Piores capas de jogos [7]

sábado, 30 de maio de 2009 Postado por P.A.

Hoje irei falar sobre capas mal “photoshopadas”! Aquelas em que aquele toque final foi feito do jeito mais porco possível... Ou quando eles pegam imagens de alguém e vão dar aquela retocada pra ficar com visual um pouco melhor, e acaba ficando aquela merda!
Até porque eu já disse aqui que esse negócio de usar pessoas em capas de jogos não fica nada bom...


Airlock – Atari
Olhando pra capa desse jogo é notável que a gente percebe que tem algo errado com esse "astronauta"!
Não sei não, mas pra mim, parece que eles pegaram a imagem de um homem, e logo em seguida, folheando uma revista, recortaram uma roupa espacial e colaram por cima do corpo do carinha, porque se vocês prestarem bem atenção, tanto o capacete como a roupa não parecem se ajustar bem ao formato do corpo dele!
Olha a parte do pescoço, tá muito mal feito isso aí...


Tommy Lasorda Baseball – Mega Drive
Do mesmo modo da capa anterior, podemos ver que o rosto do pobre Tommy Na-zorba está muitíssimo maltratado!
Eles pegaram uma foto dele, e quiseram dar aquela melhorada no Photoshop, e então, fizeram isso! Coitado...
Acho que sobrecarregaram demais e deu no que deu...
Nem o SEGA escrito no boné ficou alinhado corretamente!


World Wrestling Championship (WWC) – Playstation 2
Eu já citei uma vez que os anabolizantes acabam com as pessoas… Vocês se lembram do que aconteceu com o pequeno Astyanax na capa do seu jogo no NES? Bem, seu braço ficou enorme, mas ele ficou completamente sem cérebro...
Nesse caso, vemos um bombadão na capa de um jogo de luta! Pow, nada mais conveniente não é mesmo?
Certo, mas novamente tenho que frizar que o uso de anabolizantes pode provocar consequências graves... Alguém conseguiu ver o erro nessa capa?
Vamos lá, dou um tempo pra vocês observarem!
...
E aí, Viu?
Pra quem não viu... Se olharem atentamente, o lutador bombado perdeu seus lábios! Sim, ele não tem mais beiço!
Eu falo que esses anabolizantes fazem mal... Ninguém acredita!


Super Bust-a-Move – Playstation 2
Cara, eu to tentando até agora entender o porque de colocar um bebê na capa de um jogo tipo Tetris, onde você deve colocar as bolinhas da mesma cor juntas. E o pior foi ter colocado uma dessas bolinhas coloridas na boca do pobre guri!
Imagino que quando esse muleque cresceu, deve ter matado seus pais por terem deixado ele participar de tamanha putaria!
Caraca, nem tem muito que zuar essa merda, como dizem por aí: algumas piadas se fazem por si só!


Bust-a-Move 2 – Sega Saturn
E as capas de Bust-a-Move vão me assustando cada vez mais...
Novamente tentando entender o que passava na cabeça do sujeito que fez essa capa!
Qual a ligação do jogo das bolinhas coloridas possuírem agora um rosto de um ET com palitos nos olhos?
Porra, o jogo é tão chato assim que tem que ficar com palitos nos olhos pra não cair no sono enquanto joga?
A criatividade desses caras não tem limites! E também não tem sentido algum...


As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6


RollerCoaster Tycoon (PC)

quinta-feira, 28 de maio de 2009 Postado por P.A.



Gênero: Estratégia / Simulação


Fabricante: Chris Sawyer


Lançamento: 1999


Jogadores: 1 player






Parques de diversão são legais... Tem quem goste de montanha-russa, outros preferem barco viking, outros o carrossel! Mas imagine agora poder ao invés de passear nos brinquedos administrar seu próprio parque! Muito louco né? Claro que é...

Pois é, RollerCoaster Tycoon permite que você seja o Walt Disney do computador, e construa seu próprio parque de diversões, colocando nele o que bem entender... Mas não pense que isso será fácil!
Obviamente você começa com uma quantia em dinheiro e deve administrar esse caixa da maneira correta, fazendo sempre com que entre grana pra você não ficar zerado! Pra isso, basta ir construindo os brinquedos, lojas, quiosques e tudo mais que possa te dar dinheiro. E como todo negócio, isso é um ciclo... Você investe um dinheiro pra ter um retorno maior e então vai investir em outras coisas, buscando sempre conseguir muito $$.

O jogo não possui nenhuma história, e nem esperava que tivesse. Apenas construa e administre da maneira correta seu parque de diversões! O jogo possui 21 cenários pra você jogar, sendo 5 iniciais que já estão liberados, outros 15 que são liberados conforme você conclui os anteriores e 1 estágio oculto apenas liberado depois de concluir todos, que serve apenas pra diversão!
Em cada cenário você deve concluir os objetivos pedidos, que podem ser alcançar determinado número de visitantes, avaliação do parque (conforme seu parque cresce), valor do parque e muito mais... Lembrando que você tem um tempo pra concluir isso, já que o jogo mostra datas como Agosto - ANO 1! Então, você deve cumprir os objetivos até o mês e o ano determinados!

Os gráficos são detalhados e bem bacanas, considerando que foi lançado em 1999! Você sempre vê todo seu parque de cima meio que numa visão isométrica, podendo rotacionar e dar um Zoom pra observar melhor os brinquedos e a movimentação do seu parque! Os brinquedos são bem legais, e muito bem feitos, como as montanhas-russa que são grandes e caprichadas! O defeito mesmo fica pros visitantes que são bem pequenos e um pouco mal feitos. Claro, isso não atrapalha muito, pois você vai se preocupar mais em ver o parque num geral, do que ficar olhando pros carinhas lá em baixo! Mas a movimentação deles foi bem trabalhada... Eles pulam de alegria quando saem de um brinquedo que gostaram, ou se assustam quando chegam perto de brinquedos que eles tem medo e até vomitam no seu parque! As animações do jogo são realmente muito boas, tanto por parte dos visitantes quanto dos brinquedos. Isso torna o jogo muito agradável!

RollerCoaster não apresenta músicas durante o jogo, apenas os sons característicos de cada brinquedo! O que de certa forma compensa a ausência de músicas, já que é possível escutar uma musiquinha quando esta com a visão perto do Carrossel, por exemplo... Legal quando ele quebra, a música faz aquele som de FOM FOM FOOOOMMMM e pára!
Como eu disse, é muito legal ouvir cada sonzinho característico de cada brinquedo diferente, como os carros da montanha-russa que passando rapidamente pelos trilhos, e até a mulecada gritando!

A jogabilidade é na base do mouse, mas você pode utilizar o teclado pra alguns atalhos! O grande diferencial desse jogo, fica pro seu gameplay! A idéia do jogo é fazer com que seu parque cresça e se destaque, sendo muito bom, com diversas atrações, e além disso, seja organizado. Você deve contratar funcionários pra trabalhar no seu parque que podem ser faxineiros que varrem os vômitos, esvaziam as lixeiras e cortam a grama; guardas pra conter o vandalismo, já que esses pirralhos que pagam de malandro quebram os bancos, latas de lixo e postes quando percebem que não há presença de guardas naquele local; mecânicos que são obrigatórios, já que os brinquedos quebram com o tempo e precisam de manutenção; e temos também o animadores que são uns carinhas vestidos de bixinhos de pelúcia pra animar os visitantes que ficam muito tempo na fila!
Além disso, você tem que ficar atento com os caminhos que faz no seu parque, pra que eles tenham várias ligações, senão os visitantes acabam se perdendo com muita facilidade! Mesmo comprando o mapa no quiosque de informações.

Você pode controlar tudo no seu parque... Porque ele é SEU oras! Ajuste os preços dos brinquedos, das comidas, da entrada do parque... Faça campanhas de marketing com frequência pra atrair novos visitantes, mantenha o local bem organizado pra ganhar prêmios e reconhecimento! É tudo muito fantástico!
Você ainda pode fazer alguns brinquedos como as montanhas-russa, do jeito que quiser! Uma vez eu fiz uma enorme, o foda é que ninguém entrava de medo! Exagerei no tamanho dela e nos loopings...
Uma coisa que eu achei chata nos cenários, é que você não pode comprar todo o terreno! Apenas alguns lotes estão a venda, e isso é meio ruim, pois chega uma hora que você tem muito dinheiro, brinquedos novos e não tem espaço pra contruí-los!

Esse sem dúvidas foi um jogo muito bem trabalhado em vários aspectos, te dando muita liberdade pra construir da forma que quiser e informações detalhadas sobre brinquedos, sobre o parque num geral e sobre cada visitante!



NOTA FINAL: 9,0
SEM DÚVIDAS, UM ÓTIMO SIMULADOR QUE TE COLOCA NA PELE DE UM ADMINISTRADOR DE PARQUE DE DIVERSÃO, DANDO TODA INFORMAÇÃO NECESSÁRIA E LIBERDADE ATÉ PRA CONSTRUIR ALGUNS BRINQUEDOS DA MANEIRA QUE QUIZER!
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Entrevista pro EArena Games

segunda-feira, 25 de maio de 2009 Postado por P.A.

Fala galera... o/

O Museum dos Games tá ficando famoso! Eu fui convidado pelo Márcio Filho pra participar de uma entrevista muito bacana falando sobre o blog e sobre mim, pro site EArena Games!

Eu já falei do EArena Games aqui outras vezes, e pra quem conferiu o site, sabe que o trabalho dos caras é muito bom!
E eles estão entrevistando vários donos de blogs numa série chamada "Blogando o Brasil dos Games". E minha entrevista foi ao ar esse fim de semana...





Pra quem quiser conferir a minha entrevista basta clicar aqui ou na imagem acima!

E então, o que acharam?
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Duke Nukem 64 (N64)

sábado, 23 de maio de 2009 Postado por Tristan.ccm

Gênero: Tiro em primeira pessoa


Fabricante: 3D Realms


Lançamento: 1996/1997


Jogadores: 1 – 4 players versus/cooperativo



Quem me conhece sabe que sou um ferrenho defensor do 64, afinal já falei umas mil vezes de como os cartuchos o mataram. Infelizmente, existe um defeito até maior do que esse no console, e o pior é que era uma coisa que perseguia a Nintendo até bem pouco tempo: um puritanismo excessivo. O P.A. já falou sobre isso no review de Mortal Kombat (que no SNES não tinha sangue, enquanto no Mega Drive a hemorragia corria solta). Parece que em 1997 a Nintendo ainda não tinha aprendido a lição quando converteu o clássico Duke Nukem 3D para sua plataforma.

Duke, para mim, foi um dos heróis mais mal-aproveitados dos games, mais até do que o Alex Kidd, do Master Sistem. Os dois primeiros games, lançados para PC, eram joguinhos de plataforma que até tinham coisas interessantes, como as chaves que tinham que ser coletadas para abrir portas, mas que não empolgaram tanto assim quem jogava outros games no mesmo estilo, como Contra e Mega Man. E o pior é que em algumas versões ele aparece com o nome de Duke Nukum, pois tinha um vilão do desenho Capitão Planeta (alguém aí lembra? era uma merda!) com o mesmo nome, e a produtora, que na época se chamava Apogee, ficou com medo de sofrer processos.

Foi então que o mundo conheceu o divisor de águas Doom, que mudou a forma como as pessoas viam os jogos de tiro. Com ele (e também com Wolfenstein 3D, que era tão bom quanto), a 3D Realms viu que seria muito interessante colocar as pessoas na pele do loirão e criou seu próprio FPS. Duke Nukem 3D se tornou um tremendo sucesso, pois combinava o tiroteio com um protagonista sarcástico e mulherengo, um perfeito anti-herói. O jogo causou polêmica, pois além de explodir cabeças de aliens e encher o cenário de sangue Duke podia interagir com as garotas do jogo (embora isso se resumisse a oferecer dinheiro para vê-la dançar) e ainda urinava nas privadas dos banheiros (creio que é o único caso de personagem de game que mija durante o jogo!).

Com o jogo arrebentando nos PCs, tanto Sega quanto Nintendo quiseram trazê-lo para suas plataformas. Embora a Tec Toy brasileira tenha tentado coloca-lo no Mega Drive (numa conversão horrorosa e totalmente dispensável), foi no N64 que ele aportou. Porém, quando os puritanos da Nintendo viram as mulheres dançando seminuas, devem ter desmaiado na hora. Quando acordaram, veio a revolta: ”Mas o que é isso? Mulheres de calcinha e sutiã num game da Nintendo? Nem pensar! Tira tudo, agora!”. E foi assim que um dos atrativos do jogo foi totalmente limado do game, descaracterizando-o totalmente. Quem jogou a versão para PC quase teve um infarte ao ver os calendários sem foto nenhuma, o filme do cinema mudado e, pasmem, as mulheres peladas que você tinha que tirar daquela gosma verde substituídas por soldados magrelas de farda e tudo! O que era apenas uma opção no PC tinha virado regra no N64.











Comparação entre as duas versões. A da esquerda é para PC, a da direita do 64. Sai Brasileirinhas, entra Independence Day. Isso sim é que é sacanagem!

De nada adiantou manterem a história original. Se você já jogou a versão de PC, é melhor ficar longe da de N64. Ela só serve se você for um Ned Flanders da vida e fica horrorizado ao ver a Mulher Samambaia dançando no Pânico. Duke deveria ter ficado nos PCs.




NOTA FINAL: 7,0
SE A VERSÃO PARA N64 FOSSE FIEL À DOS PCS, DUKE PODERIA ESTAR VIVO ATÉ HOJE. MALDITO PURITANISMO DA NINTENDO, QUANTOS JOGOS VOCÊ AINDA VAI MATAR?
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Nintendinhos Personalizados

sexta-feira, 22 de maio de 2009 Postado por P.A.

Trago pra vocês fotos de NES personalizados com imagens de jogos... Paguei pau pra alguns aew!




Todos ficaram muito bons, com certeza!

Mas o do Castlevania e os do Zelda tão muy fuedas!Quero pra mim...


Piores capas de jogos [6]

terça-feira, 19 de maio de 2009 Postado por P.A.

Vocês sabem que dia é hoje? Hein hein?
Hoje é terça... E vocês sabem o que isso significa?
...
Bem, não significa nada mesmo. Só coloquei isso porque num sabia como começar!
Aqui vai mais um post sobre as piores capas de jogos...


Pitfall – Atari
As capas de alguns jogos do Atari me intrigam... Eu sempre achei meio esquisito esse arco-íris que eles colocavam pra simbolizar o movimento que o carinha fazia! Tá certo que pelo menos é melhor que as capas quadriculadas do Master System e até chama mais atenção... Mas é bem esquisito!
...
Bem, na capa podemos ver nosso herói em ação passando pelo lago cheio de crocodilos. Mas se olharmos a baixo, vemos que na parte de baixo não há o fundo da lagoa, apenas uma passagem por onde caminha um escorpião! Isso mais parece um daqueles cenários de filmes...
Não sei se fui bem claro, mas o lago é fino, e não contém água na parte de baixo! Ou seja, pode pular tranquilo na água Pitfall, que isso aew é só um cenário!
Destaque também para as barras de ouro no valor de 1 milhão de reais maóóéeé... Vejam como elas estão bem escondidas! Aposto que Pitfal vai precisar de um mapa pra encontrá-las.
Calma não é a capa do jogo do Mogli – o menino lobo!
Essa é a capa do Pitfall na sua versão européia... E não sei por que o nome do jogo agora é “Dschungel Boy”... Caralho, nem sei como se fala isso direito!
O Pitfall virou um moleque de cuecas vermelhas que salta pela selva com um puta nome complicado!


Batalyx – Commodore 64
E temos mais um bode na capa de um jogo do C64!
Começo a pensar que esse deve ser o animal de estimação ou que trás boa sorte ao dono da empresa.
Ou talvez que seja o animal com quem o presidente da Commodore tenha tido relações sexuais na sua fazenda no Texas quando ainda era apenas um garoto...
...
Bem, o fato é que agora o bode é um verdadeiro bode velho! É o bode sábio da turma, com sua barba e orelhas pontudas! O pior mesmo é que esse é um daqueles joguinhos de nave e tudo mais; não sei o que o bode tem a ver com isso, e sinceramente, não quero saber!
Próximo...


Black Belt – Master System
E novamente eu tenho que frizar: essas capas quadriculadas com um desenho no canto inferior são o cúmulo da falta de criatividade. Até o bode nas capas do Commodore é melhor...
...
Tá, mentira! O bode é pior!
Mas ser melhor que um bode não torna essa uma boa capa.
Afinal, temos um pé batendo na parede... O que pode ser a coisa mais idiota do mundo, pois certamente o cara machucou seu pé e não pode combater os inimigos durante o jogo, mandando assim seu dublê! E curiosamente seu pé só melhorou no final do game!
Mas que teoria fantástica essa minha...
...
Cara, to viajando demais hoje... T meio abatido! Sem Nescau e com sono. É por isso!


Bomberman – NES
Descobri essa capa por acaso, ao fazer meu review desse jogo!
E logo que vi a capa, pensei em colocá-la aqui... Afinal, o pobre coitado do Bomberman foi novamente mal desenhado (digo novamente porque já citei aqui a capa do Bomberman pra TurboGrafx)!
E porra, ele é tão simples... Por que os desenhistas insistem em dar uma definição da sua mente pra esse pobre personagem?
Aqui ele mais parece a Samus fugindo com uma abóbora rosa e um tubo de oxigênio. O que ele vai fazer com esses dois itens eu não sei, mas supostamente vai ser algo bem estranho o qual não iremos nos intrometer, justamente por ser uma coisa íntima e que diz respeito apenas ao Bomberman, o tubo e a abóbora... E a mais ninguém!


Chuckie Egg II – Amiga
Aqui vemos o personagem Chuckie Egg fugindo de uma aranha demoníaca from hell!
Porém, acidentalmente, durante a fuga, o pobre coitado bate seus “eggs” na escada.
No caso, na capa ele ainda não bateu, mas pela sua cara de espanto e pela imagem, é óbvio que é exatamente isso que irá acontecer!
E depois disso, os nosso amigo vai passar a se chamar apenas Chuckie, já que os “eggs” ele deixou na escada.
Ou talvez ele mude o nome pra Priscila... Quem sabe! Com essa cara de travesti que ele tem, tudo é possível!


E esse foi mais um post sobre as piores capas... Com os piores comentários que vocês já viram!
Pra quem teve sorte e não viu as outras partes quiser conferir as outras partes:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5

See ya!


Battle Formula (NES)

domingo, 17 de maio de 2009 Postado por Tristan.ccm


Gênero:
Tiro


Fabricante: Sunsoft


Lançamento: 1991


Jogadores: 1 player







Na época do Atari, surgiu um gênero de jogos que hoje muitos consideram extinto: eu jogava muito River Raid, um jogo onde você controlava um avião que tinha que matar tudo que se mexesse até as suas vidas acabarem. Depois dele, muitos jogos de “nave-que-atira-em-todo-mundo” surgiram (Sonic Wings, do SNES, é considerado o melhor do gênero). Com a atual onda de realismo extremo que assola a atual geração, esse gênero recebe adjetivos pouco lisonjeiros como “tiroteio descerebrado” e “ação sem sentido”. Quem já jogou Aero Fighters, R-Type ou outro game parecido, sabe que não é assim, um jogo desses pode ser divertido, desde que bem feito. Infelizmente, isso não ocorreu com Battle Formula.

Em primeiro lugar, nesse jogo você controla um carro equipado com três canhões, um fixo à frente e dois laterais, que se movem juntos comandados pelo botão B (o A atira). Acelerar e frear, virar, todo o resto fica a cargo do direcional. Jogando no emulador isso não chega a ser um problema, mas eu imagino como devia ser fazer isso com aquela caixa de remédios que fazia às vezes de joystick no NES. Se fosse como nos demais jogos do gênero, onde a tela se move e você só tem que se preocupar com sua posição, creio que seria bem mais fácil. Depois, a dificuldade não foi nada balanceada: seus inimigos ou voam, ou são mais rápidos, ou são super resistentes. Power-ups em forma de letras que voam pela tela são lei nesse tipo de jogo, mas o fato de seu veículo perder energia só de encostar nas bordas da pista (por sinal a barra é bem pequena) torna a tarefa de pega-los arriscada. E se sua vida fica difícil assim durante a partida, contra os chefes a dificuldade chega a ser desesperadora: logo de cara você vai ter de encarar uma carreta mais blindada que um caveirão do BOPE, que sempre vêm acompanhada de helicópteros e que se te prensar na parede já era, perdeu uma das cinco vidas (se é que você chegou nele com cinco). Pra completar, a “ressurreição” não tem sentido nenhum. Veja bem: se você pegou um power-up que torna seus canhões laterais automáticos, você pode voltar com ou sem ele (vai depender da sua sorte), mas se tiver pego o que aumenta sua barra de energia, SEMPRE vai perde-lo ao morrer. Com apenas quatro unidades, a barra original quase sempre acaba antes do chefe morrer, ou seja, você praticamente vai ter só uma chance contra ele.

Tenho muita pena de quem comprou esse jogo. De cara, ele te engana, com a premissa de ser um “River Raid no chão”, uma mistura de game de corrida com jogo de tiro, mas a dificuldade absurda, o controle caótico de suas armas e a apelação total dos chefes torna o cartucho um sério candidato a ficar no fundo da sua gaveta, merecidamente esquecido.



NOTA FINAL: 5,7
JOGUE APENAS SE ESTIVER CURIOSO POR VER UM CARRO ONDE NORMALMENTE TERIA UM AVIÃO, MAS NÃO ESPERE NADA DE BOM DESTE JOGO.
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Perfect Dark(Nintendo 64)

sábado, 16 de maio de 2009 Postado por Azrael_I

Gênero: Tiro em Primeira Pessoa


Fabricante:
Rare


Lançamento:
2000


Jogadores:
1 Jogador/Multiplayer


Eis aqui um jogo do Nintendo 64 que eu joguei primeiro no console do que no emulador... Antes de falar de Perfect Dark, quero deixar clara uma coisa: eu odeio jogos em primeira pessoa. Mas este é a minha excessão! Pois bem, se existe um jogo que eu posso chamar de azarado, este é Perfect Dark.PD tinha tudo para ser um dos maiores sucessos do Nintendo 64: além de ser praticamente uma sequência de Goldeneye(com uma engine muito melhorada), ele tem uma história interessante, muito bem trabalhada, armas legais, além de uma protagonista cativante; além disso, a mecânica do jogo lembra muito mais Metal Gear Solid do que Goldeneye, com muita exploração dos cenários e interatividade com eles. Infelizmente, este jogo teve o azar de ser lançado quase no final da vida do N64 e, por isso, não teve um impacto tão grande quanto Goldeneye. Mas isso não quer dizer que ele não tenha feito sucesso ou pior, que seja um jogo ruim, muito pelo contrário!

Perfect Dark conta a história da agente especial Joanna Dark do Instituto Carrington, que é enviada em missão contra a corporação multinacional dataDyne. Em sua missão, Jo descobre que a dataDyne tem planos para conquistar o mercado mundial de armas e, para isso, pretendem entre outras coisas substituir o presidente dos Estados Unidos. Entretanto, Jo acaba descobrindo que existem muito mais coisas por trás da dataDyne, segredos que levarão a Perfect Dark(codinome da Jo) a lutar para não apenas impedir a dataDyne e seus misteriosos colaboradores, mas para salvar toda a Terra.

A Engine de Perfect Dark é a mesma de Goldeneye, o que já garante sua jogabilidade impecável, mas com muitas melhorias(afinal, não faria sentindo simplesmente clonarem 007). A iluminação é melhor, o realismo dos movimentos também foi otimizado, é possível fazer também certos detalhes(como por exemplo desarmar o oponente atirando na arma). Há muita interatividade com os cenários, com os NPCs e tudo o mais; cada fase do jogo é dividida em missões e, para cumprí-las, em geral, há mais de um jeito; as missões, inclusive, não precisam necessariamente serem cumpridas na ordem em que aparecem. Cada fase tem um total de quatro missões com dificuldade variável(Agent, Special Agent e Perfect Agent), que deve ser escolhida antes da fase começar; o mais interessante é que você não pode escolher uma dificuldade mais difícil do que a da fase anterior; ou seja, se terminou a primeira fase na dificuldade Special Agent, não pode começar a segunda fase na dificuldade Perfect Agent. Outra coisa interessante é que pode-se iniciar o jogo de duas formas: direto na primeira missão ou então com um passeio pelo Instituto Carrington, para se acostumar com os comandos e conhecer um pouco mais sobre o jogo.

A parte gráfica, na minha sincera opinião, é que fica devendo um pouco. É verdade que temos uma ótima movimentação em 3D e cenários interessantes, mas há dois defeitos: primeiro é que as fases lembram demais o Doom original, até na movimentação; não que seja ruim, mas eu acho um pouco defasado para um jogo de 2000, o N64 já teve jogos melhores neste sentido. Segundo é que os personagens são meio quadradões demais; Resident Evil 2 provou que esse problema seria superável no N64; os rostos dos personagens são feitos com imagens digitalizadas, o que acaba dando um clima "meio Midway"; da mesma forma que em Goldeneye, o rosto dos inimigos muda aleatoriamente, mas aqui também muda a altura deles.

As músicas por sua vez, não chegam a ser ruins, mas não são lá aquela maravilha, pois costumam ser muito baixas. Mesmo assim, são mais do que adequadas ao jogo, uma vez que a maior parte do tempo não é bom ter música muito alta, para não atrapalhar, uma vez que muitas vezes é preciso ouvir os passos dos inimigos. Aliás, neste sentido o jogo realmente prima: os sons são muito bons e realistas, cada arma tem um som distinto, é possível ouvir não apenas os passos dos oponentes, como também portas abrindo e fechando, objetos caindo, veículos etc. As vozes estão ótimas, e os diálogos bem trabalhados.

Como não poderia deixar de ser, o modo Multiplayer é tão bom quanto o restante do jogo. O Combat Simulator tem seis modos de jogo: Combat, Capture de Case(Capture a Mala), Hold the Briefcase(Segure a Mala), King of the Hill(Rei da Colina), Hacker Central e Pop a Cap. Armas e fases são destravadas conforme se batem os "challenges" ou "desafios", jogos pré-definidos contra robôs. Os desafios são um bom começo para começar a aprender as manhas do jogo. São 30 desafios no total que podem ser realizados com até quatro jogadores. Se todos forem vencidos, os Darksims (robôs mais difíceis de se matar e mais letais) são destravados. Há muitos melhoramentos frente ao modo multiplayer do jogo GoldenEye. Quase todas as armas do jogo são disponíveis, exceto as armas do tipo Goldeneye e a Psychosis Gun. As armas dos combates entre jogadores podem ser arranjadas ao seu bel-prazer. Os jogadores podem ter perfis no multiplayer para salvar todas as suas estatísticas: quantos partidas já jogou, quantos matou e quantas vezes morreu, quais as medalhas que ganhou, etc. Há ainda os Simulants, robôs que servem de oponentes, que têm seis dificuldades: Meat, Easy, Normal, Hard, Perfect e Dark.

Por falar em armas, a variedade delas é bem alta. Boa parte delas são inspiradas nas armas de Goldeneye(como a RCP 120, inspirada na RCP 90), mas há muitas mais exclusivas aqui(como as "exóticas", por assim dizer). Além disso, existe um diferencial ainda maior em Perfect Dark: quase todas as armas têm uma segunda função; por exemplo, a arma Dragon tem como função primária metralhadora, mas sua função secundária a transforma numa mina de aproximação! Por outro lado, a Superdragon é uma variação da mesma arma, mas sua função secundária é de lança-granadas! Saber usar a função certa de cada arma pode ser um grande diferencial quando for cumprir as missões(principalmente se estiver usando o nível Perfect Agent), pois as funções secundárias costumam gastar mais munição que as primárias, mas são muito úteis(quando não essenciais) em certas partes. É preciso saber economizar bem a munição, uma vez que os inimigos vêm em doses cavalares, além de terem uma excelente IA, o que dificulta bastante as coisas. Os tiros voam pra todo lado e o sangue espirra aos borbotões, às vezes você tem a impressão de estar jogando Mortal Kombat devido à quantidade de sangue e violência. No decorrer do jogo acontecem ainda mudanças no status, visão e consciência de Jo; os socos atordoam e os tiros de tranquilizantes deixam a visão nublada, além de tornarem Jo mais lenta; como o jogo é em primeira pessoa, o jogador tem ainda mais essa sensação de realismo.

Perfect Dark foi lançado juntamente com uma versão homônima para Game Boy Color; embora tivessem o mesmo nome, entretanto, eram jogos bem diferentes. Mesmo assim, através do transfer Pak, era possível trocar dados entre os dois jogos. Cinco anos depois, a Rare lançou um prequel para XBox 360 chamado Perfect Dark Zero, mas que nem de longe fez tanto sucesso quanto o primeiro, além de mudar os gráficos para um estilo mais anime, o que pra muitos jogadores não foi uma boa mudança(mas pra mim foi, que fique claro!). Existia ainda uma capacidade extra no jogo Beta, a possibilidade de colocar o rosto do jogador nos personagens de Perfect Dark(isto era feito com a câmera do Game Boy Color), mas isto foi removido da versão final. A Rare declarou que isso foi feito pois aquilo poderia incitar a violência, mas muitos até hoje duvidam que esta seja a real causa; alguns argumentam que a capacidade removida poderia deixar o jogo lento demais, uma vez que ele já usa o Expansion Pak para evitar a lentidão. Seja como for, este é mais um daqueles mistérios que vão ficar sem uma solução definitiva.



NOTA FINAL: 9,4
OK, NÃO FEZ UM "PERFECT" NA NOTA MAS É SIM UM GRANDE JOGO, MUITO BEM FEITO, SEM DÚVIDA UM DOS MELHORES DO N64. ALTAMENTE RECOMENDADO. SÓ É PENA NÃO TER SIDO LANÇADO UM POUCO ANTES, NO AUGE DO CONSOLE, POIS TERIA OBTIDO UM NÚMERO AINDA MAIOR DE FÃS E, QUEM SABE, MAIS CONTINUAÇÕES.
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Oráculo MDG: O Retorno

sexta-feira, 15 de maio de 2009 Postado por Andreas L.S.



Mais uma vez o Oráculo MDG está aqui para ajudar as pobres almas que Deus nos enviou em buscas de respostas.



Vejamos as merdas buscas que chegaram até nós:



Busca: "jogo snes raposa que anda com um monstro azul do lado"
Oráculo MDG: "Se fosse no Mega Drive, eu arriscava Sonic, mas provavelmente o Tails cansou de ficar em segundo plano no Sonic e resolveu assinar um contrato com a Nintendo. Por isso o oráculo sempre recomenda: Nunca desrespeite aquele cara estranho que todo mundo tira sarro. Ele pode se tornar o próximo líder mundial maluco."

Busca: "jogos de funga do mario"
Oráculo MDG: "Bom, se você já tomou uma fungada do Mario, então você deve conhecer ele da época do armário."

Busca: "putinhas do orkut"
Oráculo MDG: "O Oráculo MDG não incentiva nenhum tipo de pornografia (mentira), mas duvido que você ache alguma coisa procurando dessa maneira. Recomendo que volte a Deus e procure por Caiu na Net.

Busca: "fracassou"
Oráculo MDG: "Eu sei... Foi mal..."

Busca: "quero baixar pokemon yellow porra"
Oráculo MDG: "Vai pa p* q ti pariu, seu fiodumégua. Aprenda a ter educação seu viado, palavrão é coisa de idiota, PORRAAAA!"

Busca: "chifre de bode"
Oráculo MDG: "...patas de galinha. (pra quem não entendeu, assistam Chapolin)"

Busca: "oraculo da força e da luz"
Oráculo MDG: "Olha, eu não sei se eu sou um oráculo da luz, mas desde pequeno eu escuto "Ele não é gordo, ele é forte".

Busca: "jogos época do tristan"
Oráculo MDG: "Bom, isso aí você vai ter que perguntar diretamente pra ele."

Busca: "jogos de passar pelas coisas"
Oráculo MDG: "Gasparzinho"

Busca: "mulheres gostosas"
Oráculo MDG: "Putz cara, você ainda não achou? É, o mercado anda difícil mesmo..."

Busca: "jogos de vestir mulher mas quando tira a roupa aparese o peito mostre quero jogar,"
Oráculo MDG: "Esse guri eu não entendi. Ou ele é um "estudante de Moda" e quer vestir a mulher, ou ele é safado mesmo e só tá afim de ver os peitos delas. Em todo caso, atualmente temos um termo para isso: ele é bi.

Busca: "as maiores picas do brasil"
Oráculo MDG: "Modéstia a parte, a minha."

Busca: "todos jogos da visoes de michael jackson"
Oráculo MDG: "Visões de Michael Jackson? Nunca ouvi falar. Só comecei a assistir das Visões de Raven em diante."

Busca: "ver mulheres super peludas forçadas a foder"
Oráculo MDG: "Não sei com que tipo de elemento estamos lidando aqui, mas eu acho que se você precisa forçar uma mulher super peluda a foder, você deve ser feio pra caralho."

Busca: "como faz para dar de 2 jogadores no mario 64 do n64"
Oráculo MDG: "Eu nunca fui chegado em multi-player, mas recomendo que você pare de dar e se concentre no jogo."

Busca: "jogo tiver tido"
Oráculo MDG: "??? Acho que você quis dizer DIVERTIDO, certo?"

Busca: "mario bros a pica do mario bros"
Oráculo MDG: "Ô loco meu! E eu que achava que a única que costumava ver essas coisas era a princesinha"

Busca: "jogos de pokemon sexo"
Oráculo MDG: "Quando eu jogava pokémon, você levava eles na casinha do criador de pokémons, deixava eles com o cara de lá e depois ele te entregava um ovo, nada explícito, mas todo mundo sabia o que rolava lá.

Busca: "como andar na agua no jogo do pokemon pokemon"
Oráculo MDG: "Peça ao PAAAAI. Ele já fez isso uma vez, na Galiléia, pode fazer de novo."

Busca: "mao Çhifrada"
Oráculo MDG: "Mão chifrada é coisa do Metal, e é melhor você não ir por esse caminho, porque senão você vai começar a dizer pro padre que vai queimar Jesus.

Busca: "muito feio"
Oráculo MDG: "EI! Não precisa ofender..."

Busca: "mulhere peitudas"
Oráculo MDG: "Estou atrás também. Não é difícil de encontrar, mas me falta "o djeito"."

Busca: "oq veio primeiro o desenho pokemon ou os jogos"
Oráculo MDG: "A galinha"

Busca: "jogos que peguem em joystick"
Oráculo MDG: "Diga a verdade. Você deve ser daquele tipo de pessoa que quando agarra o joystick, não solta mais. Danadinha (se for danadinho, eu me recuso a comentar)."

Busca: "jogos pro"
Oráculo MDG: "Pro o que? Eu queria tanto poder ajudar..."

Busca: "garotas pervertidas free game"
Oráculo MDG: "Depois o povo não sabe como que o computador pega vírus. Uma dica de "amigo": vai no emule, digita isso aí e baixa aquele arquivo de 500KB que tem + de 1000 fontes."



P.S.: Apenas informando: o cara que procurava por "mulheres bombadas" ainda não achou o que queria e retornou aqui pelo menos umas seis vezes somente nesse mês. O Oráculo MDG deseja a ele um pouco mais de sorte na sua bizarra difícil busca.


Donkey Kong Country 3: Dixie Kong’s Double Trouble (SNES)

quinta-feira, 14 de maio de 2009 Postado por P.A.

Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Rare


Lançamento: 1996


Jogadores: 1-2 players



Ahh Donkey Kong Country! Os melhores jogos dos kongs estão no SNES, pode ter certeza. Mas apesar do estrondoso sucesso do primeiro e do segundo jogo, o terceiro não aproveitou a mesma fase de seus antecessores e talvez seja o mais fraco dos três... Mas isso não significa que o jogo é ruim, longe disso!

A história do jogo é praticamente o maior erro... No segundo game, Donkey Kong havia sido sequestrado e Diddy e Dixie conseguiram salvá-lo. Agora, Donkey foi novamente sequestrado, junto com Diddy! E Dixie chamou seu primo Kiddy pra salvar os dois kongs. Poxa, novamente essa história de sequestro, ainda mais de dois kongs que estão acostumados a combater os inimigos! Tá certo, a vadia da Peach era sequestrada em quase todos os jogos e o corno do Mario ia lá salvar ela... Mas ela é uma mocinha indefesa oras!
Tudo bem que agora eles colocaram um sub-chefe pra dar uma mudada um pouco, e esse chefe é Kaos! Um robô muito éfi-de-pê! Mas K.Rool ainda esta presente e é o último chefe. O Kaos veio só pra dar um complemento que na verdade não complementa nada...
Além disso, ainda temos duas histórias paralelas: os pássaros-banana e os Ursos Mercenários. Os pássaros-banana foram aprisionados em cavernas e cabe a você libertar todos eles pra que assim, eles se reunam e possam libertar a mamãe pássaro-banana. Os ursos te ajudam a encontrar alguns pássaros, mas você precisa ajudá-los também, dando dinheiro, presentes e até outros itens! Essa parte ficou bem legal, já que você tem que pegar o item que cada urso quer e levar pra ele... E torna o game mais amplo, pois liberando todos os pássaros você consegue ver outro final!

Os gráficos ainda são maravilhosos como dos outros jogos, isso é uma coisa muito boa, já que o SNES estava dando seus últimos suspiros nessa época! Tantos os sprites dos kongs como dos inimigos são muito bem feitos... Apesar de que eu ainda acho meio estranho encontrar jacarés laranjas ou roxos, mas beleza! Os cenários também foram muito bem trabalhados e ao contrário do jogo anterior que era mais escuro, esse aqui é bem colorido! E o mapa do mundo é bem grande também, e possui segredos como o mundo de Krematoa que fica no lago!

As músicas deixam um pouco a desejar se comparadas aos outros jogos... Elas se encaixam bem nas fases e nas ocasiões, mas infelizmente, elas não são tão cativantes e memoráveis e que ficavam na nossa cabeça depois de jogar! Não são ruins, de modo algum... Mas não foi uma trilha sonora que chamou a atenção ao jogar. Diferentemente da trilha sonora de DKC 2!
Os efeitos sonoros são bem legais e assim como nos outros jogos, cada inimigo ou kong possui seus efeitos sonoros!

A jogabilidade é semelhante ao jogo anterior... Dixie voa e é mais ágil e Kiddy, bem... O Kiddy é um cone!
Sério, tá certo, ele tem mais força, mas isso não o torna melhor em momento algum! A única habilidade diferencial dele, é um pulo que ele dá na água fazendo com que você passe sem ter que nadar... Isso serve pra alcançar um bônus, e é só! É o pior de todos os kongs. Você pode também segurar um kong nas costas do outro, e jogá-lo pra alcançar alguma plataforma ou até mesmo para quebrar o chão quando este estiver rachado!
Outra característica do DKC 2 presente no jogo, são os bônus que ficam escondidos nas fases e te recompensam com uma moeda ao completá-los! Ainda temos também a moeda de DK, que agora não fica mais suspensa no ar, e sim, é segurada por um jacaré (Koin) e você deve jogar um barril pelas costas dele pra conseguir pegar a moeda, e às vezes, esse trabalho não é dos mais legais!

Uma coisa bacana e inovadora aqui é que agora seu amigo Funky Kong não fica mais no barril-avião te levando de um mundo pra outro, já que agora, você pode viajar livremente pelos mundos! Então Funky virou construtor de barcos (e até helicóptero) e com isso você pode usar os barcos pra chegar até os mundos espalhados pelo mapa... E os barcos também te ajudam a alcançar algumas cavernas onde os pássaros estão aprisionados!
Os animais amigos também estão presentes, alguns foram substituidos, outros permaneceram! Rambi o melhor animal foi trocado por uma merda de um elefante que tem medo de ratos... Sim, isso torna o jogo mais interessante e o elefante (ou a elefanta) tem até que uma gama boa de movimentos que ajudam em algumas partes, mesmo assim, Rambi era muito mais foda! Squiter (segundo melhor animal de todos os jogos, perdendo pro Rambi), Squawks, e Enguarde ainda estão presentes. Adicionado Parry, um passarinho pequeno que ajuda você a coletar alguns itens mais no alto...

Algumas fases do jogo são bem complicadas, como a do esgoto onde os comandos estão invertidos, e a fase onde você deve alimentar uma piranha pra que ela não se alimente dos kongs... Isso sem citar a maldita fase do foguete! Os níveis mais difíceis podem ser muito aborrecedores ao invés de desafiadores...
Eu achei que a ação do jogo caiu um pouco em relação ao segundo jogo, não que isso deixe o jogo ruim, mas o ritmo mais devagar não é tão legal assim!

O terceiro game da trilogia que fez sucesso no Super Nintendo não era tão bom e marcante como os outros dois jogos, mas mesmo pecando em alguns aspectos, é um grande jogo!


NOTA FINAL: 9,0
O TERCEIRO GAME DOS KONGS NO SNES POSSUI SIM SUAS FALHAS EM RELAÇÃO AOS ANTERIORES, MAS É CLARO QUE É UM GRANDE JOGO LANÇADO NO FINAL DA VIDA DO SNES E QUE MERECE ESTAR PRESENTE NA BIBLIOTECA DE GAMES DE QUALQUER JOGADOR QUE SE PREZE!
Plataforma: