Chrono Trigger - Dicas

terça-feira, 29 de setembro de 2009 Postado por Tristan.ccm

Todos os finais do jogo

Chrono Trigger tem ao todo 13 finais diferentes (sem contar o final extra, na versão para DS). Dependendo de como você derrota o vilão Lavos, um final diferente será mostrado. Eis como ver todos os finais do jogo:

Final 0: The Day of Lavos (O dia de Lavos)

Como chegar nele: Perca a batalha contra Lavos em qualquer época.

O único final ruim do jogo. Como Crono e seus amigos foram derrotados, Lavos está livre para destruir o planeta, enquanto cientistas do ano 1999 A.D. assistem a destruição sem ter o que fazer para impedir.

Final 1: Beyond Time (Além do Tempo)

Como chegar nele: Primeiro ressuscite Crono, depois derrote Lavos da maneira que preferir.

Todos voltam a 1000 A.D., no dia final da Feira do Milênio. O Rei fica sabendo das viagens temporais por Lucca, e decide revogar a sentença de morte de Crono, perdoar sua filha e fazer em sua homenagem o Sino de Nadia. Após o encerramento da feira, cada um volta para sua respectiva época pelo portal do teleportador de Lucca, que está para fechar. No último segundo, o gato de Crono entra no portal, e a mãe do herói, tentando pegá-lo, cai junto e ambos acabam sumindo. Os três amigos partem na Epoch para resgata-los. Uma variante desse final aparece se você usar a nave para chegar até Lavos: ela é destruída e você verá Crono e Marle passeando de balões durante os créditos.

Final 2: Reunion (Reunião)

Como chegar nele: Derrote Lavos sem ressuscitar Crono.

Parecido com o final anterior, mas aqui todos se reunem no End of Time antes de ir à Feira do Milênio. Aqui, após todos voltarem a suas épocas, Lucca e Marle usam a Epoch para ir atrás de Crono. Se ela tiver sido destruída, Marle voará de balões sozinha durante os créditos, pedindo pra alguém explicar como se usa esse tal de GPS [Padre Adelir de Carli OFF].

ATENÇÃO: Você terá de usar o New Game + para ver os finais a partir deste.

Final 3: The Dream Project (O Projeto dos Sonhos)

Como chegar nele: Após devolver o pendante a Marle, vá até o show de Lucca, suba no transportador da direita e ative o portal verde.

O mais difícil de todos os finais, pois você terá de encarar Lavos com apenas dois personagens (Marle e Crono). Após vencer a luta, você irá para algo parecido com o End of Time, mas com os NPCs respondendo como os programadores do jogo. Entre em cada um dos nove portais e converse com todos (contra um deles você vai ter que lutar). Após isso, converse com o velhinho e entre na sala de Specchio, onde uma última surpresa o aguarda.

Final 4: The Sucessor of Guardia (O Sucessor de Guardia)

Como chegar nele: Derrote Lavos logo após voltar de 600 A.D. (use o transportador de Lucca)

Após agir de uma forma um tanto estranha, o rei de Guardia mostra a Marle o que aconteceu com Frog em 600 A.D., e acreditem: ela não vai gostar nem um pouco!

Final 5: Good Night (Bons Sonhos)

Como chegar nele: Após ir ao End of Time pela primeira vez, use o balde para enfrentar Lavos.

Um Nu e um sapo brigam para ver quem atrapalha mais o sono um do outro. Quem perde? Você, que se matou pra ver um final besta desses! É melhor esquecer isso e ir direto ao próximo...

Final 6: The Legendary Hero (O Herói Lendário)

Como chegar nele: Após ir ao End of Time pela primeira vez, vá a 600 A.D. e cruze a Zenan Bridge, depois vá a casa de Tata e ouça sobre o Herói Lendário. Volte ao End of Time e use o balde para ir até Lavos.

Primeiro, Robo volta a sua época e encontra sua amada Atropos (de uma forma que me parece bem familiar). Enquanto isso, em 600 A.D., Tata entra na torre de Magus e tem uma grande surpresa.

Final 7: The Unknown Past (O passado desconhecido)

Como chegar nele: Após pegar a Hero's Badge de Tata (pegue-a com ele em sua casa, depois de derrotar Masa e Mune em Denadoro Mountain), vá para o End of Time e use o balde para enfrentar Lavos.

Você verá várias cenas dos personagens em suas épocas, como Magus junto de seus servos, Crono e Marle juntos, entre outras coisas.

Final 8: People of the Times (O povo dos tempos)

Como chegar nele: Recupere o Gate Key em 65000000 B.C. e vá enfrentar Lavos logo em seguida (antes de remontar a Masamune)

Nada de mais: você verá boa parte do elenco do jogo em meio aos créditos, sejam os heróis, sejam os vilões.

Final 9: The Oath (O juramento)

Como chegar nele: Remonte a Masamune, devolva-a a Frog e vá enfrentar Lavos.

Um dos melhores finais, na minha opinião. Todos voltam a 1000 A.D., onde a paz agora reina. Frog, porém, ainda tem algo a fazer: ele vai até a torre de Magus e enfrenta o feiticeiro num duelo. Pena que o jogo não mostra a luta, e no fim dos créditos uma enigmática figura de capa aparece no topo da torre. Deixo a você a tarefa de dizer quem ganha a parada!

Final 10: The Dino Age (A Era dos Dinossauros)

Como chegar nele: Enfrente Lavos logo após derrotar Magus.

Como Azala nunca foi derrotado, os Reptites não foram extintos. Por causa disso, todo mundo, incluindo Crono, Marle e cia. se tornam Reptites!

Final 11: What the Prophet Seeks? (O que o profeta procura?)

Como chegar nele: Enfrente Lavos logo depois de derrotar Azala. Também rola se você ir pra ele assim que pegar a Epoch.

Outro final muito legal, pra mim só perde pro #9. Enquanto Frog visita a estátua de Magus em 600 A.D. e o resto do time se diverte na Feira do Milênio, Magus entra sozinho no Ocean Palace em busca de sua vingança contra Lavos.

Final 12: Memory Lane (Estrada da memória)

Como chegar nele: Enfrente Lavos logo após assistir a cena de Shala abrindo as portas do Ocean Palace com o pendante (NÃO CARREGUE O PENDANTE NA MAMMON MACHINE E NÃO ENTRE ATRÁS DELA!!!)

Sabe quando as garotas ficam no intervalo da escola, comentando sobre que menino é bonito ou não? Aqui você vai ver Marle e Lucca fazendo o mesmo com alguns personagens secundários, como Toma, Billie, Quino, etc. O mais interessante é que esse final nos brinda com a única chanca de ver Crono dizendo alguma coisa!

Uma última dica: volte ao End of Time e salve o jogo logo após a primeira parte da batalha contra Lavos e você só precisará lutas as duas últimas quando enfrentá-lo de novo. Isso vai facilitar sua vida na hora de abrir os outros finais. Essa dica só não funciona para o final #3.

Outras dicas:

Jogue com Magus no seu time: logo após derrubar a nave de Dalton e pousar a Epoch, vá ao noroeste da ilha, de preferência com Frog no seu time. Magus estará lá, e após um breve diálogo você poderá escolher entre lutar ou não com ele. Escolha "No" e vá para a saída. Magus vai interrompê-lo e entrará para sua equipe. Caso escolha lutar, a maldição de Frog será quebrada e ele voltará à forma humana no fim do jogo.

Itens secretos: Em Denadoro Mountain, jogue-se das cachoeiras e você irá para zonas da ilha com baús de ítens. Também tem um item secreto na parte de cima da montanha, onde tem um bicho branco olhando o horizonte: fale com ele até ele se encher e você ganhará um item.

Magus "tunado": No Ozzie's Fort, na parte onde ele tenta te acertar com uma guilhotina, examine a parede oposta à guilhotina, embaixo da porta do alto. Uma área secreta vai aparecer com três baús. Neles, você vai encontrar os melhores equipamentos para deixar Magus ainda mais poderoso.
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[Games em Foco] As coisas mais estranhas dos jogos

segunda-feira, 28 de setembro de 2009 Postado por P.A.

Esse é um tema que pode gerar polêmica... Afinal, estamos falando de jogos, ou seja, é tudo ficção! Son coisas que non ecsistem!
Se formos analisar todas as coisas estranhas em jogos, arrisco a dizer que nenhum iria sair ileso, afinal, temos encanadores italianos que usam flores pra atirar bolas de fogo em dragões num mundo dos cogumelos, e ouriço com cabelo maneiro e sapato invocado que corre na velocidade da luz, e muitas coisas mais que não fazem sentido algum...
Mas a questão é que tem algumas coisas nos jogos, que fogem à regra e acabam se tornando muito esquisitas, e nós acabamos ignorando histórias tão mirabolantes para pura e simplesmente nos indagar sobre esses “pequenos” detalhes que acabam fazendo menos sentido que qualquer outra coisa! Entendeu? Não?!?! Porra nem eu!
Falei, falei, falei... E num deu em nada! Mas acompanhe-me no [Games em Foco] de hoje e talvez vocês entendam melhor o que estou querendo dizer...


Latas de lixo premiadas
Nossos pais viviam falando pra não pegarmos coisas de estranhos ou que estivessem no chão, pois poderiam fazer mal!
E de repente, vêm os Beat’em Ups e nos mostram que comer coisas do lixo, pode recuperar nossa saúde.
É, era muito difícil educar os filhos naquela época...
Eu não poderia ter começado esse artigo com outro fator tão estranho! Como pessoas jogam frangos assados inteiros na lata de lixo?
E pior... Como os caras comem coisas do lixo?
E pior... [2] Como eles não passam mal?
Fora as comidas deliciosas e suculentas encontradas na lata de lixo, podemos também encontrar rádios, jóias, dinheiro, barras de ouro e diversas armas!


Aii! Bati em alguma coisa...
Todo mundo já topou com uma barreira invisível em algum momento de determinado jogo! Elas estão lá para impor um limite ao jogador...
E você certamente, estava em cima de um penhasco e pensou: "Vou jogar esse inimigo morro a baixo!"
E quando jogou, ele parou na barreira invisível! Maldita seja!
Mas é claro também, que o contrário também aconteceu... Os inimigos tentaram te jogar e você foi salvo pela barreira.
Os jogos possuem essa barreira para impor um limite até onde o jogador pode passar! Só que alguns casos, não fica tão bom... Como no exemplo do penhasco! Nem precisaria dela lá em cima, porque assim ficaria mais bacana e todo mundo poderia cair. Claro, ficaria mais difícil... Mas bem menos estranho!


Personagens que não sabem nadar
Tá certo, isso nem seria algo estranho, afinal nem todos sabem nadar e portanto não seria obrigatório pros personagens de jogos! Mas tem alguns jogos que abusam...
Vocês certamente conhecem um jogo chamado “Frogger” onde jogamos com um sapo (sério?) e temos que atravessar um rio... Só que ao cair na água o sapo morre!
Porra, porque um sapo morre ao entrar em contato com a água?
E tem também o Altair (Assassin’s Creed)! O cara escala prédios enormes usando o tal do Le parkour - aquele negócio que falam que é esporte, mas nunca vi pular muro das casas ser esporte... Aqui na minha terra isso tem outro nome. Se alguém tiver pulando o muro de casa eu dou um tiro! Le parkour de cú é rola!
Além de escalar prédios, o cara anda nas sombras, rouba coisas sem ser notado, combate inúmeros inimigos, mas quando cai na água, morre... Merda de assassino incompleto, deveria ter terminado o curso pra ficar melhorzinho né!


Plataformas Voadoras
Esse é um tema muito discutido pelos gamers... Como diabos essas plataformas ficam flutuando? E ainda aguentam o peso dos personagens sobre elas...
Quem será que resolveu construir plataformas voadoras? E como esse cara conseguiu tal progresso?
É sem dúvidas uma descoberta interessante, deveria ser usado em outras coisas... Já imaginou construir plataformas voadoras pra se alcançar os lugares? Seria fantástico!
Aliás, um mistério maior ainda é porque diabos construíram plataformas voadoras no meio da selva ou em cavernas!
As plataformas voadoras e as paredes invisíveis são coisas inexplicavelmente estranhas... Colocadas em lugares mais estranhos ainda!


Portas blindadas...
Está você jogando com seu agente da SWAT, armado até os dentes, com metralhadoras, granadas, bazucas, shotguns, explosivos, armas nucleares e uma faca (tem que ter a faquinha)... E quando chega numa porta, ela simplesmente não abre!
E você tem que digitar uma senha ou então buscar algum item pra abri-la... Catso, só olhar no seu inventário e verás que não precisa de item nenhum! Fuzila essa merda dessa porta...
E outra, sendo você um soldado treinado, deveria ter aprendido a arrombar portas!
Mas curiosamente, essas portas são blindadas e pasmem, nem usando a poderosa faquinha, você conseguirá abri-la!


Seja bem-vindo à minha humilde residência...
Isso simplesmente me intriga! Cena comum em RPG’s, você armado com espadas, escudos e armaduras, entra na casa de qualquer um com muita naturalidade, mexe nos armários, baús, visita todos os cômodos da casa e sai de lá com os bolsos cheios de itens da família, e mesmo assim, ninguém chama a polícia!
E ainda sempre são amigáveis com você, te dão dicas e tudo mais...
O pessoal dos RPG’s é muito amistoso mesmo! As portas das casas deles sempre estarão abertas pra você entrar e fazer a faxina na casa!
Hoje em dia, mesmo trancado o povo faz a faxina e leva tudo... Os tempos mudam mesmo!


Bolso infinito
Ao longo de sua extensa jornada, você encontra itens que poderão ser úteis e vai guardando todos! Espadas, escudos, flechas, bombas, dinheiro, poções, livros, chinelos, bigornas, pedras, uma TV de LCD, um notebook... Bem, o fato é que guarda tudo que você encontrar pelo caminho; pelas latas de lixo ou nas casas dos outros!
Impressionante que cabe tudo no seu bolso ou na sua mochila... E nem fica pesado nem nada! Você caminha e até corre normalmente!
Pior ainda ocorre nos jogos do Pokémon... Como o personagem guarda uma bicicleta na mochila?


Quebra-cabeças/Puzzles nos lugares mais estranhos
Imagine você morando na mansão de Resident Evil! Numa bela noite desse um baita de um revertério em você... Só que pra abrir a porta do banheiro que é blindada, você teria que reunir duas esmeraldas, alinhar os quadros na ordem correta, e ainda digitar uma senha! Bem, até lá você já teria se cagado todo!
É, eu nunca quis morar em mansões mesmo... Prefiro morar na minha casinha! Pelo menos posso cagar tranquilamente.


Barris explosivos
Uma coisa muito comum em FPS é encontrar diversos barris explosivos pelo cenário! O que é estranho, afinal, se os caras sabem que esses barris podem explodir com muita facilidade, porque espalhar eles pelo lugar?
E ainda por cima, tem carinhas que fazem questão de se esconder atrás do barril quando percebem que você está atirando... Pow, tá de brincadeira né!?!?


Lugares maiores por dentro que por fora...
Está você passeando por uma cidadezinha e vê uma casa pequena, no máximo deve ter uns dois cômodos! Isso olhando por fora...
Ao entrar você se depara com uma sala, uma cozinha, três quartos, banheiro, lavanderia, uma academia, piscina aquecida, churrasqueira e ainda um jardim suspenso e elevador!
É incrível como o arquiteto que projetou tal casa, conseguiu dar a ela uma ilusão pra que parecesse pequena por fora!


Nada que uma boa noite de sono não resolva...
Ahh nada como uma boa noite de sono pra nos deixar novinhos em folha hein! Tá com dor de cabeça, gripe suína, unha encravada, envenenado, dor de barriga? Basta tirar uma boa soneca e pronto, seus problemas estarão resolvidos!
Tá, a dor de barriga não... Pra isso vá num banheiro que não seja na mansão de Resident Evil!
Mas voltando aos fatos, é fascinante ver como os caras associaram o sono com a cura de tudo! Realmente, tirar uma pestana é muito bom... Mas quem dera acabar com todos nossos problemas de saúde!


Não encosta em mim!
Cara, como podem fazer jogos assim? Sério, peguem como exemplo a série Contra... Como soldados tão fodas e machos podem morrer por apenas encostar nos inimigos? Mas que merda de soldados são esses que não aguentam um simples esbarrão...
Alguém já jogou Transformers do NES? Como pode um robô de dez metros de altura morrer ao encostar em inimigos minúsculos ou em pequenas pedras?


Vendedores em lugares estranhos...
Tem vários jogos que pra dar uma colaborado com o jogador, colocam alguns carinhas pra vender itens e armas! Claro, isso é ótimo pra gente! Mas por que diabos tem um vendedor lá na casa do caralho?
Em Resident Evil 4 por exemplo... Por que tem aquele carinha lá? Pra quem ele pretende vender suas armas? Pros ganados?
Será que ele não tem visão empreendedora pra saber que o mercado lá não lhe dará o retorno ideal? Apenas Leon compra coisas dele... Aliás, comprava né! Mas bem feito pra ele, por ter permanecido lá!



Putz, esse [Games em Foco] de hoje ficou meio grandinho!
Mas tá aew as "Coisas mais estranhas dos jogos" que eu consegui me recordar...
E vocês, lembram de mais alguma coisa bizarra e que não tem sentido?
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A Evolução dos Games: Link

sexta-feira, 25 de setembro de 2009 Postado por Tristan.ccm

O astro da série Legend of Zelda foi um dos poucos que atravessou quase toda a história dos games mantendo seu carisma em alta. Porém, o Link que conhecemos hoje mudou muito se olharmos como ele era em seu passado:

Legend of Zelda (NES)

No início, Link era tão simples quanto seus colegas de Nintendinho. Assim como Mario, seu desenho visava retratar da forma mais simples e, ao mesmo tempo, mais realista um ser humano num console de 8 bits. Aqui, ele já tinha aquele inventário imenso que parecia contrariar a lei física que diz que dois corpos não ocupam o mesmo lugar, mas só podia usar um item por vez. Uma coisa interessante era o escudo de Link, que exibia uma cruz latina (a mesma usada por religiões cristãs). Ele era semelhante a escudos medievais de verdade, mas não tinha muito a ver com a série.

Adventure of Link (NES)

Eu não costumo usar palavrões em minhas postagens, mas aqui não tem jeito: cagaram no Link! Ele nunca foi tão bonito assim, mas com essas orelhonas, esse jeito todo desconjuntado de andar e esse "gingado" todo, ajudou a tornar o segundo Zelda o pior de todos. De marcante nessa fase, apenas o mérito de ter sido o primeiro Link "adolescente" da série.

A Link to the Past (SNES)

A "volta às origens" de Link veio num game espetacular, que até hoje é obrigatório pra todo fã de um bom RPG. Seu visual aqui é uma atualização do primeiro jogo da série, porém a tecnologia superior do novo console da Nintendo permitiu que o herói pela primeira vez pudesse ter expressões faciais. Quando ele é atingido, sua cara se contorce de dor, e quando ele tenta levantar algo pesado a força que faz é visível.

Ocarina of Time / Majora's Mask (N64)

Revolução total no primeiro jogo em 3D da série. A primeira está logo a vista: Link agora é loiro, abandonando os cabelos castanhos da era 2D. Outra coisa interessante é seu visual adolescente, com Link usando uma camisa branca por baixo da túnica e com luvas protegendo as mãos. Seu escudo volta a ganhar desenhos (o de LTTP era liso), mas agora ele tem a ver com a série: em meio a grafismos que lembram asas, uma Triforce em primeiro plano (embora o Mirror Shield de OOT insista em símbolos religiosos, com um Crescente típico dos muçulmanos).

Wind Waker (GameCube)

Esse jogo gerou duas polêmicas: a primeira, a troca dos polígonos pelo cell-shadding, algo que desagradou, e muito, os fãs. A outra foi esse visual cartunesco, que deixou Link parecido com uma das Meninas Super-Poderosas. Pra completar o pacote, essa espadinha que imita a varinha do Harry Potter ajudou a fazer com que os fãs se frustrassem com um jogo que prometia dar continuidade ao legado de qualidade dos games para N64.

The Minish Cap (Game Boy Advance)

Esse jogo marcou a estréia da versão loira de Link nos portáteis. Uma prova de que a repaginação do N64 fez muito bem ao herói. Como o portátil tinha bem menos botões que os consoles, aqui era possível customizar totalmente os armamentos que Link carregaria (nas demais versões de "baixo nº de bits", uma das armas era obrigatoriamente a espada). Outra coisa interessante era que o jogo foi o único até hoje a mostrar Link sem seu famoso chapéu verde: ele começa com a cabeleira loira à mostra até encontrar Ezlo, o pé no saco chapéu falante que dá nome ao jogo.

Twilight Princess (GameCube / Wii)

Pra muito fã de Zelda esse é considerado o Link definitivo: nunca o Herói do Tempo foi tão bem desenhado! Além do visual atualizado, Link ganhou uma roupa mais condizente com sua vida de guerreiro, pois a túnica verde ganhou por baixo uma cota de malha, um tipo de roupa formada por anéis metálicos, algo muito usado por cavaleiros medievais. Mas o mais legal é que a versão para Wii permite que o jogador literalmente entre na pele do orelhudo: nada supera dar espadadas balançando o Wiimote no ar!

Phantom Houglass (DS)
Pelo visto, a polêmica de Wind Waker definiu uma regra para nosso herói: versão cartoon, só nos portáteis. Na opinião deste blogueiro, fã declarado e incondicional dessa série, é uma decisão acertada. Afinal, como eles tendem a ter menos memória, o jogo fica mais fluido. E aqui, pelomenos, Link tem um desenho que é bem mais harmonioso que a versão cabeçuda de WW. Agora, só nos resta esperar que o vento sopre novamente para ver qual será a novidade desse herói imortal e carismático.


Lockerz

domingo, 20 de setembro de 2009 Postado por P.A.

Ontem o Felix, da PO.B.R.E. me mostrou uma coisa bem interessante no MSN!

Ele me mostrou o site Lockerz: http://www.lockerz.com

Pra quem ainda não conhece, esse site dá prêmios aos jogadores, como camisetas, jogos, consoles e outras bugigangas!
Basta se cadastrar, logar no site e responder a pergunta do dia pra acumular pontos que você troca por prêmios!
Ao logar no site você ganha 2ptz, ao acertar a pregunta do dia mais 2ptz...
Lembrando que só pode responder a pergunta do dia... Se responder as anteriores você corre o risco de perder sua conta...

Só que pra participar vocês precisam que alguém que já está cadastrado lhe envie um convite... Então quem quiser participar, basta enviar seu endereço de e-mail pra mim com o título CONVITE para o meu e-mail: pauloponciano@gmail.com, que eu lhes mando o convite!

Ao que parece, eles ainda não enviam prêmios pro Brasil... Eles vão começar a enviar a partir do dia 15 de outubro! Até lá, nós podemos ir juntando uns pontinhos!

!!!!!!ATENÇÃO!!!!!!
Eu não tô recebendo pra fazer propaganda do Lockerz não... Apenas estou lhes mostrando assim como o Felix fez comigo, pois assim todos poderemos ganhar prêmios!
Vale lembrar que ninguém sabe ao certo a veracidade desses fatos, eu sou meio desconfiado com essas coisas, e não garanto que os prêmios e que esse site são realmente de confiança! Mas é como disse o Felix; não custa nada tentar!
Afinal, se for mentira, não perderemos nada... Agora se for verdade, poderemos ganhar prêmios! Então eu to participando, quem quiser só enviar o seu e-mail pro meu que eu mando o convite e a gente vê o que vira essa birosca! xD

Boa sorte pra todos nós e tomara que essa coisa seja verdade porque quero um PSP! \o/

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ATENÇÃO! TODO MUNDO QUE ME PEDIU CONVITE JÁ DEVERIA TER RECEBIDO! CASO ALGUÉM AINDA NÃO RECEBEU, SÓ PEDIR DE NOVO QUE EU REENVIO, PORQUE ALGUMAS VEZES NÃO CHEGA... GOGOGO PSP! xD
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Os Jogos (quase) Esquecidos no Tempo (3)

Postado por Azrael_I

ESPECIAL: Jogos de Anime e Mangá

É, ultimamente o mundo anda cada vez mais atrás da cultura japonesa, e quem conduz o carro de frente são os animes e mangás, que em sua maioria mostram muitos aspectos da cultura nipônica(além da língua). Até mesmo os tradicionais gibis de super-heróis têm cada vez mais adotado elementos de mangá, como a dinâmica e a narrativa; até aqui no Brasil, a Turma da Mônica já ganhou uma versão mangá! Bom, a questão é que este terreno já vinha sendo preparado há décadas pelos japas, e a prova disso é a imensa quantidade de jogos baseados nos mangás e animes que foram(e continuam sendo) lançados e, mais tarde, exportados(ainda que sem tradução) como meio de divulgação da cultura Otaku. Fazendo uma chave na série dos jogos desconhecidos, vou postar aqui os jogos que, além de nunca terem tido uma tradução(e por isso são quase desconhecidos) foram baseados nos animes e mangás(e que boa parte deles eu conheci antes mesmo dos Emuladores), muitos destes, aliás, que também nunca chegaram ao Brasil.


Dragon Ball Z Super Butouden 2(Snes)














A quantidade de jogos de Dragon Ball é proporcional ao número de episódios do anime. E mesmo hoje em dia são lançados mais e mais novos jogos para a franquia, como a bem recebida série Budokai(pra Playstation 2) e Legacy of Goku(pra GBA)! Só a série Super Butouden teve três jogos, ainda no Super Nintendo, além de uma versão para Mega Drive. O segundo jogo(que eu comprei na Venezuela de uma locadora falida, anos antes de Dragon Ball Z chegar no Brasil) é o primeiro que permite jogar com os super-saiyajins; a história se passa durante a saga do Cell e também mostra dois dos filmes da série(o primeiro Super Butouden se passa na saga do Freeza e o terceiro na saga do Majin Buu) e no modo story só é possível escolher entre quatro personagens(Gohan, Vegeta, Trunks e Picollo), mas no modo Versus é possível escolher entre oito personagens, além de dois secretos(Goku e Brolly). Jogo bem difícil, com muitos níveis de dificuldade, opções, golpes e músicas bem trabalhadas. Nada como lançar um Kame-Hame-Ha!


Natsuki Crisis Battle(Snes)













Quem vê meu perfil no Orkut deve se perguntar: "De que raio de mangá é esse desenho do avatar?" A resposta é Natsuki Crisis, o mangá que eu mais lamento nunca ter sido traduzido(e ainda sonho que um dia chegue ao Brasil). Lançado no auge da série Street Fighter, este jogo acabou sendo um sucesso no Japão, não só graças ao sucesso do mangá, mas por trazer certos elementos que o diferenciam do Street Fighter(como os cenários bem desenhados, a interatividade e alguns lutadores que usam estilos de chão, coisa inexistente nos games de luta da época). Uma grande pena ele nunca ter ganhado uma versão americana, dos jogos de luta é um dos meus preferidos.


Hamelin no Violin Hiki(Snes)














Este foi um dos poucos desta lista que achei uma tradução BOA, e ainda por cima pro Português! O jogo é inspirado no mangá de Hamelin no Violin Hiki(O Violinista de Hamelin), lançado muito tempo atrás lá na terra do sushi. Inspirado nas fábulas antigas(aliás, o próprio mangá tem um jeitão de conto de fada), em que os heróis usam instrumentos musicais pra fazerem magias. Neste jogo, o jogador controla o Hamel, herói da história, mas o destaque vai mesmo pra sua parceira, a menina Flute, que o segue pra cima e pra baixo(que nem o Tails em Sonic 2); enquanto Hamel pode lançar ataques e magias com seu violino(algumas com comandos parecidos com os golpes dos jogos de luta), Flute usa roupas que a transformam em um monte de animais e objetos(que servem como armas, veículos ou mesmo plataformas). Teve também um anime, mas com a história ligeiramente diferente, e que não foi muito bem animado(apesar de terem caprichado na trilha sonora; natural, já que o cara que faz o celo do Hamel é ninguém menos que Yuji Ueda!). Dá pra ver pelo Youtube, quem tiver curiosidade: http://www.youtube.com/watch?v=KTy8SgaA4Vs


GS Mikami(Snes)













A série Ghost Sweeper Mikami(Mikami Caça-Fantasma, mais ou menos) é quase como se fosse uma versão japonesa de Os Caça-Fantasmas(inclusive com o mesmo toque de humor, mas mais sombrio), e é muito querida em alguns países que falam Espanhol(mais ou menos quanto Sailor Moon é aqui no Brasil, com a vantagem de não ser um anime "pra meninas"). No papel da bela e gananciosa caçadora de fantasmas, o jogador precisa recolher alguns itens que completam uma estátua que aprisiona um espírito(que por sinal é o chefe final); estes itens estão na posse de espíritos malignos poderosos(os chefes de fase). A jogabilidade de GS Mikami lembra bastante o jogo Valis de Mega Drivel. A única tristeza é que a maior parte do humor acaba se perdendo, na falta de uma tradução.


Hiper Iria(Snes)













Tá, este jogo é bem complicado de jogar pra quem não entende japonês... mas assim que se aprende a jogar fica muito agradável. Baseado no filme de animação Iria: The Zeiran, a mercenária Iria deseja ser uma caçadora de recompensas tão boa quanto o irmão. Existem diversas missões que podem ser escolhidas à vontade(como as fases de Megaman) e uma infinidade de armas(que precisam ser compradas com o dinheiro das missões). Novamente, na falta de tradução, acaba ficando bem complicado entender os objetivos de cada missão(por sorte os continues são infinitos). Entre uma missão e outra existe uma mini-fase de nave, em que se controla Iria num "planador que vira asa-delta", para recolher itens e algumas armas como bombas... ou só pra perder energia e tornar as missões ainda mais difíceis.


Kishin Douji Zenki 2/Zenki Deneiraibu(Snes)














Eis aqui outro anime que eu lamento nunca ter chegado ao Brasil. Este jogo faz parte de uma série de três(depois eu falo dos outros dois), mas com certeza é o melhor deles. A grande diferença está na jogabilidade, que se divide em duas formas completamente diferentes: nas fases o jogador controla a garota Chiaki, para reunir itens e energia. Já contra os chefes, Chiaki pode invocar Zenki para lutar(ou ela mesma se arriscar, se o jogador for louco), e o esquema de jogo muda: em vez de uma mera luta à lá Street Fighter, os ataques de Zenki se carregam em uma barra, que, ao estar carregada no nível que o jogador desejar, deve apertar um botão para a barra parar de carregar e poder executar sua ação(quanto mais cheia a barra, mais forte os ataques, embora ataques mais poderosos consumam muita energia). São quatro tipos de ações diferentes, desde um mero soco ou chute até um tiro carregado ou uma magia. Os inimigos atacam de diversas formas e alguns são bem fortes... mas é claro, nenhum jogo de anime é bom sem cutscenes, e Zenki 2 está cheio delas, desde as animações dos ataques até as simples cenas da história; destaque para a invocação de Zenki, antes das batalhas.


Kendo Rage(Snes)






Mais um jogo semelhante a Valis, mas com uma ambientação mais... colorida. Este jogo usa muitos elementos referentes ao Kendô(arte marcial com espada) e possui algumas cutscenes bem PEBAS, além dos cenários e inimigos serem meio... infantis. Fora isso, é um jogo até bastante divertido; a espada da personagem Jo tem diversos poderes, que mudam de acordo com certas esferas coloridas que se pegam nas fases. O que espanta neste jogo é a dificuldade(aliada a uma jogabilidade que poderia ser melhor), ainda nas primeiras fases, e que só piora no decorrer do jogo(as últimas fases são de tirar a paciência de qualquer um); outro destaque vai para a tradução, que é bem ruinzinha. É engraçado com um jogo com tantas más qualidades ainda assim possa ser divertido(e bem engraçado, em algumas partes)! Um ótimo desafio pra quem gosta de jogos difíceis(como eu, hehe).


Neon Genesis Evangelion(Nintendo 64)












Da minha lista, Evangelion é um dos poucos animes que ganhou uma versão brasileira(embora nunca tenha passado na TV aberta). O único problema é que seu jogo pode ser um pouco maçante nas primeiras fases pra quem não é fã do anime; o jogo conta toda a história da série(com mais ou menos destaque para algumas partes), obviamente tudo em japonês. Cada fase tem uma jogabilidade diferente(embora a de algumas seja parecida); algumas são de luta, enquanto em outras é preciso cumprir uma missão que envolve desde perseguir um robô(no velho esquema de corrida alternando entre botões, como no jogo de corrida dos cem metros e natação dos Olympic Games) até mesmo sincronizar os movimentos com uma música, fases de tiro ao alvo e até mesmo fases com um esquema similar ao de Zenki 2; de todos, este é talvez um dos jogos mais versáteis. Ainda para quem é fã do anime, quanto mais semelhante ao desenho forem as ações no decorrer do jogo, mais parecidas vão ser as cutscenes(por exemplo, se perder um braço na luta contra o monstro com braços de lâminas, o Eva vai arrancar um dos braços dele e pôr no lugar do braço perdido); por outro lado, é possível ainda conseguir cenas que não estão no anime(como uma cena secreta na fase da sincronia com a música). A menos que seja fã de carteirinha da série, não recomendo usar este jogo no emulador; além de não existir tradução, os controles no teclado ficam bem complicados em todas as fases, até mesmo nas fases de treino.


Ring Ni Kakero(Snes)













Este é o jogo do anime mais odiado pela maioria dos fãs mais doentes de Cavaleiros do Zodíaco(porque o autor de CDZ preferiu durante anos continuar escrevendo Ring Ni Kakero do que CDZ)! O jogo conta a história da primeira série de Ring Ni Kakero, desde que o protagonista Seiya Ryuji começou a lutar nos ringues até conhecer seus amigos. De todos os jogos de luta, este é um dos que tem a jogabilidade mais diferente(e complicada). Apesar de poder se movimentar pelo ringue livremente, e socar os oponentes com o botão L, o verdadeiro esquema está nos ataques especiais: eles são feitos de forma semelhante aos de Zenki 2, quando a barra de poder está cheia é possível lançar os ataques especiais(que são necessários para vencer os oponentes, não adianta só ficar socando com L). Os ataques são tão fortes que chegariam a ser absurdos para um jogo de Boxe, se não fosse baseado num anime; alguns golpes fazem os oponentes voarem e baterem no teto, e alguns os lançam pra fora do ringue, abrindo crateras na arquibancada(obviamente, quando isso ocorre, a visão do jogo muda para cutscenes animadas)! Quando acontece um Knockdown(ou um arremesso pra fora do ringue) é preciso apertar os botões diversas vezes para o personagem voltar, antes que o tempo acabe. Apesar de ser bem maluco, o jogo é muito divertido(e lembra DEMAIS Cavaleiros do Zodíaco, não só nas cutscenes, mas em toda a dinâmica). Duvido que alguém consiga zerá-lo de forma mais gloriosa do que eu: não apenas humilhei o último oponente, surrando-o de Perfect, como também o arremessei PRA FORA DO ESTÁDIO, com um gancho bem dado!


Ossu!! Karate-bu(Snes)













"Mais um clone de Street Fighter, Azrael?!" Longe disso. Baseado em um dos dez mais longos mangás da história, este jogo tem uma das jogabilidades mais originais dos jogos de luta. O esquema dos combates é semelhante a Street Fighter, King of Fighters e demais jogos do gênero, com uma diferença fundamental: após sofrer um nocaute, se tiver energia suficiente na barra de poder, o personagem pode se levantar(apertando o botão de soco diversas vezes) pra lutar de novo(até três vezes por round) com parte da barra de life recarregada; recurso semelhante foi adotado nos jogos dos Cavaleiros do Zodíaco para Playstation 2. O modo Story é um dos maiores que já vi num jogo de luta, e nele tem uma surpresa, uma mudança drástica no personagem... No modo Versus é possível usar TODOS os personagens do jogo(existem apenas dois secretos), além de existirem vários modos de jogo, semelhantes aos de DBZ Super Butouden 2(como o Tournament).

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Uma coisa que eu preciso destacar é que a única coisa comum em todos estes jogos(além do fato de serem baseados em anime/mangá) é a excelente trilha sonora de todos eles; alguns têm músicas clássicas em seu repertório(como Evangelion e Hamelin no Violin), enquanto outros usam músicas baseadas nos respectivos animes e alguns têm trilha sonora exclusiva(como Dragon Ball Z), mas todas, sem exceção, são muito boas! Existem muito mais jogos baseados em anime e mangá, mas estes foram alguns dos que mais me agradaram. Na próxima parte desta séria, a segunda(e última) parte dos jogos baseados em animes e mangás. A série dos "Ilustres Desconhecidos" continua!


Da série: Garotas que curtem videogames [17]

sábado, 19 de setembro de 2009 Postado por Andreas L.S.


Clique na imagem para vê-la sem censura.


OBS: Nessa foto, o videogame (no caso o controle) quase nem aparece, mas pra falar a verdade, quantos de vocês olham pra essas fotos para ver os videogames???


Piores capas de jogos [12]

quarta-feira, 16 de setembro de 2009 Postado por P.A.

E depois de um longo inverno, cá estou eu de novo, com mais cinco capinhas... Cara como dá trabalho procurar essas capas. Facilitem meu trabalho, quem tiver capas horríveis só postar aí que eu analiso e se achar que são toscas e eu tiver com o que zuar eu coloco aqui! Eu ainda tenho algumas, mas estão acabando!


Dark Cavern – Atari
Nessa capa podemos ver dois robôs péssimos de pontaria... Olha só como o carinha desviou fácil dos tiros! E o cara tá do lado do robozinho, e mesmo assim ele errou!
E falando no cara da capa, olha só como ele se parece com um dos personagens de Star Wars de antigamente...
Ou então aquele moleque do filme “Um capeta em forma de guri”...
Nossa é igualzinho o capeta em forma de guri só que na versão adulta!


3D Glooper – Commodore 64
Olha só que tetéia essa capa tipicamente desenha no Paint pelo meu priminho... Aliás, acho que meu priminho desenharia muito melhor que isso!
E tá escrito algo como “Toda ação de um jogo de labirinto”...
Deve ser muito emocionante mesmo, jogar num labirinto com essa gosma com cílios gigantes!
Se a capa é essa beleza toda, imagina o jogo em si...


Bitch, don’t Steal my Tiles! – Master System
É isso mesmo que você leu… O nome da porra do jogo é:
PUTA, NÃO ROUBE MINHAS PEÇAS!
PUTA!?!?!
Como alguém pode colocar o nome de um jogo assim?!?!
Aqui nem é a capa que é feia, mas sim o nome do jogo!
Destaque também pro FAMILY escrito em letras garrafais... Claro, afinal chamar as pessoas de puta é bem coisa pra família mesmo! Pode jogar todo mundo, a mamãe, o papai, a vovó, os filhinhos, o papagaio...
Esse é um daqueles jogos que você vê na prateleira e fala:
"Puta, não roube minhas peças... Humm, é esse jogo que eu vou comprar pro meu filho jogar!"


Castle of Dragon – NES
O cavaleiro dourado com a perna de borracha defende o fogo do dragão da Etiópia com a espada!
Sério, olha só pra esse dragão... Completamente desnutrido cara! Coitado, a vida de dragão não é fácil e quando se tem uma chance de comer a princesa (uii) vem um cavaleiro com armadura no valor de 1 milhão de reais mahh ooêê Lombardi...
O coitado nem deve ter forças pra lutar!
Aliás, se eu fosse o cavaleiro deixaria essa princesa morrer! Afinal, puta princesa feia do caralho... A cara dela tá amassada!
Se o cavaleiro não tivesse ido perder seu tempo enfrentando o dragão anêmico, poderia simplesmente estar em casa coçando, enquanto o pobre dragão estaria almoçando e a princesa feia seria devorada!
Ou seja, todos sairiam felizes dessa história! Mas esses caras não pensam...


Make my Video: INXS – Sega CD
Depois tem gente que pergunta por que o Sega CD não deu certo...
Olha a capa do jogo que fizeram... Três retardados, com poses ridículas!
Quem será que foi o gênio que teve essa brilhante idéia?
O da direita é o mais tímido e talvez o que mais tenha noção do ridículo que estão passando, mesmo assim, tava precisando de uma grana e aceitou aparecer nessa capa! Já o do meio paga de popular gostosão e acha que todo mundo gosta dele e bem, o último mais parece o Pateta com essa merda de cara de tonto e esse belo sorriso Colgate!


E com essas belas capas eu encerro por hoje... Ainda me restam algumas, mas se alguém ainda tem capas ridículas que eu não postei, podem indicar que eu analiso e se achar que deu pra mim zuar com elas, eu posto!
As edições anteriores:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11


See ya!


Filme Baseado num Game?

segunda-feira, 14 de setembro de 2009 Postado por Azrael_I

Ok, na verdade ele NÃO é baseado num jogo, mas... A primeira vez que eu assisti o filme Ong Bak - Guerreiro Sagrado(um filme de artes marciais muito bom, lembra bastante os filmes do Bruce Lee) eu achei ele muito parecido com um certo jogo de porrada, mas as semelhanças chegam a ser assustadoras numa luta em particular:













Reparem que até a postura e o modo de lutar dos caras é idêntico(ou quase)! E até a altura!!












Olha só isso, tem até um gordão na platéia que também acaba entrando na porrada na cena que o cara cai no meio da platéia!













Bom, taí... tem muito mais semelhanças nesse filme com o Pit-Fighter, mas a luta do protagonista Ting com o Mad Dog é realmente idêntica à luta com o C.C. Rider. A única diferença é que o Ting(interpretado pelo ator Tony Jaa) luta Muay Thay, que nem o Ty de Pit-Fighter, mas o tipo físico dele me lembrou mais o Kato, por isso coloquei o Kato nessas imagens. Como eu disse, o nome do filme é Ong Bak - Guerreiro Sagrado, e é fácil de achar em qualquer locadora. Porém, pra quem quiser ver logo essa ótima luta, taí o vídeo: