Piores capas de jogos! [35]

sábado, 26 de setembro de 2015 Postado por P.A.

Nossa vida ultimamente não esta fácil não é mesmo?
São muitas coisas ruins acontecendo... O dólar já bate na casa das 4 dilmas; impostos aumentando como se não houvesse amanhã; o país afundando em crise e nós todos na merda; o fim da banda Callypso...
É muita desgraça junta meu bom Deus!
...
O que fazer para esquecer dos problemas - nem que seja momentaneamente - e dar algumas risadas?
A resposta é: beba muito! O que whisky não cura, é porque não tem cura...
Além de beber, podemos nos divertir vendo capas ridículas de jogos. Mas se fizer as duas coisas juntos, acho que vai ficar bem melhor.
Meu estoque de capas ridículas estava acabando, mas nessas duas últimas semanas encontrei muitas outras e posso dizer que tenho muito material ainda pra essa série ser mais eterna do que a fantasia que não tem final de Final Fantasy!


Sorcerer Lord - Commodore 64
O Commodore deve ser a plataforma com a maior quantidade de capas bizarras do universo.
Na capa desse jogo temos um sujeito com um bigode ridículo e que também descoloriu os cabelos. Eu sei que ele descoloriu os cabelos porque o bigode está da cor diferente do cabelo; e fico me perguntando o quão gay é o fato de eu me atentar a este detalhe...
Além disso o sujeito usa um capacete exótico com um chifre de um lado e um lagarto (?) do outro ao mesmo tempo em que a imagem de uma mulher aparece e causa a desaprovação do lagarto.
E deixa à dúvida no ar: do que caralhos se trata esse jogo?


Checkers - Intellivision
Nada como um bom jogo de tabuleiro para unir pai e filho não é mesmo?
Exceto se seu filho for um moleque chato que esta comendo todas suas peças numa única jogada...
O pai, que faz cosplay do Bill Gates, pode até estar rindo na capa, mas aposto que no fundo ele está pensando: "Ahhh moleque filho de uma puta... Vai foder meu jogo na frente de todo mundo mesmo? Tá se achando o bonzão né? Vai apanhar pra CARALHO hoje quando sua mãe sair!"
Parece que alguém vai dormir de lombo quente!


Mega Man 3- NES
Mega Man deve ser o personagem mais foda do mundo dos jogos. O cara só tinha capa lixo na época do NES e mesmo assim conseguiu conquistar uma legião de fãs e se tornar popular... O que mostra que muita gente nessa época não dava a mínima pras capas dos jogos.
Eu já postei a capa japonesa do Mega Man 3 por aqui. E agora encontrei a capa americana e europeia e são tão toscas quanto.
Na capa americana Mega Man cheirou uma carreira junto com Maradona, ficou ligadão e resolveu sair atirando nas bolas do robô inimigo.
Sério, olha essa cara de maníaco do parque enquanto atira nas genitálias robóticas do inimigo! Ele está sentindo prazer com isso...
E essa é a capa europeia. Não sei qual a obsessão dos europeus com um Mega Man de alumínio, mas não é a primeira vez que fazem o robozinho azul com partes cinzas. E assim como na capa japonesa postada anteriormente, aqui Mega Man também esta encoxando o cachorro! Luiza Mel não curtiu isso...


 Barbie Super Model - SNES
Ok, é o jogo da Barbie e não poderíamos esperar muito da sua capa. Mas por outro lado não tinha muito o que errar, era meio básico fazer uma capa de um jogo assim, só tinham que seguir os quatro passos abaixo:
1) Fundo rosa? Confere.
2) Foto da Barbie? Confere.
3) Título do jogo? Confere.
4) Recortar as bordas brancas? Não confere.
...
Porra galera, mas que vacilo hein? Dava pra fazer isso no Paint...


Duck Dynasty - Xbox One
Bom, vocês já sabem o que eu penso sobre colocar pessoas reais em capas de jogos não é mesmo?
Nunca fica bom, são décadas que provam que essa tentativa não funciona bem...
Sobre a capa de Duck Dynasty, vemos quatro senhores barbudos, onde o do canto superior esquerdo se parece com o Azaghal do Jovem Nerd... Mas o destaque mesmo fica pro cara do canto inferior direito que esta fazendo cara de mal enquanto morde/chupa uma salsicha!
NINGUÉM PODE FAZER CARA DE MAL E CHUPAR SALSICHA! 
Ou é uma coisa ou outra....


E essa foi mais uma parte das piores capas de jogos! As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16
Parte 17
Parte 18
Parte 19
Parte 20
Parte 21
Parte 22
Parte 23
Parte 24
Parte 25
Parte 26
Parte 27
Parte 28
Parte 29
Parte 30
Parte 31
Parte 32
Parte 33
Parte 34


Crash Bandicoot 3: Warped (PSX)

sábado, 5 de setembro de 2015 Postado por P.A.


Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Naughty Dog


Lançamento: 1998


Jogadores: 1 player





Em 1996 quando o primeiro jogo da série foi lançado, Crash Bandicoot ainda era uma aposta e talvez poucos apostassem em um sucesso tão grande do carismático personagem. Dois anos mais tarde, chegava ao mercado o terceiro título da série, e agora Crash já não era mais uma aposta, e sim uma realidade. O terceiro título viria pra fechar com chave de ouro a trilogia incrível lançada pela Naughty Dog, pro console da Sony...

Crash Bandicoot 3: Warped continua de onde o segundo jogo parou... Depois de derrotar Cortex (de novo), a plataforma espacial do cientista caí na Terra, coincidentemente na prisão onde estava Uka Uka, a máscara-irmã maligna do Aku Aku. Com a explosão, a máscara do mal fica livre... Uka Uka se irrita muito com Cortex, por seus frequentes fracassos em reunir os cristais e derrotar Crash e introduz um novo aliado para ajudá-los nessa tarefa: o Dr N. Trophy, que criou uma máquina do tempo para que eles possam viajar pelo tempo em diferentes lugares e assim recuperar os cristais antes do Crash. Crash e seus amigos ficam sabendo desse plano maligno e viajam no tempo também para impedir que eles reúnam todos os cristais!

A primeira coisa a ser notada ao começar a jogar é a presença da sala com warp rooms que leva pras diversas fases e mundos do jogo (warp room que foi inserido no segundo jogo da série). No segundo jogo, os mundos ficavam em andares diferentes, e conforme se concluía um deles, uma plataforma te levava pra cima para o próximo mundo. Aqui todos os mundos e fases estão no mesmo nível (exceto um extra), mas somente o primeiro esta aberto; os demais mundos vão sendo liberados conforme se conclui o anterior, é claro. As fases são portais que te levam para diferentes épocas e lugares no tempo e assim como em Crash Bandicoot 2, você pode escolher a ordem que quiser pra jogá-las antes de enfrentar o chefe daquele mundo. No total são 25 fases normais e mais 5 fases extras.   

Graficamente o terceiro jogo não mudou muito comparado ao anterior; o que não é um ponto negativo, já que o segundo jogo era muito bonito e bem colorido. Como o jogo trata de viagem no tempo, existem cenários dos mais diversos tipos por onde nosso personagem viaja; como reinos da idade média, pré-história, a muralha da China, o antigo Egito até fases futuristas. Assim como os cenários, os inimigos também são diversos para se encaixarem no tipo de fase em questão. Todos muito bem feitos, com uma boa taxa de animação. Crash também é muito animado e tem uma boa taxa de animação... Destaque pra dancinha de comemoração do Crash, muito bem animada e engraçada.
A maior parte do jogo se passa com cenários em 3D com a câmera por trás do nosso personagem, porém em alguns momentos o jogo fica em 2D com movimentação lateral (fases bônus, por exemplo).

Escolha a fase e pule no portal!

A trilha sonora acompanha o ritmo do jogo com boas melodias que se adaptam ao nível do qual fazem parte. Todas são bem compostas e a maioria com um tom cômico, pra combinar com o estilo do jogo e do personagem. Os efeitos sonoros são praticamente os mesmos dos outros jogos, desde explosões até as 'vozes' da máscara e do personagem principal. A dublagem também foi muito bem feita!

A jogabilidade é simples e fluida, como é de se esperar da série. Crash pode andar, pular e girar para atacar e destruir as inúmeras caixas espalhadas pelas fases. Além do básico, Crash ganha várias habilidades ao derrotar os chefes; como o pulo duplo, o giro mais forte, os sapatos que dão mais velocidade e até uma bazuca!
Em alguns momentos o jogo tenta dar uma variada no gameplay inserindo fases onde controlamos um avião, disputamos corridas de moto e até mesmo controlar Coco (irmã de Crash) montada num tigre ou num jet-ski. Todas elas muito bem executadas e mantém a qualidade sem prejudicar a jogabilidade.

Você provavelmente vai morrer muito durante a jornada, mas não se preocupe, pois ganhar vidas nesse jogo é muito fácil. Além de também ser possível salvar o jogo a qualquer momento no painel que fica na sala das warp rooms.
E por falar em mortes, morrer nesse jogo é não é tão irritante quanto em outros jogos, afinal todas as mortes de Crash são engraçadas, desde morrer esmagado, explodir numa caixa de dinamite e virar um fantasma até ser fatiado por uma espada.

"Hasta la vista, baby!"

Assim como no segundo jogo da série, novamente existe um final extra! Além dos cristais rosas, você ainda tem que coletar as diversas gemas e relíquias para completar o jogo totalmente (dá pra chegar no 105%) e liberar o final extra... Sem dúvidas, isso aumenta o tempo de vida do jogo. Mas vale lembrar que algumas dessas gemas e relíquias são bem difíceis de serem conseguidas.



NOTA FINAL:10,0
O MELHOR DA TRILOGIA LANÇADA PARA O PLAYSTATION E UM DOS ÚLTIMOS TÍTULOS DE QUALIDADE DO CARISMÁTICO PERSONAGEM. SEM SOMBRAS DE DÚVIDAS, UM DOS JOGOS MAIS DIVERTIDOS DE TODOS OS TEMPOS... 
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[Games em Foco] Jogos de PC que todo mundo já jogou!

quinta-feira, 25 de junho de 2015 Postado por P.A.

Vocês se lembram de qual foi o primeiro contato com computadores que tiveram? Na escola, na casa de algum parente ou amigo? E qual o primeiro PC que compraram?

O meu primeiro computador foi um Pentium 133 que meu pai comprou há muitos anos atrás e vinha com diversos jogos 'demo' instalados. Além dos jogos, eu lembro que ficava digitando coisas do Word e desenhando no Paint...
Sim, passava horas desenhando no Paint! Hoje vocês podem até me julgar, mas naquela época, a internet ainda estava engatinhando e só podíamos conectar a noite (geralmente depois da meia-noite) pra pagar menos pulso, então não tínhamos muito o que fazer na frente de um PC. Era uma época mais simples; porém muito feliz!
A felicidade estampada no meu rosto e no do meu irmão quando o rapaz da loja veio instalar o computador era nítida. Era como dar um Big Mac para um gordo. Ou dar um gordo para um canibal. Alegria além do inimaginável!

Então resolvi relembrar aqui alguns desses joguinhos dessa época tão boa e que tenho certeza que todo mundo já jogou alguma vez na vida... Pode ser que não tenham jogado todos eles, mas pelo menos a maioria sim!
Resolvi listá-los por ordem crescente baseado no ano de lançamento de cada um. Vamos lá...



WHERE IN THE WORLD IS CARMEN SAN DIEGO?
Lançamento: 1985

Apesar de ser o mais velho dessa lista - com 30 anos desde seu lançamento - Carmen San Diego não aparenta tal idade. O jogo envelheceu muito bem, graças ao seus gráficos simples, mas bem elaborados.
Lembro que na época até peguei um mapa e um livro com diversas informações pra procurar as capitais e as moedas vigentes em cada país! Hoje é só jogar no Google, mas naquela época a gente tinha que se virar pra conseguir progredir. E devo lhes dizer que a sensação de conquista era gratificante demais!



BATTLE CHESS
Lançamento: 1988

Quando joguei esse jogo pela primeira vez, não fazia ideia de como jogar xadrez... Só fui aprender as regras do jogo, anos mais tarde. E mesmo assim adorava 'jogar' Battle Chess, só para ver as peças se movimentando e atacando umas as outras. Um jogo simples, porém muito bonito e criativo.



STREET ROD
Lançamento: 1989

Esse era o Need for Speed da época, ou o mais próximo que tínhamos disso...
Esse jogo veio instalado no meu PC com o nome de SR... E depois de muito tempo quando bateu aquela vontade de jogá-lo de novo, foi muito difícil encontrar, já que eu não imaginava qual fosse o nome dele.
Graças à uma alma caridosa na internet que conseguiu decifrar o jogo apenas pelos detalhes que eu citei, finalmente pude jogar SR de novo e matar a saudade dos bons e velhos rachas noturnos!



PRINCE OF PERSIA
Lançamento: 1989

Prince of Persia surpreende pela qualidade gráfica. A movimentação do personagem e as lutas com espadas certamente deixaram muita gente de boca aberta naquela época...
Nunca fui muito fã dos primeiros jogos da série, mas sempre que podia, tentava superar as diversas armadilhas espalhadas pelo jogo... Pena que sempre fracassava!



SIMCITY
Lançamento: 1989

Em Simcity somos o prefeito de uma cidade e temos que fazê-la prosperar, e para isso, existem diversos fatores cotidianos que vão afetar o ambiente da cidade.
Depois do seu sucesso, Simcity abriu caminho para diversos outros simuladores de tudo que você possa imaginar. Até de um formigueiro!



BANG!BANG!
Lançamento: 1990

Com um visual muito simples e que parece ter sido feito no Paint, Bang!Bang! é muito divertido. Se você joga Worms ou Angry Birds hoje, agradeça à esse jogo que pode ter sido o precursor de jogos desse tipo.
Bang! Bang! é um jogo obrigatoriamente multiplayer. Você sempre tem que jogar contra um amigo e o objetivo é tentar acertar o canhão adversário ajustando o ângulo e a velocidade do tiro.



DANGEROUS DAVE
Lançamento: 1990

Criado por John Romero, Dangerous Dave é um joguinho de plataforma onde controlamos um rapaz de boné vermelho e devemos coletar um cálice dourado para abrir a porta que leva até o próximo nível. Sempre que você pega o cálice surge a mensagem "Go thru the door!"...
A física é um pouco ruim (acho que propositalmente), o que contribui pra dificuldade de jogo, já que você deve mover o personagem com cuidado pra não morrer.



SKIFREE
Lançamento: 1991

De todos os jogos desta lista, esse certamente é o mais conhecido e o único que deve ter sido jogado por todos que um dia tiveram um computador antigo.
Extremamente simples, em Ski Free você controla um esquiador e tem que ir descendo montanha abaixo com seu esqui, desviando de tudo que estiver no caminho e saltando pelas rampas pra pontuar... Mas independente do que você faça, seu fim será apenas um: ser devorado pelo abominável homem das neves!



BOW AND ARROW
Lançamento: 1992

Bow and Arrow também parece ter sido feito no Paint, tamanha sua simplicidade.
Você controla o arqueiro com o mouse e tem que tentar estourar todos os balões que vão subindo com a quantidade de flechas disponíveis. Eu jogava demais isso, e sempre enroscava na fase das árvores que cuspiam fogo ou algo do tipo!



BOX WORLD!
Lançamento: 1992

Box World! é um jogo daqueles que estimulam o jogador a raciocinar... Nele você tem que colocar as caixas em cima dos círculos amarelos. Falando assim parece fácil, mas alguns níveis são bem desafiadores e vão te fazer pensar bastante cada movimento pra não ficar enroscado. Pra facilitar um pouco dá pra desfazer o último movimento feito, caso se arrependa...
Se eu não estou enganado esse jogo é jogado até hoje pelos celulares. Ou é algum jogo similar!



MISSILE ATTACK
Lançamento: 1992

Nesse jogo você controla o canhão que está no centro da tela e tem que explodir os mísseis que estão vindo do céu antes que eles acertem os prédios!
Sinceramente não joguei muito Missile Attack, pois não era um dos meus favoritos. Mas fica a citação.




WOLFENSTEIN 3D
Lançamento: 1992

Podem passar mil anos, e mesmo assim, Wolf 3D será sempre um dos maiores clássicos do mundo dos jogos! Considerado como o avô dos jogos de tiro em primeira pessoa, ele marcou época e trouxe uma cartilha de praxe que seria usada em muitos jogos do gênero nos anos seguintes e abriu caminho pra outro grande clássico...



DOOM
Lançamento: 1993

É claro que eu estava falando de Doom! Sem dúvidas, um dos jogos mais pica das galáxias de todos os tempos...
Doom tinha tudo que Wolf 3D tinha de bom, e ainda melhorou muitas coisas. E trouxe consigo muita violência!
Sem dúvidas um dos jogos mais incríveis daquela época e que ainda merece ser jogado sempre que bater aquela vontade de dar uns pipocos de escopeta na cara de alguns demônios...



WARCRAFT: ORCS & HUMANS
Lançamento: 1994 

Quando Warcraft foi lançado, não tínhamos grandes jogos de estratégia em tempo real, por isso, a jogabilidade ainda precisava ser melhor trabalhada. O primeiro Warcraft sofria com uma jogabilidade pouco aprimorada, que graças aos céus foi corrigida nos jogos seguintes. 
Mesmo assim, fez grande sucesso e se destacou na época por ser divertido e inovador em alguns aspectos.


 
3D PINBALL
Lançamento: 1995

Não adianta negar; todo mundo já jogou esse jogo pelo menos uma vez na vida!
Lembra quando o professor chegava na classe e anunciava pra turma que vocês iam pra sala de computadores pra fazer alguma atividade? Pois é, para muitos 3D Pinball era a única atividade que interessava naquela aula.. Ou era isso ou ficar desenhando no Paint, tudo menos aula! Coitado dos professores que não recebiam atenção nenhuma!



CLAW
Lançamento: 1997

Esse é um dos jogos mais divertidos de todos os tempos. Os PCs não tinham grandes jogos de plataforma - estilo comumente encontrado nos consoles - então Claw era uma ótima pedida pros donos de computadores e fãs do gênero.
Claw é um jogo que não envelhece nunca, graças aos seus belos gráficos cartunescos e sua jogabilidade extremamente fluída. É um jogo bem desafiador, mas que em momento algum se torna enfadonho ou cansativo.  



ELIFOOT 98
Lançamento: 1998

Começar com um time aleatório, escalar, comprar e vender jogadores e ficar olhando pra tela parada do PC torcendo para que seu time fizesse gol, sem sequer ver o jogo, apenas os placares e poucas informações. Essa era a premissa de Elifoot 98.
Apesar de parecer bem entediante hoje em dia, naquela época era demais. Passei horas jogando isso até levar meu time à elite do futebol brasileiro.


E vocês, quantos jogos dessa lista já jogaram? Lembram de mais algum jogo que poderia entrar nessa lista?
Comentem...
Plataforma:


Marvel Super Heroes in War of the Gems (SNES)

terça-feira, 9 de junho de 2015 Postado por P.A.


Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Capcom


Lançamento: 1996


Jogadores: 1 player





Essa semana finalmente assisti "Os Vingadores 2: Era de Ultron". Moro numa cidade pequena e a demora pros filmes chegarem no cinema daqui é imensa... E pra quem ainda não assistiu, faça um favor a si mesmo e vá assistir, pois é do C-A-R-A-L-H-O! Tirando a parte em que o Gavião Arqueiro morre e... Ops!

Depois de ver o filme resolvi fazer um análise de algum jogo dos Vingadores. Iria fazer do jogo lançado pra SNES e Mega Drive intitulado "Captain America and the Avengers", mas não estou com saco pra jogar aquele aborto da mãe natureza, então resolvi fazer análise desse jogo aqui, que joguei muito quando era moleque transante.

A história é baseada em dois arcos das HQs: "A Manopla do Infinito" e "Guerra do Infinito". Eu não sou leitor de HQs, mas pelo que pesquisei o jogo é bem fiel à história.
Toda a história gira em torno das Joias do Infinito. Cada joia tem um poder diferente (tempo, poder, mente, alma, realidade e espaço), e é dito que aquele que conseguir reunir todas elas pode dominar o universo. Adam Warlock avisa que alguém esta planejando reunir todas elas e convoca os heróis mais poderosos da Terra pra ajudá-lo a impedir que elas caiam em mãos erradas. O supercomputador das indústrias Stark mostra a possível localização delas em diferentes pontos do planeta Terra e agora cabe aos heróis ir em busca delas!


Seleção de fases / Seleção de personagens

A primeira coisa que se nota ao iniciar o jogo, é que ele te dá a liberdade de escolher a fase que quer jogar, sem uma ordem fixa. Quatro fases estão disponíveis inicialmente, e ao passar por elas, novas fases irão surgir. Assim como as fases, o jogo também deixa você escolher qual herói quer usar - Capitão América, Hulk, Homem de Ferro, Homem-Aranha ou Wolverine. Cada personagem tem sua característica: Hulk e Homem de Ferro são mais fortes, porém são um pouco mais lentos. Wolverine e Homem-Aranha por sua vez são mais fracos, porém são mais rápidos e podem escalar paredes. Capitão América é o mais balanceado de todos.
Vale citar também que cada personagem tem alguns golpes especiais (soltar teia, lançar o escudo, atirar lasers, etc) que não são difíceis de serem aprendidos. Porém o golpe secreto que só pode ser usado com alguma joia equipada é muito difícil de ser desferido! Tarefa para poucos.

Existem alguns itens espalhados pelas fases. Alguns itens de cura tem utilidade na própria fase recuperando sua energia assim que pegá-los, outros são coletados mas só podem ser usados na tela de seleção de personagem. Isso porque seu personagem vai ficar com a quantia de energia que terminar a fase; portanto se quando você derrotar um chefe estiver com pouca vida, ao escolhê-lo novamente pra jogar em outro cenário, ele estará exatamente com a quantia de vida que terminou a fase anterior e não com a vida cheia.
Nessa tela também é possível equipar alguma joia do infinito, caso já tenha recuperado alguma delas de algum chefe. Equipar a joia do tempo no Hulk ou no Homem de Ferro, pode torná-los mais rápidos e com isso, verdadeiras máquinas de matar. Ou a joia do poder no Wolverine ou no Homem-Aranha para aumentar o dano de seus ataques. Esses são apenas alguns exemplos, mas você pode usar a estratégia que quiser. Lembrando que só é possível equipar uma joia. 
Assim como a quantia de vida do personagem, caso morra com algum deles durante uma fase, ele continuará inativo até que você 'reviva' ele com um item pra isso.

Que bonita essa pirâmide asteca no meio da floresta Amazônica!

Apesar de parecer um beat'em up, Marvel Super Heroes infelizmente não é! A Capcom optou por fazer um jogo de plataforma em 2D, o que pra mim foi um erro... Jogar com os heróis espancando os inimigos por ruas e caminhos mais amplos como dos jogos de briga de rua, seria muito mais divertido. O jeitão plataforma deixou o jogo um pouco travado, com o movimento dos personagens (que são grandes na tela) um pouco lento. Sem falar que às vezes, quando seu herói é atingido ele cai em câmera lenta, e isso irrita um pouco.
Além do mais, em momentos com muitos personagens na tela o jogo apresenta alguns slowdowns. Talvez se fosse um beat'em up - com a câmera um pouco mais afastada e personagens menores - isso não aconteceria.

Graficamente o jogo é muito bonito. Os cenários estão bem feitos e os sprites dos personagens são bem detalhados e grandes na tela, como já dito anteriormente. O que fica devendo nesse quesito é a falta de criatividade dos inimigos... Na grande maioria são clones malvados do Wolverine, Homem de Ferro, Hulk, Gavião Arqueiro, Visão e muitos outros... Apesar de serem grandes e detalhados também, são bem genéricos e é até bizarro de ver a gente com o Homem de Ferro batendo em outros Homens de Ferro fakes, por exemplo. Alguns vilões conhecidos dos fãs são chefões em alguns níveis, como Dr. Doom, Magus e Thanos; mas alguns chefes também são apenas clones malvados dos heróis.

A música é boa. Faz o feijão com arroz sem comprometer, mas também não faz nada demais pra surpreender. Os efeitos sonoros também estão na média, mas sem nada de grande destaque.
Dando uns tabefes no cosplay do Wolverine!

O jogo não é muito longo. São dez níveis no total, sendo nove fases com chefes e o último nível com a luta final. Vale citar que as joias são aleatórias e são encontradas em diferentes fases cada vez que se reinicia o jogo!
Marvel Super Heroes foi lançado já no fim da vida do SNES, por isso, pode ter passado despercebido por muita gente, mas é um jogo bacana que merece ser conferido.
Além dos probleminhas citados na análise, ainda acho que ficou faltando um modo multiplayer/coop, que poderia tornar o jogo mais divertido, apesar de torná-lo mais fácil do que já é!



NOTA FINAL: 7,5
TALVEZ SE A CAPCOM TIVESSE OPTADO POR FAZER UM BEAT'EM UP COM OS HERÓIS, TERÍAMOS UM JOGO AINDA MELHOR E MAIS FLUÍDO... MAS ISSO NÃO DESMERECE AS QUALIDADES DE MARVEL SUPER HEROES!
Plataforma:


Piores capas de jogos! [34]

sábado, 4 de abril de 2015 Postado por P.A.

E olha quem resolveu aparecer depois de meses longe do blog... Sim, as piores capas dos jogos!
Vocês pensaram que durante a minha ausência eu não fiz absolutamente nada? Pois estão enganados. Eu estava dormindo! Não apenas dormindo, mas sim dormindo pra caralho!
Mas no tempo em que estava acordado, eu encontrei diversas capas horríveis pra aumentar minha coleção e esculhambar aqui no blog...


Popeye - Atari
Cada vez mais eu tenho certeza que o pessoal da Atari morava na ilha de Lost. Eles não conhecem diversos personagens famosos e não sabem como retratá-los nas capas dos seus jogos.
Vocês devem se lembrar que eles também não conheciam o Superman - como já vimos na primeira parte dessa magnífica série.
E agora, nos deparamos com mais um personagem famoso o qual eles não conhecem. Pior que isso, não apenas não o conhecem, como não tem a MÍNIMA IDEIA de quem caralhos é Popeye!
Popeye é um marinheiro baixinho, marombado, que fuma espinafre e come cachimbo... Digo, fuma cachimbo e come espinafre.
Mas para o pessoal da Atari, Popeye é um frequentador da Oktoberfest, degustador de pernil e que deveria se chamar Podolski!
Ps: desconfio fortemente que essa capa seja fake ou a cópia pirata do jogo! Mas coloquei mesmo assim porque a zoeira não pode parar!


Guardian Angel - Commodore 64
Em Guardian Angel, nós controlamos um sósia do ex-presidente norte-americano George W. Bush, e saímos por aí dando pescotapas em sujeitos esquisitos que tem a cabeça desproporcional ao resto do corpo.
Pelo menos é isso que a capa sugere!
Saudades dos bodes das capas dos jogos do Commodore 64! Muito melhor colocar bodes mutantes em capas do que Bush...


Ghost House - Master System
Eu sempre critico a total falta de criatividade da maioria das capas do Master System, principalmente porque elas nunca dizem sobre o que se trata o jogo em questão!
E agora vemos Ghost House, que provavelmente é um jogo sobre uma mão que segura cartucho com a foto de morcegos e com os dizeres "Ghost House".
Por que não desenharam apenas os morcegos? Não diria muita coisa sobre o jogo também, mas era muito menos pior do que desenhar uma mão segurando o cartucho do jogo!
A preguiça unida com a falta de criatividade desses caras supera todos os limites...


Castlevania: Dawn of Sorrow - Nintendo DS
Pelo jeito o gênio que trabalhava na Sega na época do Master System e fez a capa do Ghost House, foi contratado pela Konami.
Vejam só vocês que a capa do jogo é bem legal, com os personagens principais e um belo cenário ao fundo.
Então a Konami resolve relançar o título a um preço mais acessível na sua linha "Konami's Best" e tem a brilhante ideia de colocar uma foto da caixa do jogo, na própria caixa do jogo!
É A FOTO DA CAIXA DO JOGO... NA CAIXA DA PORRA DO JOGO!
Qual o sentido disso? Por que simplesmente não colocaram a foto do jogo normal? Copiar e colar galera, mais fácil impossível!
Deve ser apenas pra esfregar na sua cara que você é pobre e teve que comprar o jogo quando foi lançado com um preço mais baixo!


Wolfenstein 3D - SNES
Wolf 3D é um clássico dos computadores que foi um marco na época do seu lançamento! Com o sucesso, vieram as conversões pra todas as plataformas possíveis.
Infelizmente a capa do jogo para Super Nintendo nem de longe indica a qualidade do mesmo...
De dia, B.J. Blazkowicz, espião e matador de nazista!
De noite, Justin Bieber, moleque mimado que picha muro e toma garrafada em show!


E essa foi mais uma parte das piores capas de jogos!
As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16
Parte 17
Parte 18
Parte 19
Parte 20
Parte 21
Parte 22
Parte 23
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