo com boas melodias que se adaptam ao nível do qual fazem parte. Todas são bem compostas e a maioria com um tom cômico, pra combinar com o estilo do jogo e do personagem. Os efeitos sonoros são praticamente os mesmos dos outros jogos, desde explosões até as 'vozes' da máscara e do personagem principal. A dublagem também foi muito bem feita!

A jogabilidade é simples e fluida, como é de se esperar da série. Crash pode andar, pular e girar para atacar e destruir as inúmeras caixas espalhadas pelas fases. Além do básico, Crash ganha várias habilidades ao derrotar os chefes; como o pulo duplo, o giro mais forte, os sapatos que dão mais velocidade e até uma bazuca!
Em alguns momentos o jogo tenta dar uma variada no gameplay inserindo fases onde controlamos um avião, disputamos corridas de moto e até mesmo controlar Coco (irmã de Crash) montada num tigre ou num jet-ski. Todas elas muito bem executadas e mantém a qualidade sem prejudicar a jogabilidade.

Você provavelmente vai morrer muito durante a jornada, mas não se preocupe, pois ganhar vidas nesse jogo é muito fácil. Além de também ser possível salvar o jogo a qualquer momento no painel que fica na sala das warp rooms.
E por falar em mortes, morrer nesse jogo é não é tão irritante quanto em outros jogos, afinal todas as mortes de Crash são engraçadas, desde morrer esmagado, explodir numa caixa de dinamite e virar um fantasma até ser fatiado por uma espada.

"Hasta la vista, baby!"

Assim como no segundo jogo da série, novamente existe um final extra! Além dos cristais rosas, você ainda tem que coletar as diversas gemas e relíquias para completar o jogo totalmente (dá pra chegar no 105%) e liberar o final extra... Sem dúvidas, isso aumenta o tempo de vida do jogo. Mas vale lembrar que algumas dessas gemas e relíquias são bem difíceis de serem conseguidas.



NOTA FINAL:10,0
O MELHOR DA TRILOGIA LANÇADA PARA O PLAYSTATION E UM DOS ÚLTIMOS TÍTULOS DE QUALIDADE DO CARISMÁTICO PERSONAGEM. SEM SOMBRAS DE DÚVIDAS, UM DOS JOGOS MAIS DIVERTIDOS DE TODOS OS TEMPOS... 
Plataforma: