Piores capas de jogos [18]

segunda-feira, 31 de maio de 2010 Postado por P.A.

Ahh que semana cansativa e complicada... Estou muito cansado e irritado! Como era legal ser criança e não ter preocupações! Bons tempos.
Mas conforme a gente cresce vai ficando mais rabugento, creio eu, devido à tantos problemas que surgem... E nada melhor pra aliviar os problemas do que dar risada de capas muito mal feitas e non senses! Então vamos conferir mais cinco capinhas aqui:


Cuttrhoats - Atari
Eu já citei várias vezes sobre usar pessoas em capas de jogos e o quanto isso é estranho!
Nessa capa vemos um mergulhador com cara de apavorado, mas não dá pra saber o por quê disso...
Ele pode ter visto um tubarão vindo em sua direção e ter ficado apavorado...
Ele pode estar com algum problema no seu equipamento de mergulho e descobriu que vai ficar sem oxigênio antes mesmo de chegar a superfície novamente...
Ele pode simplesmente ter feito essa cara, porque não aguentou chegar ao banheiro e fez suas necessidades na roupa de mergulho!
Ou pior, ele pode ter se cagado todo ao ter avistado um tubarão vindo em sua direção e pra completar seu azar notou que o cabo do tubo de oxigênio escapou e agora ele ficou com uma enorme dúvida se vai morrer mastigado pelo tubarão ou sem oxigênio.
As hipóteses são inúmeras...
E cada dia eu me surpreendo mais com o nível de bizarrices que eu falo vendo essas capas!


The Adventures of Gilligan's Island - NES
Pessoas em capas de jogos, novamente... Será que não entendem que isso não é legal?
Olha só a cara de idiota que as pessoas ficam posando pra essas capas.
O garoto sonha em ser um jovem marinheirinho, mas não sabe nem bater continência... A mão dele tá torta! Ou talvez ele não esteja batendo continência, apenas colocando a mão na testa pra tapar o sol em seu rosto! Mesmo assim, sua mão está torta!
E ele tá usando batom... O que me faz pensar que o capitão usa o garoto como objeto de desejo, afinal, em alto mar não há muitas opções!
E o capitão ali atrás hein... O que é aquele gesto com a mão?
Ele juntou o dedão com o indicador...
O que só reforça minha tese sobre o abuso do jovem marinheirinho!
Juntem o dedão com o indicador em forma circular e vejam o que o capitão com cara de safadeeenho estava querendo dizer...
Mensagens subliminares em capas! A gente precisa ter criatividade e estar atento às essas mensagens. Sorte que eu estou atento!


Dynamite Dux - Master System
O que é isso meu bom senhor?
Será uma fusão entre Patolino e Pica-Pau com poderes do Bomberman lutando contra cabeças de cães raivosos perto dos Alpes suíços?
Esse pessoal da Sega são uns chapados mesmo... Muitas dooorgas durante o desenvolvimento das capas.
Dooorgas + mentalidade infantil / baixo orçamento = capas do Master System
Odeio matemática... Mas essa conta é óbvia!
As capas dos Master System eram desenhadas por pessoas com mentalidade de crianças e que se drogavam constantemente!


Adventures of the Smart Patrol - PC
Essa é a primeira capa de um jogo pra PC que aparece por aqui... E devo admitir que quando vi essa capa só pude dizer uma coisa: WHATAHELL?
E eu que falei que as capas do Master System eram feitas por pessoas drogadas... O que direi sobre essa?
Olha isso que coisa mais bizarra! Pessoas totaly crazy dirigindo carros mais bizarros ainda...
E o pior...
Tem um frango zumbi com a cabeça enfiada num aquário (?) logo acima dos carros!
Por que diabos um frango e ainda por cima zumbi, está com a cabeça enfiada num aquário? E O QUE DIABOS ELE TEM A VER COM ESSA CAPA?
E POR QUE DIABOS EU ESTOU INDAGANDO SOBRE ESSA MERDA DE CAPA?
E POR QUE ESTOU ESCREVENDO EM LETRAS MAIUSC...
Ahh tinha esquecido o Caps Lock ligado...
...


Winning Eleven - Game Boy Advance
Por essa cara que o japonês fez, dá pra deduzir facilmente o que aconteceu...
Ele estava jogando bola com seus outros amigos japoneses que são todos iguais, quando de repente, uma fatalidade típica desse esporte tão fantástico:
ARRRGGGHHH LEVEI BOLADA NO SACO NÉ!
Pois é, ossos do ofício...
As mulheres morrem de rir disso, porque elas nunca sentirão essa dor terrível! Vocês mulheres são cruéis... Mas tudo bem, nós homens não sentimos as dores do parto...
RÁ!
Quem está rindo agora?



E essa foi mais uma parte das piores capas de jogos!
As outras edições:
Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5
Parte 6
Parte 7
Parte 8
Parte 9
Parte 10
Parte 11
Parte 12
Parte 13
Parte 14
Parte 15
Parte 16
Parte 17


See ya!


Tatuagens gamers

quinta-feira, 27 de maio de 2010 Postado por Tristan.ccm

Tatuagens nunca foram algo que me atraísse. Nunca fui contra quem faz ou quem curte, mas eu não teria coragem de fazer nem uma tatuagem tradicional (dragões, fotos de membros da família, etc.), ainda mais fazer o que os loucos abaixo fizeram. Saca só:

1-) Tem as tatoos dos saudosistas do Atari:


2-) As dos nintendistas fervorosos:3-) Fãs de RPG:

4-) E, claro, as dos fãs de Mario:E aí, você faria uma tatuagem assim?


F-Zero (SNES)

domingo, 23 de maio de 2010 Postado por Azrael_I

Gênero: Corrida


Fabricante:
Nintendo


Lançamento:
1990


Jogadores: 1 player


F-Zero foi um jogo de corrida revolucionário para seu tempo, não apenas por usar uma espéice de nave no lugar de carros, mas por estes veículos atingirem a velocidade de mais de 500Km/h no jogo, tornando este um dos jogos de corrida mais rápidos da história. Além disso, o visual do jogo foi uma das coisas que mais o marcaram na época.

Diferente de outros jogos do gênero, F-Zero tem não apenas uma história bem elaborada, mas todo um background para todos os personagens do jogo (claro que ajuda o fato do jogo só ter quatro personagens...); um gibi de oito páginas vinha junto com o manual deste jogo, contando esta história. A história de F-Zero se passa no ano de 2560; nessa época, multibilionários criaram uma nova forma de entretenimento baseada nas corridas de Fórmula 1, e foi assim que surgiu o campeonato F-Zero, no qual existem muitos objetivos e possibilidades nas corridas; sobreviver e vencer são alguns desses. O herói da história é o piloto Capitain Falcon (Douglas Jay Falcon), posição que ele ocupa em quase todos os jogos da série. Inicialmente, Falcon iria ser o herói da nova geração de consoles, como personagem principal do Super Nintendo (queriam colocar o cara no lugar do Mario!), mas acabou sendo deixado meio que de lado nesse quesito. Ele é também o personagem principal do anime de F-Zero (sim, existiu um!), mas no anime o nome Capitain Falcon é um título usado por personagens diferentes ao longo da história. Na história do jogo F-Zero, Falcon é um exímio piloto de F-Zero (sua máquina é a Blue Falcon), além de um grande caçador de recompensas; esta vida acabou por lhe dar grande fama no circuito, além de muitos inimigos, forçando-o a viver em seu próprio conjunto de ilhas (onde ele treina em pistas particulares, construídas nas ilhas). O piloto futurista reflete o tipo de "bom herói", primando pelo cumprimento das regras dentro do campeonato e, muitas vezes, combatendo os vilões e trapaceiros que procuram quebrá-las, como é o caso do caçador de recompensas Samurai Goroh, o que lhe dá ainda mais inimigos na história. Além de Falcon, são ainda apresentadas as histórias do Dr. Robert Stweart (piloto da máquina Golden Fox), Pico (máquina Wild Goose) e Samuraih Goroh (máquina Fire Stingray), este último o grande rival de Capitain Falcon neste jogo.

No jogo existem apenas quatro máquinas disponíveis para os jogadores, cada uma com características próprias, mas similares (existem mais máquinas, controladas pelo computador, feitas de forma similar). Todas as máquinas são uma espécie de "hovercraft de corrida" (chamados de "Hovercarros" ou "Hovercars") que correm - ou melhor, flutuam -  numa pista cercada de armadilhas. O objetivo é superar os oponentes até a linha de chegada (como em qualquer jogo de corrida que se preze), evitando as armadilhas que variam desde minas, trechos escorregadios, buracos e a própria beirada eletrificada da pista. Os hovercars possuem uma barra de energia, que diminui à medida que leva dano (se chegar a zero, a máquina explode); para ajudar, existem certos trechos da pista onde é possível recarregar a energia (num esquema parecido com o de Top Gear 3000, em que era necessário passar em cima de algumas faixas na pista para reabastecer o combustível). Existe um total de quinze pistas, divididas em três "Ligas": Jack league, Queen League e King League, uma mais difícil que a outra, e cada corrida consiste em cinco voltas em torno da pista. Pra cada volta completada, o jogador ganha um boost de velocidade (o tradicional nitro de outros jogos de corrida, aqui chamado Super Jet). A jogabilidade também é interessante; além das várias opções, a corrida em alta velocidade consegue prender bem a atenção do jogador.

Como não poderia deixar de ser, um jogo tão bom tinha que ter uma trilha sonora boa, e F-Zero capricha em suas músicas. Várias delas viraram clássicas (como Mute City e Big Blue) e fazem qualquer um se lembrar do jogo na hora ao escutá-las. Marcante também é o som dos veículos, que obviamente não têm som de carros normais, mas um som de nave mesmo. A única coisa que não ficou muito boa foi o som das explosões, que parece artificial demais até para um jogo futurista.

Os gráficos estão impressionantes, ainda mais para a época; é possível distinguir muitos detalhes nos cenários, mas principalmente nos carros, cada um com detalhes milimétricos! É quase como ver carros 3D num mundo semi-3D (principalmente nas cenas que acontecem após vencer uma corrida)... As pistas são bem grandes e bastante variadas (embora algumas sejam apenas uma leve variação de outras, como Mute City 2 que é variação de Mute City). É verdade também, entretanto, que alguns detalhes ficaram meio toscos, como os gráficos das explosões (não das explosões em si, mas dos cenários durante as explosões, que acabam parecendo serem feitos de papel, principalmente a pista). Os carros do computador também não têm muita variação no design, o único que se diferencia é o carro explosivo. F-Zero foi também um dos primeiros jogos a usarem o Mode 7; este Mode 7 era um simples modo gráfico de mapeamento de textura que permite uma camada de background seja rotacionada e distorcida. Ao modificar a escala e posionamento da camada, um simples efeito de perspectiva pode ser aplicado, transformando a camada num plano de textura horizontal bidimensional que "troca" a altura pela profundidade. Assim, consegue-se uma impressão de gráficos tri-dimensionais. O estilo de renderização Mode 7 é geralmente usado em sistemas com capacidades pesadas de 2D mas sem suporte dedicado a 3D. Este modo foi mais tarde utilizado em jogos como Chrono Trigger, Final Fantasy VI, Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars, Super Mario Kart, Pilotwings e muitos outros. Este efeito seria usado também nos remakes dos jogos de Snes feitos para GBA, Virtual Console, Nintendo DS e outros.

F-Zero não chegou a causar uma revolução no mundo dos games, entretanto ele teve um papel muito importante: numa época que jogos de corrida estavam perdendo a popularidade, F-Zero foi o responsável por chamar de novo a atenção para esse tipo de game, e mais importante, abrir caminho para os jogos da próxima geração (Daytona USA e a série Wipeout foram alguns desses). Depois de F-Zero, os jogos de corrida nunca mais seriam os mesmos, como veremos em suas continuações...


NOTA FINAL: 8,5
UM JOGO IMPORTANTE PARA SUA GERAÇÃO, FOI PIONEIRO EM MOSTRAR A CAPACIDADE GRÁFICA E SONORA DO SNES. DIVERTIDO, COM CORRIDAS ALUCINANTES, SÓ É PENA QUE NÃO TINHA UM MODO VERSUS.
Plataforma:


Mach Rider (NES)

domingo, 16 de maio de 2010 Postado por Tristan.ccm


Gênero:
Corrida / Tiro


Fabricante: Nintendo


Lançamento: 1985


Jogadores: 1 player



Creio que todo mundo já deve ter jogado um dos incontáveis clones do NES já lançados na história. O meu era o Dynavision 3, que vinha com um estranho joystick em forma de manche de avião (que eu achava o máximo) e um cartucho com 10 jogos, porém sem Mario ou outros jogos famosos. O primeiro jogo da lista do cartucho era um de meus preferidos: Mach Rider.

A história do jogo parecia ter sido chupada do filme Mad Max (aquele que revelou o hoje carola Mel Gibson): no ano de 2112, o mundo foi invadido pelos Quadrunners, motoqueiros selvagens que aterrorizam as estradas e destroem tudo em seu caminho. Para combatê-los você utilizará a Mach Rider, a moto mais veloz do mundo, para caçar os Quadrunners. Com isso, o jogo inovou com um controle inusitado para jogos do gênero: o botão A acelera, o B atira e o direcional vira e troca as marchas (o que faz você trocar de marcha sem querer direto, isso me irritava pacas!). Você pode destruir seus inimigos não só atirando neles como também dando uma de Schumacher e jogando-os pra fora da pista, onde tambores explosivos fazem o serviço por você (ou podem foder com sua vida, se você bater neles). Os inimigos também não aliviam nada, enchendo a pista de bolas de boliche, espinhos e outras coisas para te atrasar.

Os gráficos do jogo não são aquela beleza toda, mas dão pro gasto (exceto pelo cenário tosco ao fundo). Já a música do jogo enjoa rapidinho de tanto que repete! Tirando isso, o jogo pode não ser grande coisa, mas cumpre o papel de te divertir. Ao contrário de bombas como o já resenhado Battle Formula, ele consegue aliar tiroteio, velocidade e diversão.


NOTA FINAL: 8,0
MACH RIDER FOI UM BOM APERITIVO PARA JOGOS COMO ROAD RASH E MARIO KART, UNINDO CORRIDA E COMBATE. PODE NÃO SER O MELHOR NISSO, MAS DIVERTE.
Plataforma:


Jogos pro Dia do Automóvel

quinta-feira, 13 de maio de 2010 Postado por P.A.

Sim meus caros, hoje, dia 13 de maio é considerado o Dia dos Automóveis. São tantas datas “menos famosas” que a gente nem se lembra ou mal sabe delas...
Eu mesmo só fui saber que os automóveis tinham um dia só pra eles essa semana... E então resolvi fazer um post pra nossa série meio esquecida! Aqui vão cinco jogos pra comemorar essa data!


Need for Speed (PC/PSX)
Need for Speed foi um jogo que marcou época, apesar de alguns pequenos probleminhas.
Tá certo que ainda não tínhamos perseguições policiais, nem nitros aqui... Mas foi um marco e o pontapé inicial de uma série de sucesso que hoje caiu bastante no meu conceito. Seu ápice foi com Underground, mas é legal conferir como tudo começou!


Top Gear (SNES)
Um dos primeiros jogos de corrida do SNES tinha uma excelente trilha sonora e um fator diversão altíssimo!
Escolha o carro que mais lhe agradar (todo mundo sabe que o carro branco é o melhor), use seus nitros na hora certa e saiba quando parar no box pra abastecer e tudo estará bem!


Rock’n Roll Racing (SNES/Mega Drive)
O que torna RRR um jogo tão cativante?
Será sua visão isométrica? Os tiroteios e explosões usados pra vencer uma corrida à qualquer custo? Ou será sua excelente e tão aclamada trilha sonora?
Bem, talvez seja tudo isso junto, afinal RRR é um jogo memorável da era 16-bits que combinou muito bem corridas alucicantes com trilha sonora eletrizante. Sem esquecer é claro, da excelente narração de Larry "Supermouth" Huffman!


Street Rod (PC)
Tunar carros, trocar motor, colocar adesivos e fugir da polícia não começou com Need for Speed... No início dos anos 90 nós poderíamos desfrutar de tudo isso jogando SR!
Chamar os caras pra tirar um racha e ainda ficar com o carro deles não tem preço... Só tome cuidado pra não ser preso ou bater, porque aí já era playboy!


Super Mario Kart (SNES)
Disputar campeonatos é divertido, tunar carros também, fugir da polícia então nem se fala... Mas jogar um casco de tartaruga vermelho e esperar ele colidir com seu amigo supera tudo!
Super Mario Kart é um jogo divertido ao extremo, principalmente numa disputa contra um amigo... Sucesso até hoje, a série conseguiu manter a essência do primeiro jogo pra nossa alegria!


Brush Roller (NES)

sábado, 8 de maio de 2010 Postado por P.A.

Gênero: Puzzle


Fabricante: Hwang Shinwei


Lançamento: 1990


Jogadores: 1 player



Todo mundo sabe que o Nintendinho foi o console mais clonado da galáxia, e pra quem, assim como eu, teve um Turbo Game, certamente conhece esse jogo que vinha com o console! Detalhe que eu não encontrei uma imagem da caixa do jogo... Esse jogo é relíquia!

Se você já jogou Pac-Man então você vai estar familiarizado com esse jogo... Se você nunca jogou Pac-Man, pelamor de Zeus, se mata!

O jogo não possui história... Você é o cara da imagem inicial, na verdade, não sei se essa informação é correta, pois o personagem/coisa que controlamos em nada se parece com o carinha da tela inicial. Parece mais uma alga marinha ou coisa assim... Mas enfim, você tem que pintar os cenários e passar de fase e pintar outros cenários e você vai ficar fazendo isso o tempo todo até ficar com o saco cheio!

E eu acabo de falar tudo sobre o jogo no parágrafo anterior... Porque o jogo é só isso mesmo!

No jogo do Pac-Man, você tem que comer as balihas e ficar loucão e devorar os fantasmas, aqui você tem que pintar o cenário e usar um rolo pra prender os fantasmas na cela por um curto período de tempo. E tem que ter cuidado porque geralmente surge uns negócios randons no cenário e começam a sujar, aí você tem que matar eles e limpar o que eles sujaram! Na imagem ao lado vemos um saleiro (?) jogando sal pelo cenário inteiro que você tinha acabado de pintar.

O pior do jogo é a música... Só tem uma maldita e irritante música, que vai tocar pelo jogo inteiro! É tenso demais!
Sem falar que acho que esse jogo não tem final, você vai jogando até não aguentar mais... O que não é mais que três ou quatros fases!

E quando criança eu jogava isso demais... Foi meu primeiro jogo, pois veio com o Turbo Game, então não tinha muitas opções no começo, era isso ou isso! Só depois comprei Super Mario e 1942... Lembro que nem tinha mais a carcaça do cartucho, era só o chip mesmo, e ele ainda funcionava perfeitamente! Sinceramente não sei se isso era bom ou ruim...



NOTA FINAL: 5,0
O PRIMEIRO JOGO A GENTE NUNCA ESQUECE, NESSE CASO, PELOS MOTIVOS ERRADOS! A CÓPIA DO PAC-MAN ATÉ QUE ERA ÚTIL PRA PASSAR O TEMPO, MAS IRRITAVA RAPIDAMENTE.
Plataforma:


Silent Hill (PSX)

terça-feira, 4 de maio de 2010 Postado por P.A.


Gênero: Survival Horror


Fabricante: Konami


Lançamento: 1999


Jogadores: 1 player






Durante nossa vida gamer, sempre existem aqueles jogos que são venerados por muitos e que nós nunca nem sequer jogamos! Seja por falta de vontade ou por falta de oportunidade. E esse é meu caso com Silent Hill!

Apesar de adorar jogos de terror, nunca havia jogado à fundo esse grande clássico da Konami. Um grande motivo pra isso, é o fato do jogo não ser tão focado em sair atirando em coisas bizarras como outros jogos do gênero, como Resident Evil! Ou seja, é um jogo de mais raciocínio e suspense do que ação e sustos atrás de sustos, por isso, meu preconceito não me deixava jogar esse jogo por muito tempo!
O mesmo ocorre com Fatal Frame, onde controlamos menininhas idiotas que tem que tirar fotos de fantasmas... Putamerda, o jogo é muito bom no quesito MEDO, mas é péssimo e frustante controlar aquelas meninas. Eu preferio controlar alguém que saiba usar uma arma, mesmo sendo num jogo onde temos fantasmas. Afinal, se uma máquina fotográfica é útil, porque uma escopeta não seria?

Bem, mas estou fugindo do foco... Vamos falar da história de Silent Hill!
Você controla Harry Manson, um escritor que está levando sua filha Cheryl de apenas 7 anos, pra um passeio na agradável cidade de Silent Hill! Porém, eles sofrem um acidente na estrada e quando Harry acorda não encontra mais sua filha no carro e sai pra procurá-la pela cidade... Guiado por vultos, instintos e pistas que ele encontra pela cidade; ele tem que enfrentar criaturas e ainda tentar entender o que acontece nessa cidade, que fica numa escuridão total em diversos momentos! Ao mesmo tempo que procura por sua filha, se depara com moradores da cidade e vai descobrindo aos poucos que cada um deles está envolvido com os acontecimentos estranhos da cidade. Harry só pode contar consigo mesmo e com uma policial chama Cybil Bennet que também sofreu um acidente na pista e acordou na cidade!

Os gráficos deixam um pouco a desejar e é notável que o jogo envelheceu mal, mas se olharmos de uma maneira geral, eu arriscaria dizer que 80% dos jogos dessa geração envelheceram mal. Era uma época de transição do 2D pro 3D e muitos jogos eram quadradões até pra época, o que dirá agora!
Temos uma cidade inteira inteira pra andar e os detalhes são bem feitos, apesar das casas meio quadradas, no interior dos edifícios tudo é bem feito. Pena que o pior fica mesmo pro personagem principal que é completamente quadrado, mãos e pés principalmente. O jogo ainda conta com cut-scenes que são bem legais!

As músicas não são muito diversificadas mas se enquadram bem no clima de suspense e nos momentos chave do jogo... Os efeitos sonoros também cumprem seu papel dando o toque ideal ao clima do jogo, como gemidos e barulhos de inimigos e demais sons!

A jogabilidade é muito semelhante com Resident Evil, mas aqui podemos andar e atirar, pra delírio de absolutamente meia dúzia de jogadores que reclamam disso à troco de nada. Sinceramente, eu não vejo tanto problema nisso jogando RE! É óbvio que é bem melhor andar e atirar, mas não pode fazer isso não estraga em nada também. Mas diferente do concorrente, em Silent Hill, temos apenas três armas de fogo: a pistola básica, a escopeta útil e a espingarda. Além dessas temos armas como faca, cano, machado e martelo...
E aqui seu inventário é infinito, pode carregar quantos itens quiser! Uma coisa útil no jogo é o rádio que você pega logo no começo. Quando ele começar a chiar é sinal que tem inimigos por perto, e com isso você pode ficar preparado pro pior! É sem dúvidas um item muito útil.

Um grande defeito desse jogo é a câmera! Ela me irritou profundamente em diversos momentos; quando eu queria que ela me mostrasse o que tinha à minha frente, ela insistia em apenas mostrar o meu personagem e com isso, eu não conseguia ver o que tinha na minha frente e mesmo virando a câmera, ela voltava pra posição horrível de costume! Não sei se fizeram isso pra dar mais suspense, mas sinceramente não me deixou com medo e sim com raiva.

O jogo não é muito difícil nem muito longo, e pode ser terminado em algumas horas e facilmente dominado por jogadores mais experientes. Porém, o jogo tem cinco finais diferentes, sendo que quatro deles estão ligados as suas atitudes no decorrer do game e um quinto final diferente e que em nada tem a ver com o jogo!


NOTA FINAL: 8,5
UM JOGO QUE TEM UMA BOA JOGABILIDADE, QUE TEM UMA CÂMERA PÉSSIMA E QUE INFELIZMENTE ENVELHECEU MAL! MAS QUE TEM UMA HISTÓRIA COMPLEXA (E DE CERTO MODO ESTRANHA) E QUE CONSEGUE MANTER O CLIMA DE SUSPENSE IDEAL.
Plataforma: