terça-feira, 10 de novembro de 2009

Piores capas de jogos [13]

Voltando com mais uma parte das capas ridículas depois de um longo tempo... Parece piada, mas eu até havia me esquecido delas! É a idade mesmo.
Agradecendo ao pessoal que colaborou indicando capas, algumas eu tinha e outras eu salvei aqui! Logo elas aparecem aqui no blog... E sempre que encontrarem mais podem indicar aí nos coments...
Vamos à mais cinco capas hoje!


Name this Game – Atari
Aqui temos o mesmo exemplo daquele jogo do Master System chamado “Bitch, don’t Steal my Tiles!”, afinal, a capa nem é tão ruim assim e retrata bem o joguinho, onde temos que mergulhar até encontrar o tesouro e escapar de tubarões e do polvo gigante.
Mas olha o nome do jogo... Name this Game!
Seu amigo chega e pergunta pra você: E aí cara, tá jogando o que ultimamente?
Ao que você responde: Name this Game!
Estranho não?


Cave Fighter – Commodore 64
E nessa capa podemos ver uma Lara Croft wannabe explorando cavernas... Pena que ela escolheu uma caverna bem estranha, pois nessa caverna moram plantas carnívoras que sofreram da ação dos agrotóxicos e agora tem raiva dos seres humanos!
Isso sem citar esse tipo de pelicano-morcego que é uma espécie bem rara encontrada apenas no norte de Serra Leoa. E como vocês podem perceber, esses pelicanos-morcegos são muito agressivos, e como nossa heroína está equipada apenas com uma arminha d'água, acho que ela não irá muito longe na sua jornada!


F-16 Fighter – Master System
Mais uma capa do Master System que diz muito sobre o jogo em questão. É o jogo da mira!
...
Na verdade é um jogo onde estamos no controle de um caça e só aparece a mira. Mas nem por isso eles precisavam ter colocado apenas isso na capa do jogo né!
Talvez colocando o avião fosse uma idéia melhorzinha... Mas o que um blogueiro como eu entende de capas de jogos, não é mesmo?


Maniac Pro-Wrestling – PC Engine
Fantástico! O jogo de luta dos homens palitos…
Nem entendo o porquê optaram por colocarem os homenzinhos assim, sendo que no jogo são pessoas normais.
Talvez pela escrita japonesa na forma de “traços”, resolveram fazer assim e tals... Mas estou apenas dando um palpite!
Até porque, independente da causa; motivo; razão ou circunstância de terem feito dessa maneira, ficou uma grande merda! Mas o palitinho de vermelho se fudeu bonito nessa luta... xD


Congo’s Caper – SNES
Assim como fiz em outras edições, coloquei a capa japonesa pra comparar com a americana. Na japonesa tudo certinho, o personagem principal de cabelos azuis, dinossauros, homens das cavernas e muitos diamantes ao redor. Sem problemas aqui meus caros mancebos...
Mas vamos dar uma conferida na capa americana:

Vejam vocês, o personagem tem cabelo preto, sua roupa não é vermelha e ele não se parece em nada com o personagem principal do jogo. Pior que isso é o macaco gigante ao lado dele... No jogo ele mesmo se transforma em macaco quando leva uns pescotapas, mas aqui, ele tem o seu próprio macaco de estimação!
E peraí, tem ninjas na idade da pedra vindo daquela ponte?
Ohh céus...


As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12

See ya!

Leia mais >>

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

A Evolução dos Games - FPS

O gênero FPS, conhecido por aqui como "Tiro em Primeira Pessoa", recebe diversas críticas. Desde os que o consideram um tiroteio sem sentido aos que acham que ele pode transformar aquele moleque pacato num psicopata, o que não falta é gente contrário a esses jogos. Mas quem gosta sabe que isso é pura lenda. Não é porque aqueles estudantes americanos que saem atirando em todo mundo e depois se matam gostavam de jogar Doom que a culpa é do jogo. Aliás, melhor atirar em monstros alienígenas que naquele seu vizinho mala, não acham? (pelomenos ninguém vai querer te prender por isso!). Esses jogos começaram bem simples, e hoje alcançaram status de verdadeiros simuladores de guerra, a ponto de serem usados pelo exército americano no treinamento de soldados. Vejamos como esse gênero caminhou através dos anos:


1- Wolfenstein 3D (1992 - PC)



O pai do gênero já tinha coisas que os games de hoje exploram: Segunda Guerra Mundial, armas diferentes para escolher (inclusive a sempre poderosa faquinha), portas que precisam ser destrancadas e inimigos que reagem a seus atos (podem estar distraídos, mas basta um tiro seu para eles começarem a atirar). Além disso, o fato de matar humanos introduziu a primeira polêmica do gênero será que meu filho vai virar um bandido se jogar isso?

2- Doom (1993 - PC)



Matar pessoas é reprovável? Tá bom, então vamos matar demônios marcianos. Sanguinolento e com uma trilha sonora matadora, Doom foi um divisor de águas, popularizando o gênero FPS e introduzindo algumas novidades: além de ter áreas mais claras ou escuras, agora cada arma tem a sua munição específica (inclusive a histórica 12!). Uma boa idéia que permite mandar bala com as armas poderosas e ainda assim não ficar apenas na faquinha se ela esvaziar.

3- Star Wars: Dark Forces (1995 - PC)



George Lucas, que não é bobo nem nada, viu que o FPS tinha vindo para ficar e decidiu que sua mina de ouro comportava um game do gênero. A novidade aqui eram as vozes digitalizadas dos Stormtroopers, um capítulo à parte e que se tornaria regra. Se não bastasse, era mais uma história paralela para o deleite dos fãs de Star Wars. Pena que, dentre tantas armas, podiam ter colocado um sabre de luz como "faquinha básica".

4- Duke Nukem 3D (1996 - PC)



Se o politicamente correto não combina com FPS (viu, Nintendo?), então nada melhor que um jogo do gênero estrelado por um herói desbocado e mulherengo. Mas a maior contribuição de Duke ao gênero foi dar mobilidade à cabeça do personagem. Sim, agora podemos olhar pra cima antes de subir numa plataforma ou olhar para baixo e evitar inimigos que estejam num nível inferior ao nosso. Isso deixa o jogo um pouco mais difícil, mas quem está reclamando?

5- Quake (1996 - PC)



A novidade desse jogo é que agora poderíamos matar humanos. Como assim, tio Tristan? Em Wolf 3D os inimigos não eram pessoas? Certo, mas aqui seus inimigos podem ser outros jogadores! Multiplayer e FPS entraram numa lua de mel que dura até hoje e está longe de acabar!

6- Goldeneye 007 (1997 - N64)



Antes desse jogo, achava-se que o lugar de um shooter era na tela de um PC. Espremer um game como esse num cartucho foi um feito e tanto, palmas para a Nintendo. Mas o mais legal é que, em meio a tantas bat-bugigangas à disposição do sr. Bond, uma delas se tornaria presença obrigatória: o fuzil Sniper! Nada melhor que derrubar um inimigo a centenas de metros de distância.

7- Medal of Honor (1999 - PSX)



Segunda Guerra Mundial, a inesgotável fonte na qual a maioria dos shooters bebe. Talvez isso fosse diferente, caso esse jogo não tivesse ficado tão bom! Medal of Honor foi um dos primeiros jogos a fazer com que o jogador se sinta realmente na pele de um soldado aliado, com sua qualidade gráfica e jogabilidade perfeitas.

8- Counter-Strike (2000 - PC)



Um jogo criado por fãs e para os fãs desse gênero. Se hoje é mais fácil achar uma lan-house do que um boteco, agradeça a CS, que há quase 10 anos é sinônimo de jogo multiplayer, e ainda por cima alavancou os games à categoria de um verdadeiro esporte virtual.

9- Halo (2001 - Xbox)



Cinco anos depois, surge um sucessor para Duke Nukem na categoria "personagem-símbolo do gênero": Master Chief. O soldado futurístico praticamente carregou o primeiro console da Microsoft nas costas, e sem dúvida é um dos maiores trunfos na guerra que Bill Gates move contra a Sony pela supremacia nas vendas de games.
 
10- Metroid Prime (2002 - GameCube)



Até mesmo a gatíssima Samus Aran aderiu ao FPS. Depois de anos pulando em plataformas, a loira mostrou que ainda tinha (e tem) muita lenha pra queimar. Aqui não temos um monte de armas diferentes (e nem é preciso, pois a bazuca presa ao braço e o chicote elétrico já bastam), mas a movimentação ganhou e muito com a "bolinha" que faz Sonic se sentir um coitado! Uma série que reinventou Metroid, mostrando aos jogadores que, assim como os vilões, os heróis podem ressurgir ainda mais poderosos.

11- Call of Duty 4: Modern Warfare (2007 - PC)



Depois de anos na Segunda Guerra, a Activision finalmente se tocou que a galera já tava de saco cheio de fuzilar nazistas e decidiu explorar a guerra moderna. Ótima escolha, afinal nem só de Hitler e de alienígenas vive o FPS. São jogos como esse que estão sendo usados pelo exército americano para treinar seus soldados, pois tentam ser o mais realistas possível.

12- Resistance: Fall of Man (2006 - PS3)



Uma das maiores novidades do gênero e talvez a última chance do PS3 derrotar o X360, Resistance tem tudo o que seus antecessores tinham: várias armas, alienígenas, mira caprichada... Ou seja, é no momento o ápice do FPS. Resta saber se o gênero alcançou finalmente seu máximo ou ainda tem mais novidade vindo por aí.

Leia mais >>

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Da série: Garotas que curtem videogames! [18]

Leia mais >>

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Reviews com cara nova....

Não sei se vocês notaram... Mas pros que já estavam acostumados com nosso sistema de análises, fizemos uma pequena mudança.

Não tem mais aquilo de Avaliação do Jogo, nem notas de Enredo - Gráficos - Som blablabla...
Agora é só NOTA FINAL, um pequeno texto conclusivo e o nosso selo de qualidade (as máscaras).

Por que isso?
Porque tava irritando ficar colocando isso todo santo review, sendo que tudo que era dito ali, já havia sido dito durante o review... E por preguiça também! xD
A partir de agora é sempre assim... Todos os reviews já estão nesse novo formato!

É isso...
See ya!

Leia mais >>

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Aladdin (SNES)


Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Capcom


Lançamento: 1993


Jogadores: 1 player



Vocês certamente já assistiram ao desenho que passava na TV aberta (acho que na Globo) à algum tempo atrás... Era um desenho muito divertido, eu te digo! Aliás, os desenhos antigos são tão divertidos quanto os jogos antigos! Um salve pra nostalgia e pros bons tempos que não voltam mais... \o/

Além do desenho, Aladdin ganhou um filme... E assim como o desenho, o filme é bem legal!
O jogo segue a história do filme da Disney no qual foi baseado... Aladdin ajuda a princesa Jasmim e logo em seguida é preso no calabouço, consegue fugir e entrar em mais confusão ainda! Na fuga ele encontra o tapete mágico e a lâmpada, e com isso vira amigo do Gênio! E você tem que deter Jaffar e seus planos malignos e também salvar Jasmim... O jogo não segue totalmente o filme, e coloca algumas coisas que não fazem parte, mas isso é mais do que normal. O que importa é que nada disso altera a história e que a grande parte do jogo é fiel ao filme! Toda a história é contada em cut-scenes que aparecem aos poucos conforme você passa de fase!

Os gráficos do jogo são muito bonitos! O jogo utiliza do chip Mode 7 em algumas partes, pra dar mais beleza ainda... Os cenários de fundo são muito bonitos e os sprites dos personagens são grandes e detalhados! O Abu e do Gênio sempre fazem gracinhas e caretas... xD
A fase do gênio é bem bacana, pois se você morre perto dele, ele faz uma cara triste! Eu adorava ver isso quando criança, e puxa vida, ainda é bacana ver essas caretas e muitas outras deles dois!

O som também é muito legal e cada nível possui sua música... E todas são bem animadas e ditam bem o ritmo do jogo, se encaixando muito bem em cada ocasião! Os efeitos sonoros são bons, nada em especial aqui, mas que cumprem bem o seu papel!

Os controles respondem muito bem e são simples como tem que ser num jogo de plataforma. Se prepare pra correr e pular muito! Aladdin ainda pode arremessar maçãs nos inimigos pra atordoar ou matá-los! Ainda conta com um pedaço de pano que ele usa como pára-quedas e que é muito útil! Aladdin ainda agarra em alguns lugares pra poder subir e se balança por algumas plataformas do cenário...
Mas eu vi um problema nos controles: parece que o personagem desliza demais, parece andar no gelo! E isso culmina em muitas mortes bobas... Não sei se é porque eu tenho a mania de ficar segurando o botão de correr o tempo inteiro, mas eu achei que ele desliza muito!

Outro problema do jogo também é o fato de ser bem fácil e um pouco curto! Mas é claro, devemos levar em consideração que é um jogo voltado mais ao público infantil, portanto, não é de se esperar outra coisa.
A parte mais difícil talvez seja a do tapete... Onde controlamos o tapete e temos que fugir da caverna! É um tal de bater nas coisas e aí já era. Bateu morreu! Tem que ser na base da tentativa e erro nessa parte. Mas é só decorar a sequência de acontecimentos e você consegue passar tranquilo.

No jogo ainda podemos coletar pequenos diamantes vermelhos, coletando todos eles você consegue um final diferente! O que torna um replay e um desafio a mais no game... E bota desafio nisso, afinal, coletar todos os diamantes vermelhos do jogo não é tarefa fácil! Alguns são muito difíceis de serem pegos... A boa notícia é que vidas e continues não vão faltar! Você pode ganhar vários pelas fases ou até mesmo nos bônus do Gênio!




NOTA FINAL: 9,0
ALADDIN SUPERA AS EXPECTATIVAS DE SER APENAS UM JOGO BOBINHO, COMO MUITOS PENSAM! COM BONS GRÁFICOS E MUITO DIVERTIDO, É UM JOGO BOM PRA SE PASSAR O TEMPO... PELO MENOS, NO TEMPO QUE DURAR!

Leia mais >>

  © Blogger template 'A Click Apart' by Ourblogtemplates.com 2008

Back to TOP