Jogos pro Dia das Bruxas - Halloween

sexta-feira, 31 de outubro de 2008 Postado por P.A.

Iniciando a série: "Jogos pro dia de..."

Aqui nós vamos escolher uma data comemorativa e então escolheremos 5 jogos pra se jogar nessa data (que no caso, tem que ter alguma relação com a mesma).

Hoje, 31 de outubro é dia das Bruxas (Halloween), então aqui vai a lista com os 5 jogos pra se jogar nesse dia:


The Addams Family (SNES, Mega Drive)
Primeiro jogo da Família Addams pros consoles de 16-bits! Você controla Gomez e precisa salvar toda sua família. O jogo até que é divertido, mas eu nunca fui fã da Família Addams, então sou meio suspeito pra falar desse jogo...


Castlevania (NES)
Jogue com o herdeiro mais jovem da família Belmont e derrote o conde Drácula que reviveu novamente! Mas até chegar ao conde, você ainda terá que derrotar diversas outras criaturas de arrepiar.


Splatterhouse 2 (Mega Drive)
Ajude um fã do Jason homem apaixonado a salvar sua namorada! Enfrente diversas criaturas horripilantes pra resgatar sua amada!


Nosferatu (SNES)
Mais um jogo onde outro homem apaixonado deve salvar sua amada namorada! Dessa vez, o Drácula a sequestrou. O mais interessante desse jogo é que o personagem principal enfrenta todos os monstros na base da porrada!


Harry Potter and Sorcerer's Stone (PSX)
No dia das bruxas, não poderia faltar o jogo do bruxo mais famoso! O primeiro game do Harry Potter pro console da Sony, muito divertido! Principalmente na hora de aprender/usar suas magias... Dá até pra jogar Quadribol!


Upgrade!

Postado por P.A.

E ae galera!


To passando só pra avisar de uma novidade que teremos no blog! Foi uma idéia que passou pela minha enorme cabeça, então quero fazer aqui e ver no que dá...

Apenas vou dar uns detalhes: vai ser um tipo TOP 5 referente à uma data comemorativa! As datas serão escolhidas por vontade nossa, já que não dá pra fazer esse TOP 5 em todas as datas! =]

Ainda hoje teremos a primeira e espero que gostem!


Abraços! (Y)
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Guitarra com Mega Drive "acoplado"!

Postado por P.A.

Esse cara pegou seu Mega Drive e acoplou na sua guitarra... E num é que ficou legal? =]





Ele é o guitarrista e fundador da banda Mega Driver! Quer conhecer o trabalho dos trutas? Então Clique Aqui
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Mega Drive completa 20 anos!

quarta-feira, 29 de outubro de 2008 Postado por P.A.

PARABÉNS PRA VOCÊ! EPA, NUM É VOCÊ NÃO... É PRO MEGA DRIVE!
Sim caros leitores, hoje o Mega Drive, o console de maior sucesso da Sega e o primeiro da história a possuir 16-bits está completando 20 aninhos! Parabéns pra ele! \o/

Como vocês sabem ou não, o Mega Drive peitou a poderosa Nintendo e liderou por um bom tempo o mercado do mundo dos games! Até cometer sucessivos erros e deixar a liderança pro SNES! Mas o Mega Drive fez sua parte e conquistou milhões de fãs assim como vendeu outros tantos milhões de unidades... O Mega é um console muito querido por nós brasileiros, graças ao bom trabalho e excelente suporte da Tec Toy (representante da Sega no Brasil)! Estima-se que 29 milhões de unidades foram vendidas pelo mundo inteiro, sendo dois milhões no Brasil.

O Mega Drive chegou ao mercado japonês em 29 de outubro de 1988. Nos Estados Unidos, onde foi batizado de Genesis (a companhia não conseguir os direitos do nome Mega Drive, registrado por outra empresa), o console saiu em 14 de agosto (uau, no dia do MEU aniversário e dai?), e na Europa, em 20 de novembro de 1990.

E foi em 1991, que a Sega lançou o pior pesadelo da Nintendo... Sonic! O que se viu nos anos seguinte foi uma intensa batalha na disputa do primeiro lugar! Quem ganhou com isso? Nós, jogadores! Já que cada vez mais se lançavam games de alta qualidade, sempre uma empresa tentando superar a outra...

Entre 92 e 93 a Sega se manteve no topo, graças principalmente a chegada de grandes jogos de sucesso, que ajudariam a alavancar o console! E a Sega ainda contou com alguns tropeços da Nintendo, como no jogo Mortal Kombat; onde a censura falou mais alto prejudicando fortemente as vendas do jogo pro SNES!

Mas a Sega errou feio com os acessórios pro Mega Drive como o Sega CD e o 32X, sendo o último um grande fiasco! E com isso, a Nintendo se aproveitou pra retomar a liderança do mercado dos games com a ajuda de grandes jogos como Donkey Kong Country e Star Fox!

Numa época em que a Playtronic ainda não havia lançado o Super NES no Brasil, o Mega Drive chegou a ter 75% do mercado nacional de games. A Tec Toy fez muitos esforços para emplacar o videogame da Sega, e a produção de games originais. Embora alguns sejam fruto de modificações gráficas - "Turma da Mônica na Terra dos Monstros" é baseado em "Wonder Boy in Monster Land" - a companhia também produziu jogos do zero, como "Duke Nukem 3D", baseado num clássico para PC, "Férias Frustradas do Pica-Pau" e os dois games de "Show do Milhão".

Em Julho de 2001 chegou ao mercado, o Super Mega Drive 3, edição especial Show do Milhão. O carisma de Sílvio Santos e o apelo de seu "quiz show" ajudou a Tec Toy a vender mais alguns milhares de unidades.

"Máááhh oeeehh! Comprem o Mega Drive do Milhão! Eu nunca joguei, mas minha filha jogou, minha esposa já jogou, meu cachorro já jogou e eles falaram que é muuuiitooo bom!" By Silvio Santos


MUITOS ANOS DE VIDA!
Realmente, o Mega Drive ainda vive! Recentemente, a companhia lançou uma nova versão do Mega Drive 3, com 86 jogos na memória, inclusive algumas adaptações de games da Electronic Arts feitas originalmente para celulares, como "The Sims 2" e "Need for Speed Pro Street".

E PRA ELE NADA? TUDOOOOO!!!!
O Mega Drive recebeu inúmero bons jogos, e como hoje ele está fazendo 20 anos, aqui vai uma lista com 20 jogos supimpas (alguém ainda usa essa gíria?) feitos pro console:

1 - Sonic (a série, apesar de muitos preferirem o 2, eu gosto muito do 3)
2 - Road Rash
3 - Kid Chameleon
4 - Revenge of Shinnobi
5 - Golden Axe (a série)
6 - Streets of Rage (a série, gosto muito do 2)
7 - California Games
8 - Comix Zone
9 - Shining Force
10 - Phantasy Star 2
11 - Castle of Illusion
12 - Strider
13 - Out Run
14 - Quackshot Starring Donald Duck
15 - Landstalker
16 - Toe Jam & Earl
17 - Ayrton Senna's Super Monaco GP II
18 - Ristar
19 - Gunstar Heroes
20 - X-men 2: Clone Wars


Não coloquei jogos como Mortal Kombat ou Street Fighter e tantos outros, porque também foram lançandos pro SNES! Então dei mais prioridade aos jogos exclusivos do Mega... Vale lembrar também que essa é minha opinião! Caso vocês gostem de algum outro que não está na lista, comentem... ;)

Aguardem, pois essa semana fica dedicada ao Mega! Então teremos reviews e mais coisas relacionadas ao console da Sega!

Fontes:
UOL Jogos
Wikipedia
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Veículos com propagandas do mundo dos games!

Postado por P.A.

Vi na comunidade Videogames, emuladores e roms e achei bem interessante, então resolvi postar no blog!

São veículos que mostram propagandas de empresas de games, de consoles e de jogos!

Carro de Fórmula 1 usado pelos pilotos Alain Prost ( França ) e Damon Hill ( Inglaterra ) na temporada de 1993. Naquela época a Williams teve o patrocínio da Sega, onde a marca aparece nas laterais do aerofólio e em uma parte inferior do carro onde aparece o pé do Sonic e a marca da empresa escrito nele.

A Sega investiu pesado na F1 em 1993, e acertou pois foi um dos anos mais emocionantes vividos na F1! Na foto, vemos o mascote da Sega dando uma mãozinha antes da prova... =P

Sonic ainda aparece bem no centro do capacete usado pelos pilotos! o/

Mas foi a corrida disputada em Donnington Park onde a Sega mais se destacou! Ela patrocinou a corrida toda, tendo cartazes, banners e até mesmo o troféu com sua marca! A foto está meio ruim, mas foi a única que eu encontrei. Nela vemos o eterno campeão Ayrton Senna levantando o troféu com a logomarca da Sega!

Aqui temos um ônibus com a propaganda do jogo GTA San Andreas disponível para PS2, XBox e PC que circulou no Japão com várias ilustrações referentes ao jogo. Achei muito interessante! Mas o melhor vem agora....

Este carro da Susuki, tem as propagandas do XBox 360 (o atual console da Microsoft) e do site especilizado em games - IGN.

Xbox 360 e joysticks embutidos no carro! Porra, o controle ali no volante fico muy fueda...

E conta ainda com dois monitores (um no capô e um no porta-malas).


Fonte: Game TV


Consoles Cancelados (III)

segunda-feira, 27 de outubro de 2008 Postado por Tristan.ccm

Sega Neptune, um console fora de órbita


A década de 1990 nos deu uma das mais acirradas e emocionantes batalhas entre duas empresas na história: Sega e Nintendo brigavam palmo a palmo pela liderança no mundo dos games, de um lado o Mega Drive e seu apressado ouriço azul, de outro o SNES e seu encanador cabeçudo. Quem só queria saber de jogar batia palmas, pois essa disputa só melhorava ainda mais os jogos. Tenho certeza que os gamers das antigas, como eu, consideram a era 16 bits a melhor da história.

Porém um dia isso ia acabar, pois a tecnologia nunca pára de evoluir e logo os consoles de 16 bits estariam ultrapassados. A Sega sabia disso, e anunciou com toda a pompa que seria a primeira a lançar um console de 32 bits. Aquilo, porém, era apenas uma jogada de marketing, pois o Saturn ainda não passava de um desenho numa prancheta, eles ainda não haviam desenvolvido nada tão potente. Os fãs da Sega primeiro exultaram, mas com o tempo eles começaram a se perguntar se veriam Sonic em 32 bits antes que a Nintendo lançasse seu novo console (que estava em desenvolvimento mas foi cancelado, em breve falarei dele aqui).










Aqui temos duas fotos de como seria o Neptune. Qualquer semelhança com o Mega Drive não é mera coincidência!


Enquanto o Saturn não vinha, a Sega decidiu trabalhar com o que tinha à mão: o hardware do Mega Drive. E assim surgiu o 32X, periférico que prometia dobrar a potência do console. Enquanto o acessório fazia seu devido barulho inicial, um dos executivos deve ter pensado: “caramba, e quem não tem um Mega Drive, como vai fazer?”. Sua idéia foi fazer um console inteiramente 32 bits baseado no 32X, que aceitasse os mesmos cartuchos do periférico e que serviria de aperitivo antes do Saturn.











Este é Star Wars Arcade, talvez o único jogo que prestava lançado para o 32X e, consequentemente, a única coisa que valeria a pena de se jogar no Neptune


E foi assim que ele surgiu. Para aproveitar o nome do Saturn (os gamers já sabiam o nome do novo console), batizaram a novidade de Neptune, nome de outro planeta. Ele nada mais era do que um Mega Drive que já vinha com o 32X embutido (mas só aceitava os cartuchos deste), tratado como um novo console. Ele só não foi lançado porque a Sega, num raro lance de lucidez do projeto, decidiu esperar para ver o desempenho do 32X. Como o acessório juntava crostas de poeira nas prateleiras, eles viram que o Neptune era um barco furado e o cancelaram. Era melhor esperar o Saturn!


Gostou? Conhece outra pérola que não foi lançada? Escreva pra gente!
Na próxima, veremos o Infinium Phantom e sua mídia revolucionária.


Da série: garotas que curtem videogames!

Postado por P.A.

Que belos... Videogames! =P



Segundona, que dia chato... Num tinha nada pra postar, então resolvi publicar essa foto ae! =]
Aproveitem e confiram alguns blogs/sites bacanas:

CDZ Comics - Blog comandado por FW e TONIEMO, com tirinhas muito engraçadas sobre Cavaleiros do Zodíaco!

Joystick Brasil - Blog muito bacana falando sobre as novidades dos consoles atuais e seus lançamentos! Vale a visita!

SuperNES.net - Ótimo site com downloads de roms do SNES, bem simples e prático!

Copi-Cola - Blog de humor! Sempre atualizado. Recomendo!

All Games - Bom blog com inúmeros downloads de jogos, inclusive lançamentos!

FMC Games - Idem ao anterior!

Banca de Revista - Ótimo blog com downloads de todos os tipos de revistas e muito mais!

É isso ae... Abraços!


Donkey Kong Country 2 - Dicas

sábado, 25 de outubro de 2008 Postado por P.A.

Veja abaixo como conseguir pegar todas as moedas de bônus do DKC 2!


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Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest (SNES)

Postado por P.A.

Gênero: Ação / Plataforma


Fabricante: Rareware


Lançamento: 1995


Jogadores: 1-2 players


Depois do sucesso de Donkey Kong Country era mais do que esperado que haveria uma continuação. E não deu outra, em 1995 a Rare lança Donkey Kong Country 2: Diddy's Kong Quest! Sendo considerado pela grande massa de jogadores do mundo todo como o melhor jogo dos kongs... Pra mim um dos fatores que deram esse título ao jogo foi o fato dele possuir a dupla mais divertida e a melhor de se jogar! Dessa vez, Diddy trouxe sua namorada Dixie pra ajudá-lo... E não é que o casalzinho deu certo?

A história se passa depois dos eventos de DKC, quando Donkey e Diddy derrotaram King K. Roll o vilão deixou a ilha deles em paz. Mas essa paz não durou muito tempo... Captain K Roll seqüestrou Donkey Kong e pretende dominar a ilha DK com seu exército de piratas.
Diddy resolve então ir ajudar seu companheiro e pra isso, contará com a ajuda de sua namorada Dixie Kong! Os dois partem nessa aventura cheia de perigos pra salvar Donkey Kong e toda a ilha!

Os gráficos superaram todas as expectativas e estão fantásticos! Além dos cenários já conhecidos do jogo anterior, agora os kongs vão se aventurar em castelos, florestas mal assombradas, colméias gigantescas e até num parque de diversões!
É incrível notar o detalhamento de cada fase, como as com chuva e ventos fortes ou nas fases de colméia onde o mel que está no chão faz com que você fique grudado e ainda possa grudar nele pra escalar paredes! As fases do parque de diversão são as mais divertidas pra mim, já que é super legal ver os kongs numa montanha russa (apesar de não ter muito sentido)... O detalhamento dos personagens também é fantástico - tanto dos kongs como dos inimigos - sendo que alguns foram mantidos e outros acrescentados! Outra coisa legal é que no final de cada fase os kongs tocam música. Diddy ouve rádio e Dixie toca guitarra e balança seus longos cabelos!

As músicas do jogo estão fantásticas... Tudo maravilhoso! Assim como no game anterior, elas se encaixam perfeitamente em cada situação e agora com mais realismo e qualidade extraordinária! Por isso a trilha sonora do jogo é considerada por muitos como a melhor do console de 16-bits da Nintendo!
Os efeitos sonoros também estão ótimos. Os sons característicos de cada fase assim como de cada inimigo e dos próprios kongs... Uma obra prima!

A jogabilidade é a mesma que de seu antecessor, porém, com a mudança da dupla de kongs, é óbvio que algumas coisas mudaram! A primeira são as características de Dixie, que com seu longo cabelo pode se pendurar, agarrar objetos e até atacar os inimigos! Outra novidade que afeta muito o jogo, é o fato de pode carregar o seu amigo kong nas costas... Apertando o botão "A", você carregará o seu amigo nas costas podendo lançá-lo em plataformas mais altas, em lugares que não podem ser alcançados de outra forma!

E se você pensa que apenas os kongs vão te ajudar na sua aventura, está completamente engando! Os animais da floresta estão de volta, alguns foram substituidos por outros... O avestruz e o sapo foram substituídos pelo papagaio (Squawks) e pela cobra (Rattly)! Sendo que o papagaio já havia aparecido em uma fase do DKC mas não estava jogável... E agora eles contam com poderes especiais, para isso, basta segurar por alguns segundos o botão "A". Outra novidade é que em determinadas fases, os kongs vão se transformar nos próprios animais, ao invés de subir neles como era de costume!

E além de tudo isso, outra novidade pros fãs da série (quantas novidades)! Os bons e velhos bônus estão presentes no jogo, porém, dessa vez é preciso chegar até o fim de cada bônus pra que você receba uma moeda de bônus! E com isso, será acrescentado a sua porcentagem do jogo... Diferente de DKC, já que não possuia moedas de bônus e não era preciso completá-lo para contar na sua porcentagem final!
Além das moedas de bônus, existem também as moedas de DK (ao todo são 40 moedas), e sempre haverá uma em cada fase! Já os bônus podem variar de dois a três... E com essa crise financeira, agora pra salvar seu progresso é necessário pagar!

Sem dúvidas o segundo game da trilogia do SNES chegou pra arrasar quarterões e fazer todo mundo babar com tanta qualidade!



NOTA FINAL: 9,8
O SEGUNDO JOGO DA TRILOGIA DO SNES VEIO PRA MOSTRAR DO QUE ERA CAPAZ! E NÃO É A TOA QUE MUITOS O CONSIDERAM O MELHOR DA SÉRIE INTEIRA!


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Consoles Cancelados (II)

quarta-feira, 22 de outubro de 2008 Postado por Tristan.ccm

Indrema L600, o grande vôo do pinguim!

A vontade da Indrema quando quis criar um console era democratizar o mundo dos games, que segundo eles estava dominado pelo triunvirato Sega-Nintendo-Sony. Logo, nada mais justo do que basear seu trabalho numa plataforma que todos pudessem usar. Por isso, eles decidiram utilizar o sistema opensource Linux para seu software, para que qualquer um que manjasse de programação pudesse criar um jogo para o console. Além disso, o L600 seria o primeiro console a apostar no DVD como mídia para seus jogos, o que lhe daria espaço de sobra para criar os melhores gráficos da época e, de quebra, o tornar uma central doméstica de entretenimento, reproduzindo músicas e até mesmo filmes. E tudo isso a um preço acessível, pois o fato de apostar no opensource o livrava dos royalties.




Eis aqui o Indrema L600 e seu originalíssimo joystick


Mas como é que uma idéia boa dessas foi acabar na gaveta? Bem, o que deveria ser o diferencial acabou se tornando o calcanhar de Aquiles do console. Pense bem: se o sistema operacional é de código livre, um software lançado para ele pode ser modificado à vontade, basta manjar de programação. Isso faz com que o trabalho de piratear um jogo seja brincadeira de criança, um verdadeiro pesadelo para as softhouses, que fugiram do L600. “Tudo bem, a gente se vira com os produtores independentes”, disse o pessoal da Indrema, mas quem disse que isso era boa idéia? Quem poderia garantir que aquele nerd que programa no PC da faculdade poderia criar algo que não fosse tosco e pudesse competir com Lara Croft, Mario e cia.? E como ganhar dinheiro produzindo jogos para o console, se o código poderia ser copiado, levemente modificado e relançado com outro nome por qualquer um?


Eis um emocionante jogo criado para o console: nele, você deslizava montanha abaixo no melhor estilo Mario 64. Esse pessoal da Indrema realmente é original pacas!


Após quase um ano fazendo barulho sem produzir nada que prestasse, ao saber que a Sony havia anunciado o sucessor do Playstation eles simplesmente disseram que o L600 não era páreo para o PS2 (que ainda nem existia) e cancelaram o projeto. Com uma dívida de 10 milhões de dólares adquirida durante o projeto e nenhum jogo produzido, a Indrema decretou falência. Se alguém precisava de uma prova de que pingüim não voa, talvez o L600 seja a resposta


Conhece outro console desses? Escreva pra gente!

No próximo post, a Sega entra na onda dos vaporwares com o Neptune. Não perca!


Age of Empires (PC)

terça-feira, 21 de outubro de 2008 Postado por P.A.



Gênero: Estratégia


Fabricante: Microsoft Games


Lançamento: 1997


Jogadores: 1 player






Você certamente se lembra daquelas aulas chatas de História que falavam sobre Idade da Pedra ou daqueles filmes de guerras épicas onde as espadas comandavam, e exércitos travavam inúmeras e difíceis batalhas! Pois é, a Microsoft resolveu juntar tudo isso pra criar um dos melhores RTP (que seria um jogo em Tempo Real, ou seja, você vai fazendo as suas jogadas e ao mesmo tempo seus adversários também, nada de esperar chegar na vez do outro).

Em Age of Empires (ou AoE se preferir), você comanda uma "tribo" que começa na Idade da Pedra (a era mais primitiva) e pode ir avançando e se desenvolvendo, podendo evoluir para outras eras como Idade da Ferramenta, Idade do bronze e Idade do Ferro! Você ainda pode escolher entre 12 civilizações diferentes, sendo que 4 delas possuem uma história no Modo Campanha (Gregos, Egípcios, Babilônicos e Yamatos).
O jogo ainda conta com cenários diversos apenas pra "brincar", caso você não queira jogar no Modo Campanha! Ainda há também o Multiplayer, com limite de 8 jogadores, onde dois ou mais jogadores podem dividir o controle de uma civilização durante o jogo, jogando de modo cooperativo.

Para conseguir evoluir e construir sua civilização o jogador deve coletar 4 tipos de recursos naturais, que são:
Comida - pode ser conseguido pescando, colhendo frutos, matando animais selvagens ou nas fazendas!
Madeira - cortando árvores...
Ouro e Pedra - nas minas!

Os gráficos do jogo são fantásticos levando em consideração a época de seu lançamento, onde é possível encontrar uma diversidade de cenários e de edifícios, sem falar dos personagens! E cada civilização possui características diferentes, com isso seus edifícios possuem arquitetura diferente... As ações dos seus aldeões enquanto fazem suas tarefas também são bem trabalhadas! Até quando um carinha morre é legal de ser ver... Todas as animações do jogo forem muito bem feitas.

As músicas até que são legais, assim como os sonzinhos que podem mudar de personagem pra personagem, já que cada tipo de unidade "resmunga" alguma coisa! Assim como os sons de quando você clica num edifício... No geral, muito bem feitos e bem variados também!

Por ser o primeiro jogo de uma série de muito sucesso até hoje, sua jogabilidade pode ser dita como ruim se comparada aos atuais! Eu mesmo estou acostumado em deixar os aldeões fazerem tudo sozinho, mas em AoE eles não tem essa capacidade! Por exemplo, se você manda ele construir um depósito de madeira perto de árvores, seria útil que automaticamente ao terminar ele começasse a cortar a árvore, mas não é o que acontece! Isso torna a jogabilidade um pouco irritante... Mas ela é bem simples, já que basta usar o mouse para executar os comandos! É claro que não se pode exigir algo tão avançado de um jogo lançado em 1997, mas ainda bem que os jogos seguintes aperfeiçoaram esse quesito!



NOTA FINAL: 8,7
O PRIMEIRO JOGO DA SÉRIE, QUE APESAR DE POSSUIR ALGUMAS FALHAS ACEITÁVEIS, FEZ UM TREMENDO SUCESSO E CONQUISTOU MILHÕES DE FÃS!

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Super Mario salva a Princesa

segunda-feira, 20 de outubro de 2008 Postado por Andreas L.S.

Eu achei esse vídeo meio que sem querer no YouTube já faz algum tempo, em inglês. Agora que eu achei uma versão legendada, a primeira coisa que pensei é que eu precisava trazer isso para o blog, para que vocês, leitores, também pudessem ver.



Esse vídeo foi feito pelo criador de Family Guy (Uma Família da Pesada aqui no Brasil).
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Phantasy Star (Master System)

Postado por Azrael_I



Gênero: RPG


Fabricante: Sega


Lançamento: 1987


Jogadores: 1





Muita gente diz que o baixo sucesso do Master System no Japão foi pela falta de RPGs(já que os japas são vidrados nesse tipo de jogo... prova disso é o que houve no lançamento de Dragon Quest 3). Bem, com certeza foi a falta da QUANTIDADE de RPGs, mas não da QUALIDADE. Phantasy Star é considerado uma das maiores revoluções no mundo dos games: foi não só um dos primeiros RPGs para consoles caseiros, mas também um dos primeiros a ter uma protagonista feminina(logo depois de Samus Aran, de Metroid) e o melhor, um dos primeiros jogos a ter perspectiva em primeira pessoa! Foi também um dos maiores jogos lançados para Master System, tanto em duração quanto em tamanho(pra se ter uma idéia, ele tem 512 Kb, o que é 16 vezes o tamanho de todos os outros jogos da época!). Diferente de outros RPGs, além disso, a história se passa num mundo futurista, em vez de medieval(fortemente inspirado em Guerra nas Estrelas/Star Wars, segundo a própria criadora do jogo, Rieko Kodama).

A história se passa no sistema solar Algol, onde existem três mundos habitáveis: Palma, muito semelhante à Terra, mas muito mais avançado tecnologicamente; Motávia, o planeta desértico e Dezóris, o planeta gelado. Algol era governado pelo rei Lassic(La Shiec, no original em japonês), que outrora benevolente, se tornou um frio e cruel ditador após se converter a uma nova e estranha religião, até que uma rebelião se forma, liderada pelo guerreiro Nero. Nero é morto na frente de sua irmã Alis Landale(Alissa Landell, no original), que jura vingá-lo e livrar Algol do jugo de Lassic. Começa então a jornada da jovem e inexperiente guerreira em busca de amigos e armas capazes de enfrentar o ditador e, mais do que tudo, a misteriosa força maligna responsável por tudo isso.

Embora possua apenas um final, o que conta em Phantasy Star é o desenvolvimento do jogo; durante a jornada de Alis, é possível percorrer todo o sistema Algol, ou seja, não apenas um mundo, mas três para explorar! O jogo usa três tipos de visão: visão aérea quando os personagens estão andando, visão de batalha(em que só se vê o oponente e o cenário em que a luta se desenrola) e a visão 3D em primeira pessoa quando se percorre uma masmorra(e são MUITAS). A quantidade e variedade de oponentes é absurda, desde insetos até dragões, o que rende inúmeras batalhas; o único defeito neste sentido é que só se enfrenta um tipo de oponente por vez, e quando aparece em bando, os demais só aparecem como números de HP extras. A jogabilidade em batalha acaba ficando um pouco confusa também, já que você não vê seus personagens, e pode acabar se confundindo na hora de ordenar os comandos. Durante o jogo é possível encontrar mais personagens para seu grupo, armas, itens, veículos que facilitam a movimentação(são quatro: landrover, hovercraft, cavador de gelo e nave interplanetária) além de muitas outras coisas.


Os gráficos são muito bons(para a época, claro). Com cores claras, usando o máximo possível da capacidade do Master, os cenários saltam à vista. Existem ainda imagens em CGs desenhadas no estilo mangá, que acontecem em algumas partes do jogo, o que ajuda a deixá-lo ainda melhor. Os labirintos, entretanto, embora sejam em 3D, acabam se tornando um pouco monótonos. Os sprites dos personagens são razoáveis, exceto o da Alis(ela tem cabelo preto no sprite e castanho claro nas CGs... vai entender).

As músicas são sem sombra de dúvida a melhor parte desse jogo! Os japoneses realmente capricharam, fazendo uma trilha sonora única e impecável para esta obra-prima(a música das masmorras simplesmente não sai da minha cabeça!), gravada em FM. Até mesmo nos dias de hoje são feitos remixes dessas músicas(um dos meus preferidos é o da banda Mega Driver). Uma pena, entretanto, que essa qualidade das músicas só possa ser completamente saboreada na versão japonesa do Master System(que possui o chip Yamaha YM2413); nas versões americana e brasileira, a qualidade das músicas caiu muito(mas mesmo assim continuaram boas, para a época).

A jogabilidade é um pouco difícil; embora não seja empedrada ou monótona como a maioria dos RPGs da época(entre eles Final Fantasy e Dragon Quest), ela é confusa, sendo comum errar um comando com tantas opções e muitas delas repitidas(mas nada que atrapalhe muito, já que mesmo as batalhas páram quando é a sua vez de escolher as ações dos personagens). Os labirintos são o cúmulo da dificuldade, dando dores de cabeça por não existirem mapas no jogo(mas é possível achar os mapas das masmorras em alguns sites; mesmo com mapas, é fácil se perder em alguns deles); eu mesmo já fiquei dias tentando encontrar a saída de alguns... além disso, as batalhas costumam ser difíceis; é impossível avançar no jogo sem fazer seus personagens subirem alguns níveis(mas existe tempo de sobra, quando se perde num labirinto). Existem ainda muitas missões a se cumprir, quebra-cabeças para desvendar, mistérios a resolver, armadilhas, passagens secretas nos labirintos... eu desafio qualquer um a descobrir o segredo para tornar visível o castelo de Lassic sem olhar em resenhas. A menos que se faça tudo da maneira correta, não dá pra vencer o jogo(e quando eu digo tudo, é TUDO mesmo!), e mesmo com uma resenha BOA o desafio é de enlouquecer. A própria equipe de testes da Tec Toy(responsável por lançar o jogo no Brasil) declarou que levou três MESES para terminá-lo!! É coisa de louco... ou de deixar qualquer um louco. Por sorte, existem cinco slots para se salvar o jogo, que pode ser salvo a qualquer momento em qualquer lugar. Uma outra coisa muito legal é a interatividade: é possível conversar com alguns monstros e evitar a batalha! É claro, isto se o seu personagem falar a língua do monstro(existe uma magia de tradução, mas apenas um certo personagem a possui).


Em 2003 foi lançado um remake de Phantasy Star para Playstation 2; chamado de Phantasy Star Generation 1, este jogo foi lançado apenas no Japão e tem todas as qualidades mas nenhum dos defeitos do Phantasy Star original. Gráficos e músicas melhorados(como se já não fossem bons!), CGs animadas e o que é melhor, a imagem dos personagens nas batalhas(o que elimina os defeitos de jogabilidade), este jogo tinha tudo para ser um verdadeiro sucesso... se tivesse sido lançado alguns anos antes, e de preferência, a nível mundial. Chegou a ser sucesso no Japão(tanto que fizeram um remake de sua continuação, Phantasy Star 2), mas infelizmente nunca foi lançado no Ocidente. No site Phantasy Star Cave existe uma comparação entre os gráficos das duas versões, a original para Master, e o Remake para Play 2!

Bem, com a alta qualidade de suas músicas, de seus gráficos e todas as suas inovações, Phantasy Star foi um jogo muito à frente de sua época, que conta com uma legião de fãs até hoje(eu, inclusive). É um jogo terrivelmente difícil, que em algumas partes até pode enjoar, mas quem começa dificilmente consegue parar até conseguir realmente zerá-lo(e ver as lindas CGs do final; acreditem, vale a pena). A história do jogo é um quesito à parte; embora ela tenha começo, meio e fim, ela é apenas a ponta do iceberg para o que vem por aí... O lançamento do Phantasy Star original foi esperado com grande alvoroço, em todos os lugares que ele pisou(inclusive no Brasil, onde ganhou uma versão em Português em 1991); embora hoje em dia muitos fãs repudiem a tradução feita pela Sega of America(existe até um grupo que retraduziu a versão japonesa e lançou a rom na net), ele cumpriu bem seu papel(foi inclusive lançada uma raríssima versão para Mega Drive, idêntica à do Master). Se a Sega tivesse mantido esse padrão em seus jogos, talvez o Master System não tivesse afundado, ou talvez o Mega Drive tivesse vencido a lendária batalha contra o Super Nintendo. Não é à toa que a Sega hoje em dia tenha virado apenas uma produtora de games e não tenha mais um console próprio.



NOTA FINAL: 9,2
UM GRANDE JOGO, QUE MARCOU SUA ÉPOCA E INOVOU OS JOGOS COMO NENHUM HAVIA FEITO ATÉ ENTÃO.



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Master System

Postado por P.A.

Depois do lançamento do Atari 7800 surge o Master System, criado pela poderosa Sega que na época, apenas fabricava games para arcades!

O Master System possuía gráficos melhores que seus concorrentes e um poderoso chip de som. Mas apesar disso, faltavam jogos de qualidade pro console... Mas a empresa ainda enfrentou um outro problema: as grandes softhouses já estavam produzindo jogos pro concorrente, o NES! Sendo que a Nintendo impôs um contrato para que as softhouses produzissem somente jogos para o NES.Com isto, o Master System teve que competir com os jogos da Sega, que não eram páreos para Mario, Zelda e cia! E como resultado o Master System fracassou perante o poderoso NES, assim como Atari 7800 e Intellivision.



Mas apesar dos pesares, o Master System fez um tremendo sucesso aqui no Brasil, graças à Tec Toy, emprese que distribuía o console! E pela primeira vez na história, uma indústria brasileira produziria jogos para um console; tais como: Chapolin, Turma da Mônica e Sítio do Pica-pau amarelo.
Plataforma:


Novidades no Blog!

Postado por P.A.

Mais um membro pra nossa equipe... Azrael!

E agora falaremos sobre Master System também...

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Oddworld: Abe's Oddysee (Playstation)

domingo, 19 de outubro de 2008 Postado por Andreas L.S.




Gênero: Ação/Plataforma


Fabricante: Oddworld Inhabitants


Lançamento: 1997


Jogadores: 1 player




Oddworld é uma das melhores séries de todos os tempos. Ambientada em um mundo dominado por criaturas capitalistas e gananciosas, a série Oddworld se destaca por ser uma série engraçada, com gráficos e histórias completamente fora do comum, que pode inclusive ser interpretado como uma crítica ao mundo capitalista.

Abe’s Oddysee foi lançado para Playstation e PC em 1997. No Japão foi lançado para Playstation como Abe a GoGo e em 2001 para PC.

A história do jogo é uma das melhores que eu já vi, caso não seja a melhor. Era um dia comum na Rapture Farms, e Abe estava limpando o chão da fábrica. Enquanto cumpria sua tarefa, observava os cartazes das diferentes delicias para o qual a Rapture Farms fornecia carnes. Um dos cartazes anunciava que em breve haveria “Algo Novo e Gostoso”. Então uma pequena brecha se abre na porta da sala de reuniões e Abe vai dar uma espiadela. Ele vê a sala repleta de Glukkons discutindo sobre os negócios da Rapture Farms, já que as espécies das quais eles processavam a carne estavam se extinguindo. Mas então Molluck, o Glukkon, pede para que o Slig exiba os gráficos do próximo produto, e eles vêem que a “nova delícia” tinha uma gigantesca “fonte de matéria-prima”. Então Abe vê aquilo que irá mudar sua vida para sempre. A nova delicia é feita nada mais nada menos do que de Mudokons, a sua espécie. Abe entra em pânico e decide fugir, dando início à alucinante corrida para salvar sua vida.

Oddworld: Abe’s Odyssey possui dois finais sendo um bom e um ruim. O bom final é exibido se você salvar mais da metade dos 99 mudokons e o mau final é exibido caso você mate ou deixe para trás mais da metade dos mudokons.

As criaturas de Oddworld: Abe’s Oddysee são um espetáculo a parte. Muito bem desenhadas e de uma criatividade fora do comum, você poderá encontrar diversas espécies durante sua jornada. Sligs, Slogs, Paramites, Scrabs, Glukkons, Mudokons, Elum e o Shrykull são algumas das criaturas do jogo.

Os gráficos são simplesmente fantásticos, com cenários muito bem desenhados e personagens extremamente detalhados. As cenas do jogo também são muito bem feitas com qualidade de filme de animação.

O som é, sem dúvida, muito bom, a trilha sonora muito bem feita e efeitos sonoros, que se encaixam perfeitamente ao jogo, engraçados. Você poderá se comunicar com as outras criaturas, apesar de só conseguir estabelecer uma conversa com a sua espécie ou o Elum. Você pode começar com um simpático “Hello” e soltar um pum para que seus amigos possam dar algumas risadas, ou guiá-los até os portais para que eles também possam escapar.

A jogabilidade é simples, e se assemelha muito a qualquer outro jogo de plataforma. Você pode se comunicar com os outros seres e até mesmo lhes passar instruções, como “follow me” ou “wait”. Um ponto legal é a possessão. Através do “Chant”, você pode possuir os Sligs e guiá-los para onde quiser, usando as armas deles para “limpar o caminho”.

Oddworld é um jogo muito divertido que prende o jogador diante da tela. Duvido que você chegue ao final desse jogo sem ter decorado todos os nomes dos personagens e de suas espécies.



NOTA FINAL: 9,9
UM MUNDO ESTRANHO, CRIATURAS ESTRANHAS, PROTAGONISTA ESTRANHO. ESSE É O UNIVERSO DE “ODDWORLD: ABE’S ODDYSEE”.
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Como utilizar a Pistola no emulador do NES

sábado, 18 de outubro de 2008 Postado por P.A.

Eu postei um review do NES - Duck Hunt - que no caso é um jogo que utiliza aquele famoso acessório do Nintendinho, a pistola! Mas eu acho que nem todo mundo sabe como utilizar esse acessório no emulador, por isso, estou aqui pra ensiná-los! Vamos lá...

Utilizando o emulador VirtuaNES

Abra o emulador, escolha um jogo que utiliza este acessório! Assim que o jogo começar, vá em:

Edit > ExtController > Zapper



Pronto! Agora uma mira vai aparecer na tela! O seu mouse agora fará a função da pistola... Simples não?

Infelizmente, o RockNES parece não ter essa opção pra utilização da pistola! Ou fui eu que não encontrei...

Se alguém souber se tem jeito, poste nos comentários!
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Playstation (PSone)

Postado por P.A.

A história de desenvolvimento do primeiro videogame da Sony é bastante curiosa, e nos remete há quase 4 anos antes do seu lançamento. Originalmente a Sony tinha feito um acordo a Nintendo para desenvolver o sistema de CD para o SNES, para competir com o Mega CD. Por divergências na cobrança de royalties, o acordo foi desfeito, mesmo com o projeto (já com o nome de Playstation) em avançado estágio de desenvolvimento.A Sony então decidiu investir no projeto, e fez uma parceria com a LSI para desenvolver os chips do novo console, adicionando força extra para que ele pudesse concorrer com os novos videogames. E no final de 1994, o Playstation foi lançado no Japão, e a Nintendo logo perceberia o erro que havia cometido, já que o Playstation derrubaria da Nintendo do topo do mercado de games!

Seu lançamento foi um sucesso, tanto no Japão quanto nos EUA. O Playstation (também chamado de PSX), impressionou com seus gráficos superiores e ótima jogabilidade!O Playstation, por ter conseguido assumir a liderança no mercado de jogos em 1996, foi sustentado por todas as produtoras do planeta, algumas dando exclusividade a ela, sendo a Square (Final Fantasy) a mais importante! A produtora abandonou a Nintendo e seus caros cartuchos e até hoje tem uma forte aliança com a Sony. A Namco, eterna rival da Sega, também foi outra produtora de peso que ajudou a alavancar o sucesso do Playstation.O PSX tem a maior biblioteca de jogos da história, com milhares de títulos produzidos para ele até hoje. Sucessos como Resident Evil, Winning Eleven, Gran Turismo, Medal of Honor e Silent Hill nasceram neste console!

Por seu eminente sucesso, o console se tornou o mais popular de sua geração!O Playstation ainda ganhou uma nova versão com um novo nome, PSone! Mas as modificações era apenas externas, já que o hardware é o mesmo.
Com marketing agressivo, ótimo hardware e uma biblioteca de jogos vasta e de qualidade, a Sony conseguiu vencer a Sega e a Nintendo, e entrou de cabeça no mercado dos games... Azar dos concorrentes! Imagina o que a Nintendo pensou quando viu seu Nintendo 64 ser desbancado pelo console que era pra ser da própria Nintendo em parceria com a Sony!!?!!? xDO Playstation/PSone, já vendeu mais de 100 milhões de unidades desde o seu lançamento em 1994. Ele é o videogame caseiro mais bem sucedido da história, o que é um feito notável para uma iniciante no mundo dos games!
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Upgrade no blog!

Postado por P.A.


É com grande orgulho que venho informar à vocês leitores, que a partir de agora, começaremos a fazer reviews de jogos do Playstation (PSone) e consequentemente, traremos dicas e detonados do console...

Só que com uma mudança em relação aos downloads! Como os links das ISOS são muito grandes é complicado pra nós ficarmos Upando no 4shared, até porque tem um limite de espaço! Então vamos deixar pra download um arquivo no Bloco de Notas que contém vários links pra que vocês façam download! Com isso não precisaremos upá-los e vocês ainda poderão fazer o download.

É isso ae... Espero que gostem!

Abraços!
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Duck Hunt (NES)

Postado por P.A.



Gênero: Tiro


Fabricante: Nintendo


Lançamento: 1984


Jogadores: 1 player




QUACK QUACK! A temporada de caças aos patos está aberta... Nada como caçar pobres patinhos acompanhado de seu fiel amigo canino!
Duck Hunt foi febre quando lançado, justamente por ser um game simples e divertido! E porque não dizer um tanto quanto diferente pra época? Afinal, atirar em patos com a pistola (acessório do NES), era novidade! Podemos arriscar a dizer que foi esse jogo que popularizou a pistola do NES...

Os gráficos são bem simples e o cachorro foi bem detalhado! Ele se move e pega os patos que você acerta quando eles caem, e ele também da risada caso você erre (verdadeiro amigo do homem).














Só que é notável que os criadores nem se deram ao luxo de mudar o pato que o cachorro pega! Por exemplo, se você derruba um pato vermelho, é mostrado o cachorro com um pato verde e preto, é o pato de sempre... Não importa a cor do pato que você derrube, o cachorro sempre vai te mostrar o mesmo! E isso que deixa o jogo enjoativo; o cenário é sempre o mesmo, os patos são sempre os mesmos - mudando apenas as cores algumas vezes - e as ações do seu amigo canino também são sempre as mesmas!

O jogo não possui música, só quando está começando o Round! Os efeitos sonoros são legais nos primeiros minutos de jogo! Depois você começa a ficar irritado, porque assim como os gráficos, os sons são sempre os mesmos...
Mas se o jogo possui gráficos e sons repetitivos, porque você disse que era divertido P.A.? Ora, caro leitor, porque o jogo é divertido sim! Apesar da mesmice, o game possui uma jogabilidade bem bacana, já que utiliza a pistola do NES como eu já mencionei anteriormente, e isso torna o jogo muito divertido de se jogar!


A dificuldade vai aumentando conforme você vai passando os rounds! Na tela inicial você ainda pode escolher pra aparecer apenas um pato por vez (GAME A) ou podendo aparecer dois patos (GAME B)! Você tem três tiros pra cada chance...

Mas espera aí... Você não gosta da idéia de matar pobres patinhos indefesos? Você é que nem a Luisa Mel e chora se ver algo do tipo? Seus problemas acabaram!

Basta escolher o GAME C - Clay Shooting e ao invés de atirar em patos, você vai atirar em discos. Esse modo é mais difícil que com patos, pois os dicos vem em dois por vez e além de serem menores, são mais rápidos! Mas pelo menos aqui não tem o cachorro pra rir da sua cara.




NOTA FINAL: 7,5
UM JOGO SIMPLES, PORÉM DIVERTIDO... APESAR DE SEMPRE SER TUDO TÃO IGUAL!


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