[Games em Foco] Jogos de PC que todo mundo já jogou!

quinta-feira, 25 de junho de 2015 Postado por P.A.

Vocês se lembram de qual foi o primeiro contato com computadores que tiveram? Na escola, na casa de algum parente ou amigo? E qual o primeiro PC que compraram?

O meu primeiro computador foi um Pentium 133 que meu pai comprou há muitos anos atrás e vinha com diversos jogos 'demo' instalados. Além dos jogos, eu lembro que ficava digitando coisas do Word e desenhando no Paint...
Sim, passava horas desenhando no Paint! Hoje vocês podem até me julgar, mas naquela época, a internet ainda estava engatinhando e só podíamos conectar a noite (geralmente depois da meia-noite) pra pagar menos pulso, então não tínhamos muito o que fazer na frente de um PC. Era uma época mais simples; porém muito feliz!
A felicidade estampada no meu rosto e no do meu irmão quando o rapaz da loja veio instalar o computador era nítida. Era como dar um Big Mac para um gordo. Ou um dar um gordo para um canibal. Alegria além do inimaginável!

Então resolvi relembrar aqui alguns desses joguinhos dessa época tão boa e que tenho certeza que todo mundo já jogou alguma vez na vida... Pode ser que não tenham jogado todos eles, mas pelo menos a maioria sim!
Resolvi listá-los por ordem crescente baseado no ano de lançamento de cada um. Vamos lá...



WHERE IN THE WORLD IS CARMEN SAN DIEGO?
Lançamento: 1985

Apesar de ser o mais velho dessa lista - com 30 anos desde seu lançamento - Carmen San Diego não aparenta tal idade. O jogo envelheceu muito bem, graças ao seus gráficos simples, mas bem elaborados.
Lembro que na época até peguei um mapa e um livro com diversas informações pra procurar as capitais e as moedas vigentes em cada país! Hoje é só jogar no Google, mas naquela época a gente tinha que se virar pra conseguir progredir. E devo lhes dizer que a sensação de conquista era gratificante demais!



BATTLE CHESS
Lançamento: 1988

Quando joguei esse jogo pela primeira vez, não fazia ideia de como jogar xadrez... Só fui aprender as regras do jogo, anos mais tarde. E mesmo assim adorava 'jogar' Battle Chess, só para ver as peças se movimentando e atacando umas as outras. Um jogo simples, porém muito bonito e criativo.



STREET ROD
Lançamento: 1989

Esse era o Need for Speed da época, ou o mais próximo que tínhamos disso...
Esse jogo veio instalado no meu PC com o nome de SR... E depois de muito tempo quando bateu aquela vontade de jogá-lo de novo, foi muito difícil encontrar, já que eu não imaginava qual fosse o nome dele.
Graças à uma alma caridosa na internet que conseguiu decifrar o jogo apenas pelos detalhes que eu citei, finalmente pude jogar SR de novo e matar a saudade dos bons e velhos rachas noturnos!



PRINCE OF PERSIA
Lançamento: 1989

Prince of Persia surpreende pela qualidade gráfica. A movimentação do personagem e as lutas com espadas certamente deixaram muita gente de boca aberta naquela época...
Nunca fui muito fã dos primeiros jogos da série, mas sempre que podia, tentava superar as diversas armadilhas espalhadas pelo jogo... Pena que sempre fracassava!



SIMCITY
Lançamento: 1989

Em Simcity somos o prefeito de uma cidade e temos que fazê-la prosperar, e para isso, existem diversos fatores cotidianos que vão afetar o ambiente da cidade.
Depois do seu sucesso, Simcity abriu caminho para diversos outros simuladores de tudo que você possa imaginar. Até de um formigueiro!



BANG!BANG!
Lançamento: 1990

Com um visual muito simples e que parece ter sido feito no Paint, Bang!Bang! é muito divertido. Se você joga Worms ou Angry Birds hoje, agradeça à esse jogo que pode ter sido o precursor de jogos desse tipo.
Bang! Bang! é um jogo obrigatoriamente multiplayer. Você sempre tem que jogar contra um amigo e o objetivo é tentar acertar o canhão adversário ajustando o ângulo e a velocidade do tiro.



DANGEROUS DAVE
Lançamento: 1990

Criado por John Romero, Dangerous Dave é um joguinho de plataforma onde controlamos um rapaz de boné vermelho e devemos coletar um cálice dourado para abrir a porta que leva até o próximo nível. Sempre que você pega o cálice surge a mensagem "Go thru the door!"...
A física é um pouco ruim (acho que propositalmente), o que contribui pra dificuldade de jogo, já que você deve mover o personagem com cuidado pra não morrer.



SKIFREE
Lançamento: 1991

De todos os jogos desta lista, esse certamente é o mais conhecido e o único que deve ter sido jogado por todos que um dia tiveram um computador antigo.
Extremamente simples, em Ski Free você controla um esquiador e tem que ir descendo montanha abaixo com seu esqui, desviando de tudo que estiver no caminho e saltando pelas rampas pra pontuar... Mas independente do que você faça, seu fim será apenas um: ser devorado pelo abominável homem das neves!



BOW AND ARROW
Lançamento: 1992

Bow and Arrow também parece ter sido feito no Paint, tamanha sua simplicidade.
Você controla o arqueiro com o mouse e tem que tentar estourar todos os balões que vão subindo com a quantidade de flechas disponíveis. Eu jogava demais isso, e sempre enroscava na fase das árvores que cuspiam fogo ou algo do tipo!



BOX WORLD!
Lançamento: 1992

Box World! é um jogo daqueles que estimulam o jogador a raciocinar... Nele você tem que colocar as caixas em cima dos círculos amarelos. Falando assim parece fácil, mas alguns níveis são bem desafiadores e vão te fazer pensar bastante cada movimento pra não ficar enroscado. Pra facilitar um pouco dá pra desfazer o último movimento feito, caso se arrependa...
Se eu não estou enganado esse jogo é jogado até hoje pelos celulares. Ou é algum jogo similar!



MISSILE ATTACK
Lançamento: 1992

Nesse jogo você controla o canhão que está no centro da tela e tem que explodir os mísseis que estão vindo do céu antes que eles acertem os prédios!
Sinceramente não joguei muito Missile Attack, pois não era um dos meus favoritos. Mas fica a citação.




WOLFENSTEIN 3D
Lançamento: 1992

Podem passar mil anos, e mesmo assim, Wolf 3D será sempre um dos maiores clássicos do mundo dos jogos! Considerado como o avô dos jogos de tiro em primeira pessoa, ele marcou época e trouxe uma cartilha de praxe que seria usada em muitos jogos do gênero nos anos seguintes e abriu caminho pra outro grande clássico...



DOOM
Lançamento: 1993

É claro que eu estava falando de Doom! Sem dúvidas, um dos jogos mais pica das galáxias de todos os tempos...
Doom tinha tudo que Wolf 3D tinha de bom, e ainda melhorou muitas coisas. E trouxe consigo muita violência!
Sem dúvidas um dos jogos mais incríveis daquela época e que ainda merece ser jogado sempre que bater aquela vontade de dar uns pipocos de escopeta na cara de alguns demônios...



WARCRAFT: ORCS & HUMANS
Lançamento: 1994 

Quando Warcraft foi lançado, não tínhamos grandes jogos de estratégia em tempo real, por isso, a jogabilidade ainda precisava ser melhor trabalhada. O primeiro Warcraft sofria com uma jogabilidade pouco aprimorada, que graças aos céus foi corrigida nos jogos seguintes. 
Mesmo assim, fez grande sucesso e se destacou na época por ser divertido e inovador em alguns aspectos.


 
3D PINBALL
Lançamento: 1995

Não adianta negar; todo mundo já jogou esse jogo pelo menos uma vez na vida!
Lembra quando o professor chegava na classe e anunciava pra turma que vocês iam pra sala de computadores pra fazer alguma atividade? Pois é, para muitos 3D Pinball era a única atividade que interessava naquela aula.. Ou era isso ou ficar desenhando no Paint, tudo menos aula!
Coitado dos professores que não recebiam atenção nenhuma!



CLAW
Lançamento: 1997

Esse é um dos jogos mais divertidos de todos os tempos. Os PCs não tinham grandes jogos de plataforma - estilo comumente encontrado nos consoles - então Claw era uma ótima pedida pros donos de computadores e fãs do gênero.
Claw é um jogo que não envelhece nunca, graças aos seus belos gráficos cartunescos e sua jogabilidade extremamente fluída. É um jogo bem desafiador, mas que em momento algum se torna enfadonho ou cansativo.  



ELIFOOT 98
Lançamento: 1998

Começar com um time aleatório, escalar, comprar e vender jogadores e ficar olhando pra tela parada do PC torcendo para que seu time fizesse gol, sem sequer ver o jogo, apenas os placares e poucas informações. Essa era a premissa de Elifoot 98.
Apesar de parecer bem entediante hoje em dia, naquela época era demais. Passei horas jogando isso até levar meu time à elite do futebol brasileiro.


E vocês, quantos jogos dessa lista já jogaram? Lembram de mais algum jogo que poderia entrar nessa lista?
Comentem...
Plataforma:


Marvel Super Heroes in War of the Gems (SNES)

terça-feira, 9 de junho de 2015 Postado por P.A.


Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Capcom


Lançamento: 1996


Jogadores: 1 player





Essa semana finalmente assisti "Os Vingadores 2: Era de Ultron". Moro numa cidade pequena e a demora pros filmes chegarem no cinema daqui é imensa... E pra quem ainda não assistiu, faça um favor a si mesmo e vá assistir, pois é do C-A-R-A-L-H-O! Tirando a parte em que o Gavião Arqueiro morre e... Ops!

Depois de ver o filme resolvi fazer um análise de algum jogo dos Vingadores. Iria fazer do jogo lançado pra SNES e Mega Drive intitulado "Captain America and the Avengers", mas não estou com saco pra jogar aquele aborto da mãe natureza, então resolvi fazer análise desse jogo aqui, que joguei muito quando era moleque transante.

A história é baseada em dois arcos das HQs: "A Manopla do Infinito" e "Guerra do Infinito". Eu não sou leitor de HQs, mas pelo que pesquisei o jogo é bem fiel à história.
Toda a história gira em torno das Joias do Infinito. Cada joia tem um poder diferente (tempo, poder, mente, alma, realidade e espaço), e é dito que aquele que conseguir reunir todas elas pode dominar o universo. Adam Warlock avisa que alguém esta planejando reunir todas elas e convoca os heróis mais poderosos da Terra pra ajudá-lo a impedir que elas caiam em mãos erradas. O supercomputador das indústrias Stark mostra a possível localização delas em diferentes pontos do planeta Terra e agora cabe aos heróis ir em busca delas!


Seleção de fases / Seleção de personagens

A primeira coisa que se nota ao iniciar o jogo, é que ele te dá a liberdade de escolher a fase que quer jogar, sem uma ordem fixa. Quatro fases estão disponíveis inicialmente, e ao passar por elas, novas fases irão surgir. Assim como as fases, o jogo também deixa você escolher qual herói quer usar - Capitão América, Hulk, Homem de Ferro, Homem-Aranha ou Wolverine. Cada personagem tem sua característica: Hulk e Homem de Ferro são mais fortes, porém são um pouco mais lentos. Wolverine e Homem-Aranha por sua vez são mais fracos, porém são mais rápidos e podem escalar paredes. Capitão América é o mais balanceado de todos.
Vale citar também que cada personagem tem alguns golpes especiais (soltar teia, lançar o escudo, atirar lasers, etc) que não são difíceis de serem aprendidos. Porém o golpe secreto que só pode ser usado com alguma joia equipada é muito difícil de ser desferido! Tarefa para poucos.

Existem alguns itens espalhados pelas fases. Alguns itens de cura tem utilidade na própria fase recuperando sua energia assim que pegá-los, outros são coletados mas só podem ser usados na tela de seleção de personagem. Isso porque seu personagem vai ficar com a quantia de energia que terminar a fase; portanto se quando você derrotar um chefe estiver com pouca vida, ao escolhê-lo novamente pra jogar em outro cenário, ele estará exatamente com a quantia de vida que terminou a fase anterior e não com a vida cheia.
Nessa tela também é possível equipar alguma joia do infinito, caso já tenha recuperado alguma delas de algum chefe. Equipar a joia do tempo no Hulk ou no Homem de Ferro, pode torná-los mais rápidos e com isso, verdadeiras máquinas de matar. Ou a joia do poder no Wolverine ou no Homem-Aranha para aumentar o dano de seus ataques. Esses são apenas alguns exemplos, mas você pode usar a estratégia que quiser. Lembrando que só é possível equipar uma joia. 
Assim como a quantia de vida do personagem, caso morra com algum deles durante uma fase, ele continuará inativo até que você 'reviva' ele com um item pra isso.

Que bonita essa pirâmide asteca no meio da floresta Amazônica!

Apesar de parecer um beat'em up, Marvel Super Heroes infelizmente não é! A Capcom optou por fazer um jogo de plataforma em 2D, o que pra mim foi um erro... Jogar com os heróis espancando os inimigos por ruas e caminhos mais amplos como dos jogos de briga de rua, seria muito mais divertido. O jeitão plataforma deixou o jogo um pouco travado, com o movimento dos personagens (que são grandes na tela) um pouco lento. Sem falar que às vezes, quando seu herói é atingido ele cai em câmera lenta, e isso irrita um pouco.
Além do mais, em momentos com muitos personagens na tela o jogo apresenta alguns slowdowns. Talvez se fosse um beat'em up - com a câmera um pouco mais afastada e personagens menores - isso não aconteceria.

Graficamente o jogo é muito bonito. Os cenários estão bem feitos e os sprites dos personagens são bem detalhados e grandes na tela, como já dito anteriormente. O que fica devendo nesse quesito é a falta de criatividade dos inimigos... Na grande maioria são clones malvados do Wolverine, Homem de Ferro, Hulk, Gavião Arqueiro, Visão e muitos outros... Apesar de serem grandes e detalhados também, são bem genéricos e é até bizarro de ver a gente com o Homem de Ferro batendo em outros Homens de Ferro fakes, por exemplo. Alguns vilões conhecidos dos fãs são chefões em alguns níveis, como Dr. Doom, Magus e Thanos; mas alguns chefes também são apenas clones malvados dos heróis.

A música é boa. Faz o feijão com arroz sem comprometer, mas também não faz nada demais pra surpreender. Os efeitos sonoros também estão na média, mas sem nada de grande destaque.
Dando uns tabefes no cosplay do Wolverine!

O jogo não é muito longo. São dez níveis no total, sendo nove fases com chefes e o último nível com a luta final. Vale citar que as joias são aleatórias e são encontradas em diferentes fases cada vez que se reinicia o jogo!
Marvel Super Heroes foi lançado já no fim da vida do SNES, por isso, pode ter passado despercebido por muita gente, mas é um jogo bacana que merece ser conferido.
Além dos probleminhas citados na análise, ainda acho que ficou faltando um modo multiplayer/coop, que poderia tornar o jogo mais divertido, apesar de torná-lo mais fácil do que já é!



NOTA FINAL: 7,5
TALVEZ SE A CAPCOM TIVESSE OPTADO POR FAZER UM BEAT'EM UP COM OS HERÓIS, TERÍAMOS UM JOGO AINDA MELHOR E MAIS FLUÍDO... MAS ISSO NÃO DESMERECE AS QUALIDADES DE MARVEL SUPER HEROES!
Plataforma:


Piores capas de jogos! [34]

sábado, 4 de abril de 2015 Postado por P.A.

E olha quem resolveu aparecer depois de meses longe do blog... Sim, as piores capas dos jogos!
Vocês pensaram que durante a minha ausência eu não fiz absolutamente nada? Pois estão enganados. Eu estava dormindo! Não apenas dormindo, mas sim dormindo pra caralho!
Mas no tempo em que estava acordado, eu encontrei diversas capas horríveis pra aumentar minha coleção e esculhambar aqui no blog...


Popeye - Atari
Cada vez mais eu tenho certeza que o pessoal da Atari morava na ilha de Lost. Eles não conhecem diversos personagens famosos e não sabem como retratá-los nas capas dos seus jogos.
Vocês devem se lembrar que eles também não conheciam o Superman - como já vimos na primeira parte dessa magnífica série.
E agora, nos deparamos com mais um personagem famoso o qual eles não conhecem. Pior que isso, não apenas não o conhecem, como não tem a MÍNIMA IDEIA de quem caralhos é Popeye!
Popeye é um marinheiro baixinho, marombado, que fuma espinafre e come cachimbo... Digo, fuma cachimbo e come espinafre.
Mas para o pessoal da Atari, Popeye é um frequentador da Oktoberfest, degustador de pernil e que deveria se chamar Podolski!
Ps: desconfio fortemente que essa capa seja fake ou a cópia pirata do jogo! Mas coloquei mesmo assim porque a zoeira não pode parar!


Guardian Angel - Commodore 64
Em Guardian Angel, nós controlamos um sósia do ex-presidente norte-americano George W. Bush, e saímos por aí dando pescotapas em sujeitos esquisitos que tem a cabeça desproporcional ao resto do corpo.
Pelo menos é isso que a capa sugere!
Saudades dos bodes das capas dos jogos do Commodore 64! Muito melhor colocar bodes mutantes em capas do que Bush...


Ghost House - Master System
Eu sempre critico a total falta de criatividade da maioria das capas do Master System, principalmente porque elas nunca dizem sobre o que se trata o jogo em questão!
E agora vemos Ghost House, que provavelmente é um jogo sobre uma mão que segura cartucho com a foto de morcegos e com os dizeres "Ghost House".
Por que não desenharam apenas os morcegos? Não diria muita coisa sobre o jogo também, mas era muito menos pior do que desenhar uma mão segurando o cartucho do jogo!
A preguiça unida com a falta de criatividade desses caras supera todos os limites...


Castlevania: Dawn of Sorrow - Nintendo DS
Pelo jeito o gênio que trabalhava na Sega na época do Master System e fez a capa do Ghost House, foi contratado pela Konami.
Vejam só vocês que a capa do jogo é bem legal, com os personagens principais e um belo cenário ao fundo.
Então a Konami resolve relançar o título a um preço mais acessível na sua linha "Konami's Best" e tem a brilhante ideia de colocar uma foto da caixa do jogo, na própria caixa do jogo!
É A FOTO DA CAIXA DO JOGO... NA CAIXA DA PORRA DO JOGO!
Qual o sentido disso? Por que simplesmente não colocaram a foto do jogo normal? Copiar e colar galera, mais fácil impossível!
Deve ser apenas pra esfregar na sua cara que você é pobre e teve que comprar o jogo quando foi lançado com um preço mais baixo!


Wolfenstein 3D - SNES
Wolf 3D é um clássico dos computadores que foi um marco na época do seu lançamento! Com o sucesso, vieram as conversões pra todas as plataformas possíveis.
Infelizmente a capa do jogo para Super Nintendo nem de longe indica a qualidade do mesmo...
De dia, B.J. Blazkowicz, espião e matador de nazista!
De noite, Justin Bieber, moleque mimado que picha muro e toma garrafada em show!


E essa foi mais uma parte das piores capas de jogos!
As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16
Parte 17
Parte 18
Parte 19
Parte 20
Parte 21
Parte 22
Parte 23
Parte 24
Parte 25
Parte 26
Parte 27
Parte 28
Parte 29
Parte 30
Parte 31
Parte 32
Parte 33


Top 10 - As melhores armas dos games

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015 Postado por Tristan.ccm

Todo jogo dá ao personagem uma forma de atacar e derrotar os inimigos. Embora alguns nos dêem armas reais, como pistolas e afins, alguns jogos criam coisas que só existem ou só podem existir dentro de um jogo. E neste Top 10 vamos listar as maiores armas que encontramos apenas nos jogos (por esse motivo, armas que existem no mundo real, como facas, pistolas e escopetas, ficarão de fora da lista). Escolha sua arma e vamos ao combate!

10- Spread Gun (Contra)

                                    

Nada melhor do que uma arma que atira em vária direções ao mesmo tempo, não é mesmo? Todo jogador de Contra se matava sempre que aparecia esse "S" na tela! Pena que basta um tiro pra você perdê-la... Confesse, você torcia por um "S" quando passava aquela paradinha voando!

9- Enemy Chaser (Metal Slug)

                                                      

Melhor que uma arma que atira em leque, só uma que persegue o inimigo! A mais apelona das armas de Metal Slug tinha como defeito apenas a pouca munição, pois era extremamente divertido ver os mísseis perseguindo o inimigo!

8- Option (Gradius)

                                     

Valia e muito a pena economizar as orbes vermelhas nesse jogo. Pra quem não sabe, Option eram aqueles drones amarelos que seguiam sua nave, atirando junto com você (e tinham o mesmo tiro). Apelação master era aquele "trenzinho" com um monte de drones te seguindo e despejando tiros e mais tiros!

7- Masamune (vários jogos)


A espada suprema em vários jogos. Sim, espadas existem no mundo real, mas nenhuma delas corta uma montanha no meio (como a do Frog em Chrono Trigger) ou tem três metros de comprimento (como a do Sephiroth em Final Fantasy VII). Seu nome veio de um mestre ferreiro do Japão Feudal que entrou para a história com suas katanas afiadíssimas. Com isso, vários jogos lhe prestam homenagem com uma espada chamada Masamune, quase sempre a melhor do jogo e difícil de conseguir na mesma proporção!

6- Pulo giratório (Sonic)


Se você é um ouriço, ficar em posição fetal te transforma em uma bola de espinhos mortal. Sabendo disso, Sonic utiliza esse pulo como arma em quase todos os jogos (e pensar que no novo Sonic Boom ele dá porradas...). Não tem animal robotizado ou cientista gordo que sobreviva a essa esfera azul da morte!

5- Ataque por cima (vários jogos)


Seja o icônico pulo do Mario, a bengala pula-pula do Tio Patinhas (Ducktales) ou a infame bundada do Mickey (Castle of Illusion), quase sempre pular num inimigo é a melhor forma de derrotá-lo. Ainda mais se seus pulos alcançam três vezes sua altura (e você reclamando da física de Watch Dogs...). Uma das primeiras coisas que você faz num jogo de plataforma é pular num inimigo, não é?

4- Baixo + Frente + Soco Forte (jogos de luta)

                                         
Da mesma forma que sempre pulamos na cabeça de alguém num platformer, em jogos de luta a primeira coisa que fazemos e essa combinação, na esperança de ver nosso lutador "soltar magia". E quase sempre somos recompensados! É a arma preferida de muitos "apelões", que adoram secar a barra de vida do oponente à distância!

3- Bahamut (série Final Fantasy)

                                      
Nos jogos da série, os monstros que você pode usar como arma (usando, por exemplo, a classe Summoner) recebem nomes diversos, como Summons, Espers, Eidolons, Aeons... Geralmente eles têm os mesmos nomes, mas quase sempre o mais apelão é o Bahamut, um dragão gigante cujo ataque Mega Flare dá dano até em seres de fogo! Ou seja, ele QUEIMA O FOGO! Não tem como ser mais poderoso que isso. Ou tem?

2- Casco Azul da morte (série Mario Kart)

                                       
Infâmia das infâmias, destruidor de muitas amizades, o casco azul segue por toda a pista, atropelando todo mundo. Seu alvo, o primeiro colocado, que ele acertará quase que infalivelmente. Poucos são os seres capazes de desviar da arma suprema dos jogos de corrida, cujo alarme é quase sempre o prenúncio da derrota para seu pobre alvo!

1- Metal Blade (Mega Man 2)

                                        

O troféu vai para a arma que consegue ser mortífera até mesmo para seu dono! Sério, cada chefe de Mega Man 2 tem duas fraquezas. A do Metal Man são o Mega Buster e... sua própria Metal Blade: três tiros dela e ele vira sucata! Some isso ao fato dela atirar em todas as 8 direções (uma das poucas armas da série clássica que faz isso) e quase não gastar munição e você tem a arma mais apelona de todos os jogos!

Menções Honrosas

Stealth (vários jogos)

                                     

Não é bem uma arma, mas uma técnica que te ajuda e muito a chegar ao seu objetivo num jogo. Às vezes é bem melhor evitar um confronto do que lutar, coisa que jogos como Metal Gear e The Last of Us usam com maestria. Afinal, seu inimigo não poderá derrotá-lo se ele nem souber onde você está!

Portal Gun (Portal 1 e 2)

Também não é bem uma arma, pois serve mais para transporte do que para derrotar inimigos, mas admita: você adoraria usar portais pra pegar de surpresa aquele camper desgraçado, não é mesmo? Fica aí a menção honrosa para a arma mais criativa dos jogos First Person.

BFG 9000 (Doom)

Deixar a Big Fucking Gun de fora de uma lista de armas seria um sacrilégio gamístico, pois ela chega a ser mais apelona que a própria Metal Blade. Mas Doom é um FPS, e se eu colocasse essa arma no top 10 eu teria que citar outras armas fantasiosas de FPS, logo achei melhor deixar ela na menção honrosa mesmo.



[Games em Foco] Mulheres e videogames (I)

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015 Postado por Tristan.ccm

Infelizmente, vivemos numa sociedade machista. As mulheres ganham menos nas mesmas funções e são muito discriminadas Nos games, existe também muito preconceito, com personagens ou sexualizadas demais ou relegadas a condição de "namorada sequestrada". Nesse especial, dividido em duas partes, veremos como é a relação entre mulheres e videogame, primeiro falando das mulheres que fazem parte dos jogos e, depois, das jogadoras de videogame.

Parte 1 - As personagens femininas



O primeiro personagem feminino a aparecer num game era uma vilã, ou quase isso: Pinky, a fantasma rosa de Pac-Man. E era a segunda mais ágil, segundo a programação do jogo (só perdia para Blinky, o fantasma vermelho). A sequência do jogo nos trouxe a primeira heroína: Miss Pac-Man, que era só o herói do jogo anterior com um lacinho na cabeça... Era o máximo de feminilidade que a era pré-NES permitia!

Acreditem ou não, essas são as primeiras personagens femininas da história dos games!


Um pouco de evolução tecnológica nos trouxe uma nova personagem feminina: Pauline, a namorada de Jumpman que deveríamos salvar do perigoso Donkey Kong. Pauline puxou a fila de um estereótipo que perseguiu as mulheres dentro dos games: a donzela em perigo. São tantas que fica até difícil enumerar todas sem esquecer nenhuma: Marian (Double Dragon), Peach (Super Mario Bros), Prin-Prin (Ghosts'n Globins), Zelda (Legend of Zelda), entre outras.

Pauline, a primeira "donzela em perigo".


Entretanto, a era 8-bits nos trouxe a primeira grande protagonista e heroína dos jogos: Samus Aran, do game Metroid. E foi uma surpresa, pois ela só se revelou como UMA caçadora de recompensas pra quem zerou o jogo em menos de 3 horas, quando ela tira sua armadura. Apesar do bônus onde ela aparece de biquini (pra quem zerasse em uma hora ou menos), Samus não era sexualmente explorada no jogo, mesmo porque era meio difícil fazer isso usando pixels, porém ainda hoje ela é conhecida por ser uma mulher que não depende apenas de seus atributos físicos (coisa que a Zero Suit prova que ela tem, e muito).


A cena que chocou muitas pessoas: descobrir que quem destruiu Mother Brain e dezenas de Piratas Espaciais era uma mulher!


Mas a caçadora de Metroids é uma gota no oceano. Com o advento dos 16 bits e dos jogos de luta, as "gostosonas" chegaram com tudo: Chun Li (Street Fighter), Sonya Blade (Mortal Kombat), Mai Shiranui (King of Fighters) e Orchid (Killer Instinct) mostraram que muitas curvas e poucas roupas fazem muito sucesso. A coisa chegou a ponto da série Dead or Alive lançar um spin-off de vôlei de praia onde os programadores fizeram questão de criar uma engine exclusivamente para fazer os seios das personagens balançarem independente um do outro!

No papel, um jogo de vôlei de praia, mas quem comprou fez outro tipo de "exercício"


Outro gênero que faz esse uso das mulheres é o RPG. Já virou até piada as armaduras femininas, que deixam todos os atributos da guerreira à mostra, enquanto os homens se cobrem de metal dos pés à cabeça. Dificilmente você verá uma mulher com armadura cobrindo a barriga ou as pernas num MMORPG, ou mesmo num RPG de console.

Uma imagem que traduz o que muitas jogadoras pensam ao jogar um RPG


Para muitos, a culpa disso é o fato da maioria dos jogadores de videogame ser do sexo masculino. Podia até ser nos primórdios, quando eu e muitos de vocês começaram a jogar, mas hoje em dia isso já não é tão verdadeiro: segundo a revista Superinteressante divulgou em setembro de 2012, as mulheres gamers, no Brasil, já somavam 47%, ou seja, uma proporção quase de um para um! Pena que a maioria delas fique em jogos casuais e sociais como Candy Crush... Na segunda parte dessa matéria, pretendo abordar melhor essa questão.

Porém, se isso te incomoda de alguma forma, existem exceções à essa regra. Lara Croft, que nos primórdios do 3D teve seus seios poligonais exagerados de propósito, hoje é mostrada de forma mais humana e realista. Faith, a protagonista de Mirror's Edge, apesar das roupas curtas não é uma "sex-bomb" e consegue, assim como Samus, ser feminina sem apelar para o sexismo. E a Chell, de Portal, também merece ser mencionada.

Chell e Faith, duas gotas num oceano de peitos e roupas curtas, mas provam que dá pra fazer personagens femininas sem apelar pra vulgaridade


Pena é que essas personagens, que não precisam usar biquínis minúsculos para serem lembradas, sejam exceção e não regra. Enquanto for assim, as mulheres continuarão afastadas de uma forma de arte que poderia ser menos sexista...

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