Congo's Caper (SNES)

quarta-feira, 16 de abril de 2014 Postado por P.A.

Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Data East


Lançamento: 1992


Jogadores: 1 player


Quando eu era pivete, ia com frequência alugar jogos. Todos nós íamos. Era um hábito muito comum que se perdeu no tempo. Infelizmente!
Mas havia um mal nas locadoras... Os cartuchos eram piratas - pelo menos nas locadoras que eu ia - e com isso muita gente alugava um jogo e trocava o chip do jogo por outro. Muita gente já deve ter feito essa filhadaputice; eu inclusive. Um amigo meu tinha um cartucho do Indiana Jones que não funcionava mais, fomos na locadora, alugamos Super Mario All-Stars e trocamos os chips. Sim, um pequeno delito; mas quem nunca agiu como corinthiano uma vez na vida que atire a primeira pedra!
E assim o próximo que alugasse o jogo, teria uma surpresa nada agradável; afinal não ia jogar nada, pois o chip que colocamos não funcionava.
E era o crime perfeito; afinal quem iria desconfiar ou teria provas pra acusar de ter trocado os chips?
O dono da locadora nada poderia fazer. E mais, ele estava alugando jogos piratas e quer me julgar? Somos todos culpados nessa sociedade de hipócritas.
E porque caralhos contei essa história? Pois foi assim que conheci Congo's Caper...
Fui até a locadora e peguei a caixa do jogo Joe & Mac 2. Já conhecia o jogo e queria jogá-lo em um dos meus finais de semana, mas para minha supresa, ao ligar o Super Nintendo, o jogo era Congo's Caper. O primo pobre do Joe e Mac!

Homenagem ao Joe... Ou ao Mac! Sei lá!
Congo's Caper é um jogo simples em tudo.
Sua história é uma porcaria de tão simples. Você é um macaco serelepe chamado Congo que tem uma namoradinha, a Congette! Que criativo... Meu nome é Paulo e seguindo essa linha de raciocínio, preciso namorar alguém chamada Paulete, que com esse nome, só pode ser um travesti.
É um pássaro? É um avião? Não, é só um cosplay do Drácula!
E lá esta você com sua turminha de macacos e sua garota; quando de repente caem duas esferas rosas do céu e transformam você e sua namorada em humanos. Você vira um garoto de cabelos azuis e ela uma menina de cabelos lilás. Porém vocês não ficam transformados em humanos pra sempre; pois quando apanham voltam a ser macacos. O retrocesso da evolução da nossa espécie. Bem que dizem que bater não resolve nada na educação. Mas é claro que resolve!
Tudo estava tranquilo quando de repente um terrível vilão que faz cosplay de Drácula aparece, te espeta com seu tridente e foge com sua garota. Por que ele raptou sua namorada? Por que ele faz cosplay de Drácula? O que caralhos são essas esferas rosas? E por que só você e a sua namorada se transformam em humanos, enquanto o resto da galera é macaco eternamente? Essas e outras perguntas jamais serão respondidas, pois o jogo não diz nada sobre isso (nem no manual, nem quando você termina o jogo) e a Data East faliu em 2003. Nunca teremos as respostas!

Os comparsas do maluco fantasiado de Drácula!
Os gráficos do jogo podem ser bacanas pra uma criança, e eu não me lembro de ter reclamado disso quando era moleque. Porém, jogando agora vejo que os cenários carecem de um capricho. Assim como os inimigos genéricos e repetitivos. Temos pterodácteis e homens das cavernas aos montes em todas as fases. TODAS! O jogo tem uma tela de seleção de estágio onde temos fases aquáticas, fases num castelo; fases vulcânicas e independente do cenário escolhido, encontraremos sempre os mesmo inimigos.

O jogo parece só ter uma única música pra todas as fases. Que alterna para um tom mais tenso, em lutas contra os chefes; mas volta ao ritmo alegre durante o decorrer das fases. Há pouquíssima variação nas músicas durante o jogo... Os efeitos sonoros são simples, mas não comprometem.

Fase no navio... Parece que já vi isso antes!

Congo's Caper é bem simples e qualquer pessoa pode jogá-lo sem maiores problemas. Nosso herói só bate com sua clava e pula; é muito simples.
Você começa o jogo na forma de humano, se apanhar retrocede e vira macaco e se apanhar de novo morre. Pra voltar a ser humano, basta pegar uma esfera rosa. Se você conseguir coletar três esferas enquanto for humano, você vira Super Congo! O herói fica colorido e piscando e seu salto fica muito mais alto e você fica com as esferas como medidor de life, sendo necessário tomar três pancadas pra virar macaco. O medidor de esferas rosas, fica no canto esquerdo superior da tela. Se estiver com os três cheio, cada vez que pegar outra esfera rosa você ganha uma vida extra.
No topo da tela também tem uma roleta. Cada vez que você pega uns quadradinhos azuis você tem a chance de ganhar vidas extras ou até passar automaticamente de fase, contando com a sorte.

Acredite, estamos no estômago de um T-Rex!
O jogo possui várias bizarrices que não podem passar despercebidas, mesmo se tratando de um jogo de videogame. Algumas fases são muito esquisitas e tem coisas completamente desnecessárias ou sem noção. Ou os dois ao mesmo tempo!
A fase aquática onde raios caem a todo momento é ridícula de mal feita e totalmente desnecessária.
Mas a coisa mais sem noção sãos as fases no estômago do T-Rex. Totalmente non sense!
Inclusive a útlima fase e a luta contra o último chefe ocorrem dentro do dinossauro... E depois de vencer o inimigo você simplesmente salva sua namorada e foda-se a lógica da porra toda! É um jogo dos anos 90; ninguém se importava.


NOTA FINAL: 6,0
CONGO'S CAPER É BONITINHO E ORDINÁRIO. É UM JOGO FEITO PRA CRIANÇAS, MAS QUE PODE TE DIVERTIR TAMBÉM. PORÉM, SE PUDER ESCOLHER, MELHOR JOGAR JOE E MAC!
Plataforma:


Perfil: Smooth McGroove - A Orquestra Humana!

domingo, 23 de março de 2014 Postado por Azrael_I


Estreia: no Youtube, em Janeiro de 2013




Maior Sucesso: Guile's Theme (maior número de acessos)




Última Aparição: em um episódio da websérie Did You Know Gaming?


Um dos meus passatempos preferidos, quando não estou jogando, é buscar músicas de videogames em versões que vão além dos jogos; como em um post antigo meu, às vezes acho versões bem interessantes de músicas de games, tanto antigos quanto recentes, incluindo versões Heavy Metal, música clássica, cantadas... e foi assim que descobri a respeito de Smooth McGroove:


A aparência típica de um vídeo de Smooth McGroove, com seus vários "instrumentos"


McGroove (cujo nome verdadeiro é Max Gleason) é um músico que ficou famoso recentemente por fazer versões A Cappella das músicas dos videogames; nada de guitarra, teclado, saxofone ou qualquer outro instrumento musical, ele grava as músicas completamente e unicamente na voz, gravando várias vezes a mesma música (já que em cada vez ele grava o som de um instrumento diferente)! É inacreditável a precisão com a qual ele consegue gravar as músicas, que ficam bem próximas das originais! Seus vídeos (que já contam com milhões de acessos) são montagens com todos os sons que ele usa na música em questão, com imagens do jogo/personagem/fase, numa versatilidade realmente incrível! Curtam aí algumas de suas obras:

Tema do Storm Eagle (Megaman X)


Tema de Super Mario World


Tema do Guile (Street Fighter II')


 Tema de Chemical Plant Zone (Sonic 2)


Bloody Tears (Castlevania II: Simon's Quest - alguém achou que eu ia deixar essa de fora?)



Enfim, são tantas que não dá para pôr no post (mais de 70!), mas todas elas podem ser facilmente encontradas no Youtube ou na página pessoal do McGroove, inclusive em versão MP3. Acho muito importante o trabalho dele e de bandas como a Mega Driver (que também apareceu brevemente aqui no Museum) e a The Black Mages, que além de resgatarem os clássicos dos games também dão a essas músicas novas versões e "roupagens" para as gerações atuais conhecerem os motivos de muitos desses games terem ficado famosos por suas trilhas sonoras (ou o contrário)... ou só curtirem mesmo um bom som. Nóis na fita!

CURIOSIDADES:

- É interessante o gosto de McGroove pelas músicas dos jogos antigos, pois ele mesmo declarou que "music for video games today serve a more atmospheric role with less of a focus on memorable melodies" ("músicas para vídeo games hoje servem mais como um papel climático e com menos foco em melodias memoráveis")...

- O gato preto que aparece em alguns dos vídeos é macho e se chama Charl;

- Ele apareceu recentemente em um episódio da webserie Did you know gaming?, falando sobre a série F-Zero.




Os Chatos (IX)

terça-feira, 11 de março de 2014 Postado por Azrael_I

Professor T-Bird
Estreia: Battletoads (Nes, Computador AMIGA)




Auge da Chateação: Battletoads & Double Dragon (Nes, Mega Drive, Game Boy e Snes)




Última Aparição: Battletoads in Battlemaniacs (Snes e Master System)



"Even I could've beaten that!" - Professor T-Bird

No meu post recente sobre Battlemaniacs os leitores do Blog podem ter estranhado a hostilidade com que tratei um dos personagens da franquia Battletoads (isso, claro, aqueles que nunca jogaram nenhum game dos Battletoads e não chegaram a ver essa ave maldita), então para deixar as coisas claras decidi ressuscitar esta série do Tristan apenas para falar de um dos coadjuvantes mais chatos que os produtores de games já fizeram: o Professor T-Bird.

Então por que você não faz, em vez de mandar os outros, desgraça?

Muita gente compara Battletoads com as Tartarugas Ninja, devido à semelhança entre os jogos e os personagens; bom, se os Toads são equivalentes às Tartarugas, o Professor T-Bird é o equivalente ao Mestre Splinter, ou seja, é ele o chefe dos Battletoads, quem os orienta, organiza e treina, além de avisá-los dos planos de sua arqui-inimiga Dark Queen (que pra falar a verdade eu sempre achei uma vilã melhor que o Destruidor...), fazer suas máquinas e conduzí-los pelas fases contra os demais inimigos. Se ele se limitasse a isso tudo bem, T-Bird não passaria de um "Splinter Genérico"(com uma pitada de Donatelo), como tantos que haviam nos anos 80 (sim, haviam muitas cópias das Tartarugas, uma pior que a outra)... o problema é que ele faz tudo, menos dar apoio moral aos Battletoads! Sentado em sua cadeira (um poleiro não seria mais adequado?) e controlando os passos dos Toads pelas fases através de seu computador, T-Bird aparece entre as fases e dá dicas (a maioria inútil) sobre a fase que está começando e faz comentários sobre a fase que termina, em geral discutindo com a Dark Queen o desempenho dos Toads. O problema é quando o jogador perde um Continue (coisa bem frequente em todos os games da série): T-Bird aparece fazendo algum comentário ácido, esculhambando os Toads, do tipo "As coisas parecem estar indo bem, Toads... pro lado da Dark Queen!" Quer dizer, os Toads (e às vezes os Double Dragons) são a única esperança da Galáxia e o próprio chefe tira sarro deles?!

Eu com certeza não riria com a possibilidade da Terra acabar...

Battletoads (e suas continuações) já é um game difícil pra C@#@LHO, e a coisa fica ainda pior com os comentários do "chefe" dos Toads: em vez de tentar animar o jogador, seus comentários só dão mais raiva; num Beat n' Up normal isso até que seria bom pois daria mais gás para sair espancando os oponentes (de preferência imaginando eles com a fuça da ave maldita...) mas Battletoads, apesar de ter fases de Beat n' Up, é um jogo mais de habilidade, memorização e técnica e qualquer emoção mais forte acaba por tirar a concentração dos jogadores, que precisam de cabeça fria e mente aguçada para superar os quebra-cabeças das fases do game.

What the "frog"?!

Qualquer um que tenha participado de uma equipe sabe que é função do chefe/treinador/organizador/diretor ou equivalente dar apoio moral, levantar o ânimo, manter o bom humor da equipe e mantê-la unida, e não tentar humilhá-los! Com um líder desses, é de admirar a fidelidade dos Toads (ou a burrice) em continuarem na equipe desse urubu em vez de passarem pro lado da Dark Queen pois, verdade seja dita, uma vilã gos... hã, saudável daquelas, de fala suave e que ainda ajuda de vez em quando (mandando fases de bônus) é bem mais atraente do que um chefe que, além de mandar os caras para missões suicidas (bota suicida nisso!), ainda gosta de humilhá-los... e isso quando o desgraçado não tenta tomar crédito por algo que não fez  e aproveita pra alfinetar os inimigos derrotados como se ele tivesse feito todo o trabalho sozinho!

"Roper, nossos punhos derrotaram suas balas" Nosso punhos aonde, ave do mal?! Quando que você levantou uma dessas asas pra dar um único soco (o que seria aliás anatomicamente impossível) em vez de ficar jogando videogame enquanto os outros se ferram nas mãos da Dark Queen?


Pra piorar as coisas, a última fala dos games costuma ser do Professor T-Bird, que apenas faz um comentário inútil... pra fechar com chave de ouro, o pior de tudo: por ser um NPC (Non-Player Character, personagem não-jogável) e ainda por cima um aliado, não é possível matar o T-Bird, nem sequer dar um único soquinho nesse bico amarelo tagarela! Como diz o Tristan, pior do que um chato só um chato que não morre! Maldita ave mocoronga!




Maldita ave mocoronga!

CURIOSIDADES SOBRE T-BIRD

- O único game da série em que T-Bird não aparece é em Super Battletoads para Arcade (mas ele é mencionado na história do game);

- No único episódio do desenho animado de Battletoads é T-Bird quem cria os Toads, dando a três nerds terráqueos uma poção especial; agora até faz sentido a Dark Queen chamá-los de "Battlenerds"...

- O dublador americano de T-Bird nesse episódio piloto é Michael Donovan, que entre muitos outros personagens dublou também o Conan (em seu próprio desenho), o Guile (no cartoon de Street Fighter) e o Dentes-de-Sabre (em X-Men Evolution)! Fazer o que, acho que todo artista tem que ter uma mancha na carreira (quer dizer, uma mancha MAIS negra do que o horrível desenho do Conan ou o péssimo cartoon de Street Fighter)...

- Pra não dizerem que é implicância só minha: o site I-Mockery colocou T-Bird na lista das Aves Mais Mortais do Nes, ao lado do pássaro de Ninja Gaiden (outro desgraçado) e do pássaro-robô de Megaman que botava um ovo com vários outros pássaros dentro... pra estar nessa lista tem que ser MUITO maldito (ou nem tanto, já que o Tio Patinhas também está...)!

- Ah sim, não adianta perguntar: não consegui achar em nenhum lugar o significado do "T" em T-Bird (supostamente seria ThunderBird, em homenagem ao carro da Ford, mas eu tenho minhas dúvidas...). Se alguém souber o significado e puder me ajudar, eu agradeço.


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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014 Postado por P.A.

Demorou mas esse dia chegou...
Finalmente depois de anos, o blog ganhou uma página no Facebook!

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See ya!
Plataforma:


Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back (PSX)

sábado, 8 de fevereiro de 2014 Postado por P.A.


Gênero: Ação/Plataforma


Fabricante: Naughty Dog


Lançamento: 1997


Jogadores: 1 player





Quem poderia imaginar que a Sony - até então novata no mundo dos videogames - iria desbancar os concorrentes com tanta facilidade? Desde o dia do seu lançamento, o Playstation sempre foi um sucesso de vendas, com uma biblioteca de jogos muito grande e de muita qualidade e diversidade. Mas a Sony sabia que faltava algo pro seu console ficar completo: um mascote. A Nintendo tinha o Mario e a Sega tinha o Sonic; e a Sony acabou meio que adotando Crash Bandicoot como seu mascote - pelo menos até o fim da geração PSX; já que depois os direitos do jogo saíram das mãos da Naughty Dog e ele se tornou multi plataforma, e com qualidade duvidosa. Crash tinha tudo pra bater de frente com seus rivais, pois assim como Mario e Sonic, era muito carismático, cômico e o melhor, seus jogos eram muito divertidos. Eu sou suspeito pra falar, pois sou um grande fã de todos os jogos da série lançados para PSX.

Crash Bandicoot 2: Cortex Strikes Back começa logo após os eventos do primeiro jogo. Cortex cai em uma caverna e encontra um poderoso cristal mestre, o que lhe rende mais uma idéia maligna. Enquanto isso, Crash estava na praia com sua irmã caçula, Coco. Ela pede a Crash que vá buscar uma bateria pro notebook dela; e quando nosso herói parte em busca da bateria ele é capturado pelo cientista maluco. Cortex mente pra Crash dizendo que agora ele está do lado do bem e que os planetas irão se alinhar e a humanidade toda será dizimada com isso, mas que se conseguir reunir 25 cristais Cortex poderia impedir a destruição da humanidade. E assim começa nossa aventura, com Crash tendo que coletar os cristais acreditando nas mentiras de Cortex.

A primeira coisa à se notar de diferente em relação ao primeiro jogo, é que as fases estão divididas em cinco mundos contendo cinco fases cada; todas acessíveis através de uma espécie de warp room e não mais num mini-mapa. Com isso, você tem a liberdade de jogar as fases sem uma ordem fixa. Depois de passar as cinco fases, você enfrenta um chefe e vai pro mundo seguinte. Tudo isso dentro da Warp Room!
Outra coisa que mudou pra melhor foi o sistema de save. No primeiro jogo era horrível, pois você precisava achar três fichas de bônus e completá-lo para guardar seu progresso. Agora há um painel na parede da Warp Room onde você pode salvar seu progresso a hora que quiser.

Warp Room com as fases!

A jogabilidade também recebeu melhorias. Antes Crash apenas pulava e girava pra atacar, mas agora Crash ganhou algumas habilidades novas, como engatinhar, deslizar, saltar de barriga e até um pulo mais alto. Sem falar que agora é possível mover Crash pelo analógico, coisa impossível no jogo anterior, onde só podíamos usar os direcionais. Diferente da linearidade das fases do primeiro jogo, agora podemos ter fases em 2D e em 3D, podendo assim mover o personagem por toda a tela e não apenas em linha reta.

A parte gráfica e sonora não recebeu muitas modificações se comparado ao jogo anterior. Os gráfios ainda são bem feitos e muito coloridos, com cenários muito bacanas e agora mais bem elaborados; e sprites bem animados. As músicas e os efeitos sonoros também mantém a qualidade do primeiro jogo, com músicas agradáveis e com um tom de humor que lhe é peculiar para combinar com o estilo cômico do personagem.

Rodando o peão da casa própria!
Crash Bandicoot 2 é mais fácil que o primeiro jogo por dois fatores: primeiro é bem tranquilo conseguir vidas extras e o segundo é o sistema de saves! Podendo salvar seu progresso a qualquer hora, tudo fica mais fácil e você não corre o risco de ficar sem vidas e ter que começar tudo de novo.
O jogo ainda possui dois finais diferentes. Além dos cristais rosas, pedidos por  Cortex, existem diversos diamantes coloridos pelas fases... Coletando todos eles, um novo final é mostrado. Mas coletar todos os diamantes não é tarefa fácil.



NOTA FINAL: 9,0
CRASH BANDICOOT 2 MANTÉM A QUALIDADE E AINDA CONSEGUE MELHORAR EM ALGUNS ASPECTOS ONDE O PRIMEIRO JOGO FALHAVA. FOI UM APERITIVO PRO MELHOR JOGO DA SÉRIE, QUE SERIA LANÇADO NO ANO SEGUINTE!
Plataforma: