Top 10 - As melhores armas dos games

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Postado por Tristan.ccm

Todo jogo dá ao personagem uma forma de atacar e derrotar os inimigos. Embora alguns nos dêem armas reais, como pistolas e afins, alguns jogos criam coisas que só existem ou só podem existir dentro de um jogo. E neste Top 10 vamos listar as maiores armas que encontramos apenas nos jogos (por esse motivo, armas que existem no mundo real, como facas, pistolas e escopetas, ficarão de fora da lista). Escolha sua arma e vamos ao combate!

10- Spread Gun (Contra)

                                    

Nada melhor do que uma arma que atira em vária direções ao mesmo tempo, não é mesmo? Todo jogador de Contra se matava sempre que aparecia esse "S" na tela! Pena que basta um tiro pra você perdê-la... Confesse, você torcia por um "S" quando passava aquela paradinha voando!

9- Enemy Chaser (Metal Slug)

                                                      

Melhor que uma arma que atira em leque, só uma que persegue o inimigo! A mais apelona das armas de Metal Slug tinha como defeito apenas a pouca munição, pois era extremamente divertido ver os mísseis perseguindo o inimigo!

8- Option (Gradius)

                                     

Valia e muito a pena economizar as orbes vermelhas nesse jogo. Pra quem não sabe, Option eram aqueles drones amarelos que seguiam sua nave, atirando junto com você (e tinham o mesmo tiro). Apelação master era aquele "trenzinho" com um monte de drones te seguindo e despejando tiros e mais tiros!

7- Masamune (vários jogos)


A espada suprema em vários jogos. Sim, espadas existem no mundo real, mas nenhuma delas corta uma montanha no meio (como a do Frog em Chrono Trigger) ou tem três metros de comprimento (como a do Sephiroth em Final Fantasy VII). Seu nome veio de um mestre ferreiro do Japão Feudal que entrou para a história com suas katanas afiadíssimas. Com isso, vários jogos lhe prestam homenagem com uma espada chamada Masamune, quase sempre a melhor do jogo e difícil de conseguir na mesma proporção!

6- Pulo giratório (Sonic)


Se você é um ouriço, ficar em posição fetal te transforma em uma bola de espinhos mortal. Sabendo disso, Sonic utiliza esse pulo como arma em quase todos os jogos (e pensar que no novo Sonic Boom ele dá porradas...). Não tem animal robotizado ou cientista gordo que sobreviva a essa esfera azul da morte!

5- Ataque por cima (vários jogos)


Seja o icônico pulo do Mario, a bengala pula-pula do Tio Patinhas (Ducktales) ou a infame bundada do Mickey (Castle of Illusion), quase sempre pular num inimigo é a melhor forma de derrotá-lo. Ainda mais se seus pulos alcançam três vezes sua altura (e você reclamando da física de Watch Dogs...). Uma das primeiras coisas que você faz num jogo de plataforma é pular num inimigo, não é?

4- Baixo + Frente + Soco Forte (jogos de luta)

                                         
Da mesma forma que sempre pulamos na cabeça de alguém num platformer, em jogos de luta a primeira coisa que fazemos e essa combinação, na esperança de ver nosso lutador "soltar magia". E quase sempre somos recompensados! É a arma preferida de muitos "apelões", que adoram secar a barra de vida do oponente à distância!

3- Bahamut (série Final Fantasy)

                                      
Nos jogos da série, os monstros que você pode usar como arma (usando, por exemplo, a classe Summoner) recebem nomes diversos, como Summons, Espers, Eidolons, Aeons... Geralmente eles têm os mesmos nomes, mas quase sempre o mais apelão é o Bahamut, um dragão gigante cujo ataque Mega Flare dá dano até em seres de fogo! Ou seja, ele QUEIMA O FOGO! Não tem como ser mais poderoso que isso. Ou tem?

2- Casco Azul da morte (série Mario Kart)

                                       
Infâmia das infâmias, destruidor de muitas amizades, o casco azul segue por toda a pista, atropelando todo mundo. Seu alvo, o primeiro colocado, que ele acertará quase que infalivelmente. Poucos são os seres capazes de desviar da arma suprema dos jogos de corrida, cujo alarme é quase sempre o prenúncio da derrota para seu pobre alvo!

1- Metal Blade (Mega Man 2)

                                        

O troféu vai para a arma que consegue ser mortífera até mesmo para seu dono! Sério, cada chefe de Mega Man 2 tem duas fraquezas. A do Metal Man são o Mega Buster e... sua própria Metal Blade: três tiros dela e ele vira sucata! Some isso ao fato dela atirar em todas as 8 direções (uma das poucas armas da série clássica que faz isso) e quase não gastar munição e você tem a arma mais apelona de todos os jogos!

Menções Honrosas

Stealth (vários jogos)

                                     

Não é bem uma arma, mas uma técnica que te ajuda e muito a chegar ao seu objetivo num jogo. Às vezes é bem melhor evitar um confronto do que lutar, coisa que jogos como Metal Gear e The Last of Us usam com maestria. Afinal, seu inimigo não poderá derrotá-lo se ele nem souber onde você está!

Portal Gun (Portal 1 e 2)

Também não é bem uma arma, pois serve mais para transporte do que para derrotar inimigos, mas admita: você adoraria usar portais pra pegar de surpresa aquele camper desgraçado, não é mesmo? Fica aí a menção honrosa para a arma mais criativa dos jogos First Person.

BFG 9000 (Doom)

Deixar a Big Fucking Gun de fora de uma lista de armas seria um sacrilégio gamístico, pois ela chega a ser mais apelona que a própria Metal Blade. Mas Doom é um FPS, e se eu colocasse essa arma no top 10 eu teria que citar outras armas fantasiosas de FPS, logo achei melhor deixar ela na menção honrosa mesmo.



[Games em Foco] Mulheres e videogames (I)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 Postado por Tristan.ccm

Infelizmente, vivemos numa sociedade machista. As mulheres ganham menos nas mesmas funções e são muito discriminadas Nos games, existe também muito preconceito, com personagens ou sexualizadas demais ou relegadas a condição de "namorada sequestrada". Nesse especial, dividido em duas partes, veremos como é a relação entre mulheres e videogame, primeiro falando das mulheres que fazem parte dos jogos e, depois, das jogadoras de videogame.

Parte 1 - As personagens femininas



O primeiro personagem feminino a aparecer num game era uma vilã, ou quase isso: Pinky, a fantasma rosa de Pac-Man. E era a segunda mais ágil, segundo a programação do jogo (só perdia para Blinky, o fantasma vermelho). A sequência do jogo nos trouxe a primeira heroína: Miss Pac-Man, que era só o herói do jogo anterior com um lacinho na cabeça... Era o máximo de feminilidade que a era pré-NES permitia!

Acreditem ou não, essas são as primeiras personagens femininas da história dos games!


Um pouco de evolução tecnológica nos trouxe uma nova personagem feminina: Pauline, a namorada de Jumpman que deveríamos salvar do perigoso Donkey Kong. Pauline puxou a fila de um estereótipo que perseguiu as mulheres dentro dos games: a donzela em perigo. São tantas que fica até difícil enumerar todas sem esquecer nenhuma: Marian (Double Dragon), Peach (Super Mario Bros), Prin-Prin (Ghosts'n Globins), Zelda (Legend of Zelda), entre outras.

Pauline, a primeira "donzela em perigo".


Entretanto, a era 8-bits nos trouxe a primeira grande protagonista e heroína dos jogos: Samus Aran, do game Metroid. E foi uma surpresa, pois ela só se revelou como UMA caçadora de recompensas pra quem zerou o jogo em menos de 3 horas, quando ela tira sua armadura. Apesar do bônus onde ela aparece de biquini (pra quem zerasse em uma hora ou menos), Samus não era sexualmente explorada no jogo, mesmo porque era meio difícil fazer isso usando pixels, porém ainda hoje ela é conhecida por ser uma mulher que não depende apenas de seus atributos físicos (coisa que a Zero Suit prova que ela tem, e muito).


A cena que chocou muitas pessoas: descobrir que quem destruiu Mother Brain e dezenas de Piratas Espaciais era uma mulher!


Mas a caçadora de Metroids é uma gota no oceano. Com o advento dos 16 bits e dos jogos de luta, as "gostosonas" chegaram com tudo: Chun Li (Street Fighter), Sonya Blade (Mortal Kombat), Mai Shiranui (King of Fighters) e Orchid (Killer Instinct) mostraram que muitas curvas e poucas roupas fazem muito sucesso. A coisa chegou a ponto da série Dead or Alive lançar um spin-off de vôlei de praia onde os programadores fizeram questão de criar uma engine exclusivamente para fazer os seios das personagens balançarem independente um do outro!

No papel, um jogo de vôlei de praia, mas quem comprou fez outro tipo de "exercício"


Outro gênero que faz esse uso das mulheres é o RPG. Já virou até piada as armaduras femininas, que deixam todos os atributos da guerreira à mostra, enquanto os homens se cobrem de metal dos pés à cabeça. Dificilmente você verá uma mulher com armadura cobrindo a barriga ou as pernas num MMORPG, ou mesmo num RPG de console.

Uma imagem que traduz o que muitas jogadoras pensam ao jogar um RPG


Para muitos, a culpa disso é o fato da maioria dos jogadores de videogame ser do sexo masculino. Podia até ser nos primórdios, quando eu e muitos de vocês começaram a jogar, mas hoje em dia isso já não é tão verdadeiro: segundo a revista Superinteressante divulgou em setembro de 2012, as mulheres gamers, no Brasil, já somavam 47%, ou seja, uma proporção quase de um para um! Pena que a maioria delas fique em jogos casuais e sociais como Candy Crush... Na segunda parte dessa matéria, pretendo abordar melhor essa questão.

Porém, se isso te incomoda de alguma forma, existem exceções à essa regra. Lara Croft, que nos primórdios do 3D teve seus seios poligonais exagerados de propósito, hoje é mostrada de forma mais humana e realista. Faith, a protagonista de Mirror's Edge, apesar das roupas curtas não é uma "sex-bomb" e consegue, assim como Samus, ser feminina sem apelar para o sexismo. E a Chell, de Portal, também merece ser mencionada.

Chell e Faith, duas gotas num oceano de peitos e roupas curtas, mas provam que dá pra fazer personagens femininas sem apelar pra vulgaridade


Pena é que essas personagens, que não precisam usar biquínis minúsculos para serem lembradas, sejam exceção e não regra. Enquanto for assim, as mulheres continuarão afastadas de uma forma de arte que poderia ser menos sexista...

Se você é garota, joga videogame e quer contribuir com a segunda parte dessa matéria, entre em contato! Acesse esse link e responda em nossa página oficial no Facebook. Colaborem, meninas, sua opinião é muito importante!




Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos (NES)

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015 Postado por P.A.


Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Tecmo


Lançamento: 1990


Jogadores: 1 player





A era dos 8-bits marcou a vida de muita gente e talvez seja a época onde os jogos eram mais difíceis. Como geralmente os jogos não eram muito longos; os produtores exageravam na dificuldade pra que os jogadores ficassem por mais tempo desfrutando daquele título. Isso ocorria com os jogos de fliperamas também, mas a dificuldade lá era pra comer mais fichas e fazer os jogadores gastarem mais dinheiro. Nos consoles a dificuldade era usada apenas pra compensar a curta duração do jogo. E Ninja Gaiden é mais um desses títulos difíceis! E olha que ele nem é tão curto assim...

Ninja Gaiden II começa um ano após os eventos do primeiro jogo. Após derrotar Jaquio (ou pensar ter derrotado), nosso herói Ryu Hayabusa e sua namorada Irene pensavam que tudo havia terminado. Mas um novo mal surge! Um demônio chamado Ashtar, possuidor da espada do caos, esta querendo dominar o mundo (como sempre!) abrindo o Portão da Escuridão sobre nosso planeta. Sabe-se lá porque, Ashtar ordena que seus capangas sequestrem Irene, o que infelizmente cai no clichê dos jogos dessa época do sequestro de namoradas. Isso é motivo para que nosso herói parta em mais uma aventura para salvar sua amada e toda a humanidade.

O jogo não apresenta muitas diferenças em relação ao seu antecessor. O que não significa que isso seja ruim; afinal quem gostou do primeiro jogo, também vai gostar do segundo e já vai estar bem familiarizado com tudo... E as poucas coisas que mudaram, mudaram pra melhor! Foram mudanças pontuais que só engrandeceram ainda mais o jogo!

O jogo é dividido em atos e a história continua sendo contada com as belíssimas cut-scenes entre os estágios. E conforme vai progredindo o jogador vai ficando mais curioso com o desfecho da trama...

A jogabilidade que já era boa, agora ficou quase perfeita. Alguns itens foram retirados e outros foram acrescentados... O principal deles é a habilidade de criar até dois clones invencíveis do nosso personagem que ficam seguindo e copiando seus movimentos durante todo o tempo; habilidade muito útil pra acertar inimigos e até mesmo chefes.
Outra coisa boa é que agora Ryu aprendeu a escalar paredes. No primeiro jogo ele apenas grudava nas paredes e a gente tinha que ir pulando em zigue-zague na parede paralela até chegar ao topo... Agora essa chateação ficou pra trás! E falando em paredes, agora mesmo que você esteja grudado em uma, poderá usar seus poderes para acabar com inimigos que vem em sua direção; diferente do primeiro jogo onde isso não era possível.
Mas como eu disse, a jogabilidade quase ficou perfeita. Ryu sofre de um mal que afeta inúmeros personagens dos 8-bits... Sempre que apanha, Ryu dá um pulo pra trás e com isso pode ser jogado no buraco infinito mais próximo. O que faz com que sua barra de vida, se torne inútil em muitos momentos. Claro que isso faz parte da dificuldade do jogo, principalmente em áreas muito abertas que estão cheias de inimigos esperando pra te jogar num deles! Sim, o primeiro inimigo que veio em sua mente foi a maldita águia...

Morcegos são tão lazarentos quanto as águias!

Outra coisa irritante são os inimigos infinitos. Eles não param de aparecer! Se você deixou um item pra trás e esta pensando em voltar pra pegá-lo, melhor esquecer. Não compensa o sofrimento; pois todos os inimigos próximos irão aparecer de novo, mesmo que você tenha acabado de matá-los! Muitas vezes, apenas um passo que você dá pra trás já é suficiente pros inimigos aparecerem novamente...
Pior é quando você esta focado no inimigo a sua frente e do nada um inimigo vem correndo por trás e te atinge!

Mas uma grande mudança aliviou um pouco a vida de todos nós! Caso morra numa luta contra um chefe, por exemplo, você começará na última fase do ato. Diferentemente do primeiro jogo, onde nós voltávamos para a primeira fase do ato em questão, o que certamente irritava e fazia com que muitos desistissem de tentar jogar de novo!

Graficamente o jogo pouco mudou. O primeiro jogo já era muito bom nesse aspecto, e a qualidade se mantém. Cenários bem detalhados, cut-scenes muito bonitas e uma boa gama de movimentos dos personagens... A única alteração é o tamanho do sprite dos personagens, que parecem estar um pouco maiores na tela!
Uma novidade aqui são as fases com alterações no clima e efeitos de iluminação. Há uma fase na neve com vento que dificulta movimentação e também uma fase com trovões que iluminam o cenário! Ambas as fases são bem chatas, mas é legal ver os efeitos usados.
Assim como os gráficos, a parte sonora também não sofreu muitas alterações. As músicas do jogo continuam muito agradáveis e animadas, pra ditar o ritmo frenético do jogo, apesar de se repetirem algumas vezes! Os efeitos sonoros também seguem o padrão de qualidade e estão muito bons.

"Vou tirar uma foto aqui pra compartilhar no Instagram..." #instacool #instahappy #instaninja

Ninja Gaiden II é mais fácil que o primeiro devido às melhorias citadas, mas não pense que isso significa muita coisa. O segundo jogo continua muito difícil e depois de terminá-lo certamente você não vai querer jogá-lo por um bom tempo!



NOTA FINAL: 9,5
NINJA GAIDEN II MELHORA PONTOS FUNDAMENTAIS ONDE O SEU ANTECESSOR PECAVA, O QUE O TORNA UM GRANDIOSO JOGO! APESAR DE ALGUMAS MELHORIAS QUE FACILITARAM NOSSA VIDA, O JOGO AINDA É UM DOS MAIS DIFÍCEIS DO CONSOLE.
Plataforma:


[Games em Foco] Chaves e Chapolin nos games

domingo, 30 de novembro de 2014 Postado por Tristan.ccm


Nesta sexta, dia 28, o comediante mexicano José Gomez Bolaños nos deixou. Ele, que fez história com seus personagens simples e divertidos, marcou a infância de várias gerações de brasileiros. Como muitos, estou triste pelo mundo ter perdido um gênio, capaz de criar um tipo de humor impossível de copiar e que nunca perde a graça, não importa quantas vezes nós o assistimos (sorte do Sílvio Santos...).

Como gamer, decidi homenageá-lo neste pequeno post, fazendo uma retrospectiva de todos os jogos que aproveitaram o universo de personagens criados por Bolaños. Alguns oficiais, outros criados por fãs, mas todos fazem parte da história dos games e foram feitos para gente como eu e você, que cresceram vendo as trapalhadas do Chaves e as aventuras do Chapolin.

1- Chapolin vs. Drácula: um duelo assustador (Master System)


O jogo mais antigo da lista foi feito pela Tec Toy, e faz parte daquela leva de jogos estrangeiros que foram "abrasileirados". Foi uma adaptação do game Ghost House, um jogo completamente desconhecido no país. O objetivo desse jogo é o mesmo do original, ou seja, explorar um castelo e matar vampiros, afinal tudo o que a Tec Toy fez foi alterar o sprite do protagonista e inserir algumas telas específicas (como a tela-título e a de game over, que conta com uma clássica frase do herói). Como diria a Chiquinha, não é algo que se possa dizer "nossa, como esse jogo é maravilhoso", mas é bom.

2- Street Chaves (PC)


Um jogo de luta criado em 2003, utilizando sprites tirados diretamente do seriado e golpes vindos de outros jogos, como Street Fighter II e Darkstalkers. Apesar de ser graficamente simples, ele surpreendia por ter vários finais, que mudavam conforme o personagem escolhido. Por exemplo: jogando com Seu Barriga, o chefe final seria o Seu Madruga e o final do jogo veio direto do episódio "O Velho do Saco", com direito à famosa frase que o Seu Madruga usava!

3- cs_chaves


Um dos inúmeros mapas criados por fâs para o clássico Counter-Strike, se não fosse por um detalhe: ele reproduz a famosa vila onde Chaves vivia, com direito a easter-eggs como a caveira no espelho da casa do Seu Madruga ou a tenda onde Chaves vendia seu famoso suco de limão (aquele que que parece tamarindo mas tem gosto de groselha). Não era o melhor mapa do CS, mas era divertido

4- El Chavo (Wii) & El Chavo Kart (Wii/Xbox360/PS3)


Os dois jogos mais recentes não foram inspirados na série clássica, mas sim nos desenhos animados produzidos em 2006 pela Televisa (canal de TV mexicano criador da série original). Ambos bebem na fonte da série Mario, o primeiro sendo um jogo de tabuleiro no estilo Mario Party e o segundo um Mario Kart com a turma do Chaves. Não são muito bem cotados pelos jogadores (pelo contrário, são considerados péssimos jogos), e receberam notas baixas em sites especializados. Mas agora, com a morte de Bolaños, podem vir a se tornar item de coleção.

No mais, existem alguns outros jogos pouco relevantes, como o jogo do Chaves para iOS/Android (também baseado em minigames, como o jogo do Wii) e um clone de Subway Surfers protagonizado por um Chaves genérico e mal desenhado. Mas os jogos acima são apenas a ponta do iceberg, uma pequena parcela da gigantesca obra de Bolaños. Valem para jogar e relembrar desses personagens que até hoje fazem sucesso.

Descanse em paz, Chespirito. Nós gamers também sentiremos sua falta!


Plataforma:


Um Instante, Maestro! (2) - Jonas Lefvert

sábado, 22 de novembro de 2014 Postado por Azrael_I

Pois é, quase final de ano, muitas obrigações no trabalho, na Universidade, e com isso o Blog anda parado... mas não morto! O Museum sempre estará aqui, firme e forte, ainda que nossas postagens só venham de vez em quando. Então, resolvi fazer este post rápido, para que não fique tão parado, enquanto tento arranjar tempo pra escrever uma resenha.

Os leitores mais antigos do Museum sabem o quanto eu gosto da música dos videogames, mesmo de versões alternativas (como aqui e aqui). Então, tomando carona em outro post antigo meu, encontrei este sujeito chamado Jonas Lefvert que fez belas versões acústicas de algumas das minhas favoritas... curtam aí:

The Legend of Zelda (NES) - Title Theme


Tetris -Theme A



The Elder Scrolls III - Morrowind Theme



Ludwig Van Beethoven - Moonlight Sonata (a música que a Jill e a Rebecca tocam no primeiro Resident Evil)


ICO - You Were There



Castlevania II: Simon's Quest - Bloody Tears (essa nunca pode faltar nas minhas listas, hehehe)



P.S.: Ainda tem mais algumas, mas estas foram as que mais gostei. Apoiem o cara no canal dele do Youtube!

P.S.2: "Por que o Smooth McGroove ganhou um post na série Perfil e o Jonas Lefvert não, Azrael?!" Simplesmente porque, diferente do Smooth, o Jonas não faz apenas músicas de games, então ele não é 100% relacionado com games. Pelo menos ele ganhou um "Um Instante Maestro" só dele.